Entrevistas

Nowhere To Be Found

Entrevista aos Nowhere To Be Found.

Tudo começou em 2014 com amigos dos tempos de escola. O primeiro álbum da banda alcançou o top10 nacional de vendas digitais logo na sua primeira semana de lançamento.

Quatro membros. Como é que tudo começou em 2014?

“Com 3 [risos]. Começou tudo de forma muito inocente, como as coisas mais bonitas devem começar, supomos.

Somos amigos de tempos de escola e tivemos algumas bandas ao longo dos anos, maioritariamente de covers, até que em 2014 decidimos fazer uma banda de originais… e sem escolha óbvia para vocalista, o Tiago (na altura lead guitar) aceitou o desafio de cantar.

Fomos ensaiando e deixando a inspiração rolar e em meia dúzia de meses tínhamos criado as músicas que, mais tarde, haveriam de integrar o nosso álbum de estreia. Levámo-las para a estrada durante um ano e meio até que decidimos gravá-las. E o resto é história…”.

 

São portugueses, mas o nome da banda é estrangeiro. Porquê?

“O nome que escolhemos ou a língua em que cantamos é apenas uma manifestação da nossa visão artística que, no nosso caso, está tão relacionada com as nossas referências como com a mensagem que queremos viver com essa escolha.

Algures no tempo, tivemos uma banda chamada ‘metta bhavana’ que é um termo budista, mas nem por isso achamos que isso fez de nós representantes de uma religião. Somos portugueses de coração e já temos levado a nossa pátria a ser falada de Buenos Aires a Melbourne, sempre orgulhosamente portugueses”.

 

Como foi a primeira atuação?

“Curta e nervosa! Foi num bar chamado Boca Roxa em Torres Vedras e a plateia era essencialmente composta de amigos nossos. Sete músicas apenas, bastante tremidas”.

 

Em 2015 foram considerados ‘bando do ano’ pela BalconyTV Lisboa. Um grande marco em apenas um ano de banda, certo?

“Enorme! Foi uma grande surpresa para nós. Num ano em que tantas bandas boas tinham passado pela Balcony, não tínhamos a menor expectativa de ser tanto a escolha do público, como do júri.

O mais curioso, para nós, é que a música que decidimos tocar nesse dia, quase por feeling, foi a ‘Home’ que nunca chegou a ser single do álbum. Foi uma decisão de última hora e o público respondeu da melhor maneira”

 

O vosso primeiro álbum esteve no top10 nacional de vendas digitais logo na sua primeira semana. Qual foi a vossa reação?

“Ficámos bastante incrédulos. À partida não acreditámos que uma banda sem editora e com um álbum gravado totalmente pelos seus meios, na sua sala de ensaios, pudesse ter uma reação tão forte por parte do público. Foi, para nós, a prova de que é o público que decide quem merece o apoio ou não, apesar da indústria ter começado também nessa altura a dar-nos mais alguma atenção”.

 

Percorreram o país, atuando no Sumol Summer Fest, Musicbox, Hard Club, Texas Bar, entre outros. Que atuação mais vos marcou?

“Pela dimensão do palco e número de pessoas no público, temos de evidenciar o palco principal da Concentração de Faro. Não é todos os dias que uma banda amadora pisa um palco e tem dez mil pessoas à frente. Foi muito divertido.

Mas já demos concertos incríveis para dez pessoas, concertos em que sentimos que tocámos exatamente no nível técnico e emocional que queremos sempre conseguir atingir”.

 

Recordam-se de algum episódio engraçado que tenha ocorrido durante alguma atuação?

“Sim, claro. Num dos festivais em que tocámos, a organização decidiu que já estávamos a ultrapassar o tempo previsto e desligou-nos o som a meio da última música. Hoje olhamos para trás e é engraçado… na altura não foi”.

 

Em 2017 produziram e gravaram com Henrik Udd. Como foi a experiência?

“Foi incrível. Conseguimos chegar ao Henrik através de amigos comuns. Ele ouviu umas maquetes nossas e aceitou vir a Portugal gravar connosco. Foi absolutamente incrível gravar com alguém que tem tanta experiência e que, todavia, te dá espaço para fazer coisas novas e que puxa por ti mesmo já em estúdio, mesmo que pareça que o que fizeste já é bom o suficiente.

Trabalhar com o Henrik foi uma lição que ainda hoje aplicamos até nos ensaios, no método que usamos”.

 

Conseguiram o primeiro featuring europeu de Matty Mullins. Como descrevem a experiência?

“Ainda nem sabemos bem como é que conseguimos… mas ele aceitou o convite e está gravado. E quando um artista, cujos 3 últimos álbuns foram ao top10 do US Billboard aceita fazer um featuring contigo – uma banda de Portugal, com apenas um álbum, sem nome na indústria e sem uma editora por trás – só podes ficar feliz porque a música falou mais alto”.

 

O vosso segundo álbum já se encontra concluído?

“Não. Já temos várias músicas gravadas, mixadas e masterizadas, mas ainda não está terminado. Algumas músicas ainda estão em processo criativo”.

 

Qual o vosso tema preferido? Porquê?

“Até agora, provavelmente, um tema chamado ‘Traverse’, talvez porque tenha sido o primeiro, mas também porque é o exemplo mais claro e evidente do novo som que queremos e estamos a tocar”.

 

Por que optaram por escolher o tema ‘Closer’ como single?

“Porque nos pareceu um bom pontapé de saída para aquilo que estamos e vamos fazer, para a mudança de som que estamos a criar em nós mesmos ser gradual.

Podíamos pegar na música mais ‘pesada’ que temos, mas decidimos antes começar esta nossa nova etapa com uma versão nossa da música mais pop que conhecemos”.

 

O que pretendem transmitir com este novo álbum?

“Voltar a mostrar que temos uma visão e que não desistimos dela e que há lugar no mercado para a música que queremos e estamos a fazer.

Queremos, antes de mais, fazer música que nos dê prazer de tocar, em mais 75 concertos, e na qual ainda nos revejamos daqui a duas décadas. Se conseguirmos isso, missão cumprida”.

 

Quais as vossas expectativas em relação ao novo álbum?

“Queremos chegar a mais pessoas, tentar dar o salto para o estrangeiro, claramente. Não por peneirice, mas porque a nossa música está muito alinhada com o que se ouve em países com mais tradição de metal alternativo, que não é bem a onda com mais popularidade por cá”.

 

Qual o vosso próximo concerto?

“Festival Ocean Spirit, em Santa Cruz, dia 21 de julho”.

Orçamento Participativo Jovem 2018 com forte adesão na Lagoa

Ricardo Martins Mota, vice-presidente da Câmara Municipal de Lagoa, salientou que foram entregues 250 propostas, numa envolvência de 307 jovens lagoenses no Orçamento Participativo Jovem 2018 (OPJ).

Esta terceira edição registou um aumento de 288% de jovens participantes em relação ao ano anterior, situação que, de acordo com o autarca mencionado, orgulha o município.

“Não correspondem apenas a um número, mais do que isso, são 250 propostas de participação cívica, num verdadeiro exercício de dever de cidadania da juventude lagoense. São 307 jovens que pensaram, projetaram e deram o seu contributo naquilo que consideram ser importante, intervindo, desta forma, no poder democrático de decisão” – defendeu Ricardo Martins Mota.

As propostas apresentadas foram submetidas a uma análise por parte de uma equipa técnica que selecionou 41 finalistas, com projetos vocacionados para o desenvolvimento e diversão das várias freguesias do concelho.

De momento, decorre a terceira fase do projeto OPJ 2018 que incide na votação que irá culminar a 28 de maio. A votação poderá ser efetuada através do site http://opj.lagoa-acores.pt/

Paulo Silva

Sol, praia e festas marcam aquela que é a estação mais quente do ano e a MegaJovem decidiu entrevistar o responsável pela Fábrica de Espetáculos, Paulo Silva, a propósito da RFM Beach Power

Como surgiu o evento RFM Beach Power?

“Depois de uma experiência no evento Azores Green, no qual participou um dos melhores DJ´s do mundo, o David Guetta, a RFM promoveu a nível nacional.

A vinda dos DJ´s RFM às sete cidades, e ao verem a produção realizada no local, proporcionou um acordo de produção da RFM Beach Power nos Açores”.

Porquê a escolha da Ribeira Grande?

“Foi mais do que uma escolha, foi um desejo mútuo entre a nossa empresa, a RFM e a autarquia em fazer um trabalho promocional do município fora de portas, levando o nome da Ribeira Grande a todo o País com a rádio que é líder de audiências”.

Qual tem sido o feedback?

“Vamos para o quarto ano de produção. Continuo neste projeto e começa a dar os seus frutos, desde logo, com operadores e agências de viagens a terem interesse em promover o evento e a cidade nesta altura do ano.

Começamos a ter uma forte participação de turistas que já estão neste fim de semana em São Miguel e, por fim, é o evento de referência nos Açores neste tipo de eventos”.

Que a edição que apresentou uma aderência superior? Porquê?

“Temos vindo sempre a crescer e a apresentar produções únicas e diferenciadoras, esta é a imagem de marca do RFM Beach Power, nunca esquecendo a componente artística”.

Houve algum artista que obteve uma aderência superior?

“Todos os anos trazemos aos Açores artistas de referência que levam o público em geral a participar no evento, mas mais que os artistas o nosso selo de qualidade é a produção”.

Que artista/s foram mais difíceis de trazer ao festival?

“Para se produzir um evento desta dimensão é necessário começar a preparação com um ano de antecedência. O nível artístico que vem ao RFM Beach Power é muito alto e as dificuldades são sempre enormes devido à nossa localização geográfica e limitações orçamentais.

Mas, até ao momento, todos os artistas que escolhemos como sendo uma boa solução tem sido conseguido. Não esqueçamos que a marca RFM é um selo de qualidade promocional muito forte e que todos os artistas sabem bem o retorno de participar num evento destes”.

Que critérios estão na base da escolha dos artistas principais?

“O acordo passa, desde logo, pela promoção, por parte do artista, da cidade da Ribeira Grande, depois o estilo, performance e valor”.

Que novidades estão reservadas para a esta edição?

“Um novo formato indo ao encontro das novas tendências de produção, pensando sempre no melhor conforto e segurança de quem nos visita”.

Este ano a localização do evento foi alterada para as avenidas que ladeiam as piscinas da Ribeira Grande. A que se deveu essa alteração?

“Novamente, a segurança como fator máximo de preocupação. O ano passado viramos o evento para o mar para poder transmitir o melhor que nós temos no concelho da Ribeira Grande. Depois de uma análise com o grupo de trabalho e, acima de tudo, de segurança do recinto, optamos por fazer a zona lounge no mesmo espaço, mas com uma zona especial com vista para o palco reservada para estes clientes. A zona do palco principal saiu da praia e está em local mais seguro e amplo”.

Acha que a alteração será benéfica? Porquê?

“Sim, na vida não faz sentido mudar o que quer que seja sem existir razões muito fortes para esta mudança, estamos convictos que este novo espaço vai ao encontro dos festivaleiros”.

 Qual o seu contributo para a realização do evento?

“Produzir um evento desta dimensão requer licenças, cartaz artístico, performance, palco, som e luz, efeitos pirotécnicos, ecrã de leds, segurança, bombeiros e PSP, deslocações internacionais e ligações para São Miguel, estadias e refeições, promoção e divulgação desde o cartaz, outdoors, flyers, spot de rádio e plataformas digitais, negociação com patrocinadores e entidades. É este o nosso papel na produção deste evento”.

É difícil organizar um evento como este?

“Mais do que difícil, é estimulante”

A RFM Beach Power conta com apoio de que instituições?

“Desde logo, da autarquia da Ribeira Grande. Seria impossível sem a sua dedicação a este projeto promocional do concelho.

Nos primeiros três anos, tivemos apoio do Governo dos Açores e aguardamos o parecer da Direção Regional do Turismo para este ano e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa”.

Qual a importância da RFM Beach Power para a Região e, especificamente, para a Ribeira Grande?

“Ouvir a promoção dos Açores em geral e da cidade da Ribeira Grande em particular na rádio com maior audiência do país é sempre um orgulho, mas, mais do que isso, entra na Região diversas mais valias a começar pelos impostos que pagamos.

O IVA dos ingressos e da venda de produtos, o impacto que o evento tem na ilha, o beneficio na restauração e bares nos dias do evento, a entrada de pessoas que vêm participar no evento, sempre à volta de 30 e os que vêm desfrutar e muitos já se deslocam de propósito nesta data. Um negócio só pode ser bom se for bom para o máximo de pessoas, entidades e patrocinadores.

Este ano vamos ter 5 horas de direto na RFM na tarde de sábado, dia do evento, a falar do melhor que o concelho tem para oferecer. Conhece melhor promoção que esta?”.

Até ao momento, como decorre a venda de bilhetes?

“Muito bem, estamos convictos que iremos ter um grande evento”

 Quais são as suas expectativas relativamente a esta edição?

“As melhores. Estamos muito confiantes na produção e nos artistas que vão fazer a IV edição do RFM Beach Power”.

Grupo Anjos promove debate ‘A Música nos Açores’

A 29 de maio terá lugar, no Cais da Sardinha, o debate ‘A Música nos Açores’, iniciativa que se insere no âmbito das comemorações dos 10 anos do Grupo Anjos.

O debate integra três painéis, sendo a primeira parte dedicada à temática ‘Músicas da nossa Terra’, onde se irá abordar o património musical açoriano, o papel do folclore e das filarmónicas na dinamização da cultura açoriana e, ainda, dos artistas de música original. Na qualidade de oradores do primeiro painel surge o músico Ricardo Santos, Luísa Bairos, da Associação Cultural Rancho Folclórico de Santa Cecília da Fajã de Cima, o artista Luís Bettencourt, o maestro Antero Ávila e o músico Ricardo melo.

O ‘Marketing da Música nos Açores’ assume-se como outro dos assuntos a abordar, nomeadamente, na definição do músico dos Açores e da forma de promoção da sua presença em Portugal Continental e no mundo. Serão, ainda, debatidos assuntos como o papel das rádios e da televisão na divulgação do trabalho dos músicos dos Açores e a importância dos Festivais de verão e dos bares. Os promotores Rui Anjos e Francisco Lopes, as artistas Maria Bettencourt e Marisa Oliveira e o locutor de rádio Herberto Quaresma serão os oradores.

As dificuldades e possibilidades do músico açoriano na Região, em Portugal Continental e no mundo afirmam-se como outra das temáticas do debate. Com o contributo de todos os presentes, será efetuada uma Cartilha de Compromisso que irá revelar a importância do envolvimento de todos para o crescimento dos artistas regionais. A cartilha irá incidir em 10 pontos fundamentais e ser enviada às diferentes entidades com responsabilidade direta nesta área.

Inês Ferreira em destaque no Concurso Nacional de Piano

O Concurso Nacional de Piano realizou-se em Coimbra, de 19 a 20 de maio, onde a jovem açoriana Inês Borges Ferreira atingiu o segundo lugar.

A jovem é aluna do quarto ano do curso de Iniciação de Piano do Conservatório Regional de Ponta Delgada. No evento, Inês Ferreira apresentou um programa composto por F. Lopes Graça, ‘Jogo das Terceiras’, por João Godinho, ‘Canção de Embalar’ e ‘Félix Mendelssohn Bartholdy, ‘Canção Sem Palavras’.

“Estou muito contente com o segundo lugar. Agradeço aos meus pais por me apoiarem sempre e à minha professora Graça Paiva pela preparação…fico sempre muito nervosa porque são muitos e não pode falhar nada” – salientou Inês Ferreira.

Esta é a segunda vez que a jovem de nove anos participa no concurso nacional, organizado pelo Conservatório de Coimbra, sendo que na edição anterior mereceu uma menção honrosa devido ao seu mérito e qualidade.

Azores Fringe acolhe 58 filmes

São 58 o número de filmes a integrar a sexta edição do Azores Fringe, com sessões que serão apresentadas por todas as ilhas açorianas de 25 de maio a um de junho.

Cinco sessões de filmes curtas serão apresentadas no Espaço em Cena, em Santa Maria, na La Bamba, em São Miguel, no Museu das Lajes das Flores, nas Flores, na Biblioteca Municipal, no Corvo, nas Manadas, em São Jorge, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional, no Faial e no Auditório do Museu dos Baleeiros, no Pico. Ainda se encontram por anunciar os locais relativos às ilhas Terceira e Graciosa.

O evento contará, ainda, com a apresentação especial de ‘Paraíso Perdido’, uma longa metragem de Oliver Victoria, com filmagens nas ilhas Flores, São Miguel e Terceira. A metragem referida será estreada a 16 de junho, no Valzinho da Fazenda das Lajes das Flores.

O público poderá escolher os seus filmes favoritos, os quais irão receber da MiratecArts, entidade organizadora do evento, o prémio Audiência e a mascote do festival.

Sara Cruz, Luís Barbosa Band, Boost Reunion e Morhua no Festival Mais (+) Jazz

A 25 e 26 de maio decorrerá, no Museu de Angra do Heroísmo, a sétima edição do festival +Jazz, uma iniciativa do Mais Jazz Produções em parceria com instituições públicas e privadas.

Pelas 21h30, do dia 25, prevê-se a atuação de Sara Cruz, uma jovem cantora e compositora açoriana que, recentemente, esteve em Lisboa a gravar no Pimenta Preta Estúdio a gravar o seu segundo EP que integrará seis temas. A música de Sara Cruz caracteriza-se por uma mistura entre os estilos singer-songwritter, pop e indie-folk.

O concerto de Luís Barbosa Band irá realizar-se às 23h. Em 2010 Luís começou por explorar o Blues, o Rock e o Funk, sonoridades onde encontrou o seu registo. Mais tarde, convidou Dino Oliveira, Pedro Silva e Ben Oliveira, formando, assim, o Luís Barbosa Band.

O dia 26 de maio será reservado à atuação de Boots Reunion, formada por João ‘Triki’, Tiago Franco, António Alves e Clemente Almeida. No final de 2017 construíram o seu próprio estúdio e começaram a escrever músicas originais. ‘Sun Girl’ assim se intitula o primeiro single que a banda se prepara para lançar.

Pelas 23h terá lugar o concerto dos Morhua, numa aposta no Jazz, Blues e Gipsy. João Sousa, Cláudia Pascoal, Gabriel Gomes, André Soares e Rafael Santos são os membros da banda. ‘Darling Dear’ foi o primeiro single da banda.

Numa aposta no Blues, Folk e Jazz, a sétima edição incidirá num ecossistema cultural e criativo dos Açores e Porto, numa ligação entre as ilhas de São Miguel, Terceira e Pico ao Norte do país. O evento contará com três antes-estreias de álbuns originais e com a apresentação de um primeiro álbum.

 

Campanha ‘Açores Entre Mares 2018’ arranca amanhã

A nona edição da Campanha ‘Açores Entre Mares 2018’ inicia-se amanhã sob o tema ‘Lixo Zero no Mar dos Açores’.

Dinamizado pela direção regional dos Assuntos do Mar, em parceria com a direção Regional da Cultura e com o Observatório do Mar dos Açores, o evento visa desenvolver a criatividade e a originalidade dos concorrentes.

Filipe Porteiro, diretor regional dos Assuntos do Mar, salientou que o ‘Açores Entre Mares’ assume-se como “uma oportunidade de divulgar e sensibilizar a sociedade para a importância do conhecimento sobre os oceanos”.

O diretor regional aproveitou, ainda, para destacar duas iniciativas centrais na campanha deste ano, designadamente a segunda edição do Concurso Multi-Artes ‘Prémio Artes Entre Mares’, nas modalidades de pintura, fotografia, vídeo e banda desenhada.

Será atribuído um prémio no valor de 1200 euros ao primeiro lugar de cada uma das modalidades, sendo 500 euros o montante previsto para o segundo lugar.

Os interessados devem entrar em contacto com o seu Parque Natural de Ilha ou com a direção regional dos Assuntos do Mar através do email mares@azores.gov.pt

A leitura “é o único vício que verdadeiramente não faz mal”, defendeu Avelino Meneses

Avelino Meneses, secretário regional da Educação e Cultura, apelou os alunos açorianos a desenvolverem o gosto pela leitura.

No âmbito da entrega de prémios do Concurso Nacional de Leitura, que decorreu em Angra do Heroísmo, o secretário regional adiantou que “pelo domínio da leitura foram muitos os homens humildes que ganharam reconhecimento público e ameaçaram o domínio tradicional, arbitrário, dos mais poderosos”.

A Fase Regional do Concurso Nacional de Leitura integrou, pela primeira vez, alunos do primeiro e segundo ciclo, sendo que a edição deste ano contou com a participação de escolas de São Miguel, Terceira, Pico e Faial.

O Concurso Nacional de Leitura assume-se como uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e tem por intuito fomentar o gosto pela leitura e um maior contacto dos alunos com os livros.

EPROSEC apresenta novos cursos

Comercial, Apoio à Gestão, Informática de Gestão e Rececionista de Hotel são os quatro novos cursos que integram a oferta formativa para o ano letivo 2018/2019 da EPROSEC, Escola Profissional do Sindicato de Escritório e Comércio da Região Autónoma dos Açores.