Nos fins de semana do mês de novembro, decorrerá no Museu do Oriente as oficinas do serviço educativo que integram a dramatização de histórias e lendas, a criação de origamis e um vasto espólio dedicado à Ásia.

As oficinas apresentam um preço de quatro euros por participante.

A três de novembro terá lugar a primeira oficina ‘Vou Viajar’ que se dirige a bebés até aos 12 meses, numa atividade que pretende transportar os participantes para terras distantes, onde poderão escutar novos sons. A atividade repete-se no dia 20.

No domingo, dia quatro, a história de ‘Amaterasu ou eclipse solar?’ ganha vida numa oficina que conjuga lendas com artes manuais para famílias com crianças com idade superior a cinco anos.

Para bebés entre os 12 e os 36 meses sugere-se a ‘Papelada’, uma oficina tátil de exploração e invenção para testar movimentos e a destreza das mãos e dedos, agendada para o dia dez de novembro.

No dia seguinte, irá realizar-se a oficina ‘Em conversa com as peças!’ que apresenta como protagonista o Biombo Namban e destina-se a crianças com mais de seis anos que, por via da observação e argumentação, irão aprender como se desenvolveram as trocas culturais entre Portugal e o Japão.

‘Primeiras Descobertas’, a 17 de novembro, é a oficina para crianças entre os três e os cinco anos que irá ensinar uma prática japonesa amiga do ambiente, o furoshiki. Os pequenos artesãos irão aprender a pintar os tecidos para criarem os seus próprios exemplares destes tecidos de algodão que servem para transportar e embrulhar outros objetos.

Uma visita performativa ao Museu do Oriente é a sugestão para domingo, dia 18 de novembro. Em ‘Folheando o Oriente!’, figuras de escritores juntam-se aos participantes para uma visita inesquecível por via de objetos, palavras e testemunhos.

No último sábado do mês, dia 24 de novembro, famílias com crianças a partir dos cinco anos irão descobrir as origens de uma família japonesa e construir o seu próprio brasão.

No referido dia, mas da parte da tarde, será dada a conhecer a filosofia japonesa Wabi Sabi que crê na beleza em tudo o que é simples e imperfeito. Após uma visita às galerias do museu, os participantes, entre os sete e os 12 aos, poderão dar asas à imaginação e reproduzir os conceitos aprendidos em trabalhos manuais.