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Festival The Music World com arranque a 28 de setembro

De 28 de setembro a um de outubro a cidade de Ponta Delgada acolhe a terceira edição do Festival The Music World, iniciativa que se pauta por uma abrangência musical e pela valorização da componente educativa.

O evento, que serve de celebração do Dia Mundial da Música a um de outubro, contará com sessões musicais em quatro estabelecimentos de ensino, designadamente Escola Básica Integrada Canto da Maia, Roberto Ivens, Escola Secundária Antero Quental e Domingos Rebelo.

Assim, no dia 28 de setembro, decorrerá a atuação da Associação Musical os ‘Semicolcheias’, na EBI Roberto Ivens, e a um de outubro na EBI Canto da Maia.

Os ‘Semicolcheias’ assumem-se como um projeto musical da Vox Cordis que visa cativar as crianças, entre os seis e os dez anos, para a música coral. Desde 2014, o coro ‘Semicolcheias’ ensaia e atua sob a batuta da maestrina Maria Paula Campos.

O Grupo Tradições irá atuar a 28 de setembro na ES Domingos Rebelo e na Antero de Quental a um de outubro.

Com origem em março de 1997, a projeto Tradições dedica-se à recolha e divulgação da música e cantares portugueses, onde se integra o folclore açoriano. Trata-se de um projeto que está conotado com valores de juventude, alegria e boa disposição.

Jorge Valério trará às escolas ES Domingos Rebelo e Antero de Quental os ritmos africanos com o instrumento ‘handpan’. Natural de Ponta Delgada, Jorge Valério adquiriu, desde tenra idade, gosto pelos instrumentos de percussão, tendo integrado o Conservatório de Ponta Delgada.

A par das instituições escolares, o evento estende-se a diversos locais de Ponta Delgada, de que a Igreja da Matriz é exemplo. Nesta última irá atuar, a 28 de setembro, pelas 19h30, o Arquinteto de sopros que é formado por músicos da Sinfonietta de Ponta Delgada.

No mesmo dia, às 21h30, terá lugar o momento ‘Eugénio de Andrade pela Música’, um desafio que foi lançado compositores e artistas para que contassem através de um instrumento alguns dos poemas do Eugénio de Andrade.

Diretamente da Praia da Vitória, na ilha Terceira, surgem os ‘Batukes’ com atuação marcada para o dia 29 de setembro, às 20h45 na Arruada junto à Igreja do Colégio. Os ‘Batukes’ estrearam-se nas Festas da Praia 2014 e, desde aí, animam diversos eventos, recriando ritmos. Em representação do canto alentejano, estarão presentes, às 21h30, na Igreja do Colégio, ‘Os Vocalistas’ que abraçam a música tradicional e popular.

Na manhã de domingo, pelas 11h, no Tentorium das Portas do Mar, encontra-se agendada a sessão do ‘Musical do Capuchinho Vermelho’. No mesmo dia, às 15h, na Varanda de Pilatos, nas Portas do Mar, atuará a Banda do Santíssimo Salvador do Mundo da Ribeirinha, uma das mais antigas bandas de filarmónicas.

A terceira edição do Festival The Music World conta com o apoio da direção regional do Turismo, da Cultura e da Junta de Freguesia de São Sebastião.

 

 

 

Parque Recreativo dos Pelames inaugurado na Povoação

O novo espaço de lazer inaugurado recentemente integra um parque infantil, infraestrutura que até à data era inexistente na Vila.

“Quem não consegue sentir a alegria estampada no rosto das nossas crianças não sabe bem o que esta obra representa”, salientou Pedro Melo, presidente da Câmara Municipal da Povoação.

A inauguração do parque mencionado, na ótica do autarca, é o resultado do esforço da autarquia para a requalificação de toda a zona litoral da Vila, transformando-a num espaço de lazer e de diversão.

“Pedimos apenas que o tratem com carinho, com atenção e que o deixem em boas condições sempre que usufruam do mesmo de forma a garantir a sua normal utilização”, alertou o edil.

O Parque Recreativo dos Pelames é uma obra financiada pela Câmara da Povoação que enquadra as piscinas municipais, abertas ao pública em julho, um parque infantil, uma ciclovia, zonas verdes e arborizadas e, em breve, um bar com esplanada.

Câmara Municipal da Horta investe nas escolas

As intervenções nas escolas dos Cedros e de Castelo Branco, na ilha do Faial, já se encontram concluídas, obras que rondaram os 100 mil euros.

O montante referido foi aplicado na construção de um alpendre na escola dos Cedros e na instalação de um parque infantil em ambas as escolas. Em curso está a construção do alpendre na antiga escola da Volta, onde funciona o ATL Arco-Íris.

As intervenções ocorreram no período de interrupção letiva, a fim de evitar a perturbação do normal funcionamento das aulas.

“Temos feito um esforço para dar resposta às necessidades de melhoria das infraestruturas da rede pública escolar do primeiro ciclo do ensino básico para que estejam asseguradas as melhoras condições de ensino-aprendizagem e um ensino de qualidade”, frisou José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta.

As obras acima mencionadas surgem como resposta à programação realizada pela autarquia, em articulação com as escolas e com as freguesias de Conceição, Cedros e Castelo Branco, iniciada há cerca de um ano, no âmbito do projeto ‘Presentes no Concelho’.

Universidade de Coimbra acolhe Congresso Ibero-Americano

De nove a 14 de setembro realiza-se, na Universidade de Coimbra, a 24º edição do Congresso Ibero-Americano de Catálise (CICat 2018).

A iniciativa assenta num encontro científico que reúne cerca de 450 participantes oriundos de países ibero-americanos.

A par de cinco lições plenárias e oito keynotes, o programa integra uma sessão acerca da história dos CICat, a fim de se celebrar os seus 50 anos.

Serão diversas as comunicações orais e em painel que terão por base a discussão de temas como a catálise ambiental e industrial, a refinação de petróleo, conversão de gás natural e petroquímica, processos sustentáveis e energias limpas, química fina, entre outros.

A cerimónia de boas-vindas aos participantes terá lugar no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, no dia nove de setembro, pelas 19h00.

Por seu turno, a sessão de abertura encontra-se agendada para o dia dez de setembro, pelas 09h00, no auditório da reitoria da Universidade de Coimbra.

A catálise constitui-se como área fundamental da química que “permite preparar produtos de elevado interesse industrial, envolvendo processos mais rápidos com menor consumo energético e menor impacto ambiental”, frisou Mariette Pereira, presidente da comissão organizadora local do congresso.

O impacto da catálise nas sociedades modernas é demonstrado pelo facto de ser aplicada em mais de 80% dos processos industriais, designadamente na preparação de medicamentos, cosmética, perfumaria, produtos alimentares, materiais tecnológicos e de produtos de valor acrescentado derivados do petróleo.

Atenção humana – o mito e a tecnologia

A afirmação que a atenção humana é inferior à do peixe-dourado é um mito em que acreditamos durante muito tempo e prejudica a produção de conteúdos fidedignos.

«A primeira vez que a memória de um peixe-dourado foi comparada à de um utilizador de internet foi em 2002, num artigo sem autoria da BBC»

O mito do Peixe-dourado

A atenção humana não está a diminuir! Esta afirmação vai contra a crença estabelecida de que os humanos cada vez têm menos atenção.

Alguns media de renome já afirmaram inúmeras vezes que a atenção humana é inferior à do peixe-dourado. No entanto, escasseiam estudos e fontes fidedignas que confirmem essas afirmações.

O peixe-dourado não tem 9 segundos de atenção. Existem vários estudos sobre esta espécie, mas nenhum deles comprova o mito dos 9 segundos. BBC e Ceros fizeram um excelente trabalho de investigação a desmontar este mito.

Evolução histórica da pesquisa pelo termo atenção do peixe-dourado (Goldfish Attention) fonte: trends.google.com7

Em 2015, a Time Magazine publicou o artigo You Now Have a Shorter Attention Span Than a Goldfish. Ele é um dos maiores responsáveis pela existência deste mito.

Este é o exemplo de que histórias com títulos chamativos vendem facilmente pois a sociedade tende a acreditar em algo publicado por empresas de renome.

Para piorar a situação, o termo human attention span (espaço temporal de atenção humana) nunca é definido em nenhuma publicação. Ou seja, ninguém explica a mensagem que tenta transmitir e isto deixa evidente a falta de coerência da história.

Este artigo da Time que se tornou viral assenta em bases pouco sólidas. Ora vejamos um resumo dos acontecimentos:

  • Time Magazine publica artigo e cita um relatório da Microsoft Canadá;
  • A Microsoft Canadá, no seu relatório citou a Statistic Brain;
  • A Statistic Brain no seu website não utiliza citações.

Porém, o relatório da Microsoft Canadá não tem autores identificados, a página do relatório que refere a Statistic Brain como fonte não diz o nome, ano e o autor dessa estatística. Estranho, não acha?Mas quem é a Statistic Brain?

A minha pesquisa indicou que a Statistic Brain é uma empresa que vende dados estatísticos por subscrição. Eles afirmam ter mais de 500. 000 dados estatísticos customizados. Também afirmam possuir dados únicos e fiáveis que protegem as pessoas de fake news e relatórios enviesados.

Para uma empresa que se diz fiável, ela apresenta poucas fontes ou explicações para a origem dos dados, como podemos ver na imagem seguinte.

A Ceros, na sua investigação, contactou a Statistic Brain. Contudo, esta não prestou qualquer declaração sobre os dados estatísticos.

Uma história pouco sólida que captou muito a atenção da sociedade, por isso, importa tentar perceber como se deu este fenómeno.

Além do mais, a primeira vez que a memória de um peixe-dourado foi comparada à de um utilizador de internet foi em 2002, num artigo sem autoria da BBC.

Aliás, não mesmo nesse artigo existem dados, afirmações ou estudos que suportem esta afirmação.

Atenção humana

O cérebro humano não está preparado para multitasking. De acordo com a psicóloga Gemma Brigs, a atenção humana depende da tarefa.

Um outro artigo refere que a atenção humana depende das seguintes condições:

  • Hora do dia (eu pessoalmente chamaria de disponibilidade) – quando as pessoas estão a alternar entre tarefas, tendem a consumir conteúdo na diagonal;
  • Interesse no tema – se o tema for do interesse da pessoa e for apresentado de forma apelativa, haverá interesse em consumir o conteúdo;
  • Expectativas – o conteúdo tem de ser consistente e corresponder às expectativas porque as pessoas estão habituadas a consumir conteúdo e esperam ter experiências de consumo parecidas.

 

Então por que é tão difícil os humanos manterem-se concentrados mesmo quando as condições se proporcionam?

Porque o nosso cérebro é melhor a perseguir informação nova do que a terminar uma tarefa em curso, afirma Eric Barker.

 

«Tudo bem, mas se o seu cérebro é tão bom em buscar novas informações, por que é tão terrível prosseguir? Porque a parte que busca informações é muito mais forte do que a parte de ‘controle cognitivo’ que permite concluir tarefas. Do ponto de vista evolucionário, perceber que havia um leão atrás de você era muito mais importante do que continuar a qualquer tarefa com a qual você estivesse ocupado antes de Simba aparecer.» – fonte: This Is How To Increase Your Attention Span: 5 Secrets From Neuroscience.

A culpa da tecnologia

A culpa da humanidade se distrair tanto não é da tecnologia. É do cérebro.

O nosso cérebro não está preparado para fazer várias coisas ao mesmo tempo, apesar de nós acharmos que sim. Cada vez mais, as pessoas utilizam o telemóvel enquanto veem TV, usam o computador, conduzem e em momentos sociais.

Portanto, a culpa da tecnologia é que ela está a ficar com a nossa atenção. Hoje temos mais conteúdo disponível para consumir a qualquer altura e em qualquer lugar do que em outro momento qualquer da História.

Aliás, existem cada vez mais conteúdos e eles lutam pela atenção dos consumidores que é limitada. Portanto, é fácil haver distrações.

No livro The Distracted Mind é referido que em média nós olhamos para o nosso telemóvel 150 vezes por dia.

Vivemos numa época onde somos bombardeados com informação de forma constante. Primeiro, estão a ver um story no Instagram e arrastam um dedo para cima e já estão a ser levados para um site externo. Posteriormente, estão a ler um artigo e clicam num link e novamente perderam o foco…

As empresas, nos seus esforços por obter a atenção humana, inundam espaços de lazer com publicidades, por isso, é importante planear.

Atenção no Marketing

Nas decisões estratégicas e na produção de marketing de conteúdo temos que ter em foco o cliente. Primeiro, conhecer o melhor possível o cliente é um objetivo necessário e fundamental. Segundo, não se devem definir estratégias com base em opiniões pessoais e achismos.

Hoje, existe muita informação disponível sobre os clientes. Além disso, muitas vezes são os próprios clientes a partilhar essas informações com as empresas.

Essa informação tem de ser aproveitada e trabalhada pelas empresas para prestar ao cliente um serviço de excelência que satisfaça as necessidades deles.

O mito do peixe-dourado é apenas um de muitos que a população assume como verdade. Isto representa um perigo e um alerta. Muita investigação é necessária para conseguir produzir estratégias e conteúdos, honestas, credíveis e relevantes.

A genética humana é responsável por este tipo de histórias conseguir ter destaque, mas irá caber aos profissionais de Marketing continuar a produzir conteúdos relevantes para os clientes e para a sociedade.

Por isso, tenham atenção aos conteúdos que produzem e consomem!

Leia o artigo original no blog Marketing com Conteúdo, cujo tema principal é o marketing de conteúdo

 


Artigo elaborado por Tiago Silva, jovem de 24 anos. Tiago licenciou-se em Gestão pela Universidade dos Açores, sendo mestre em Ciências Económicas e Empresariais, com especialização em Marketing.

Algarve acolhe primeira edição do festival ‘Solaris Sunset Empire’

De 14 a 15 de agosto decorrerá, na Praia da Rocha, em Portimão, a primeira edição daquele que promete ser o maior festival de verão do Algarve, o ‘Solaris Sunset Empire’.

O primeiro dia está reservado a atuações de KSHMRFedde Le GrandKungsDannicMike Williams e Trobi. Para o segundo dia estão agendados concertos de  AfrojackW&WTchamiJuicy MMichael CalfanRavitez e Rich & Mendes.

De acordo com Isilda Gomes, presidente da Câmara Municipal de Portimão, este “será um dos grandes eventos do verão de 2018”, sendo fundamental para “a promoção do destino”.

Os bilhetes já se encontram à venda em  www.solarisempire.ptblueticket.ptticketline.pt e nos locais habituais.

 

‘NAMORADOS DA CIDADE’

Entrevista a Miguel Cruz, vocalista dos ‘NAMORADOS DA CIDADE’

Inicialmente, a banda ‘NAMORADOS DA CIDADE’ dedicou-se à recriação de temas portugueses das décadas de 60, 70 e 80. Pouco tempo depois, surgiram os originais. ‘Lá fora’ é o single de apresentação do primeiro álbum.

 

Quando se conheceram e optaram por formar uma banda?

Os NAMORADOS DA CIDADE surgem no início de 2015.  Aparecem para recriar temas do Festival da Canção da década de 60, 70 e 80, sempre com uma sonoridade mais rock.

Pouco tempo depois, aparecem as composições originais mantendo essa sonoridade já existente”.

 Onde atuaram pela primeira vez? Como descrevem a experiência?

“A primeira vez que atuámos foi no dia 25 de Abril de 2015, num Clube Recreativo na Charneca da Caparica, a convite de amigos da banda.

Serviu, sem sombra de dúvida, para criar o objetivo de em pouco espaço de tempo ter o projeto apresentável. Ainda nesse mesmo ano atuámos nas Festas de Alverca e na Feira da Luz em Carnide, por onde aliás já passámos novamente o ano passado”.

Porquê a aposta na recriação de temas portugueses das décadas de 60, 70 e 80?

“O projeto surge precisamente para recriar estes temas, com a intenção de não os deixar cair no esquecimento. Muitas destas canções são realmente muito bem escritas. Poemas e orquestrações únicas, que já pouco se vê a acontecer”.

 A 16 de fevereiro apresentaram o vosso primeiro álbum em formato digital. Como decorreu a experiência e qual tem sido a reação do público?

“Já tínhamos feito uma apresentação no Templários Bar que, aliás, nos acolhe desde o primeiro momento. É, sem dúvida, uma casa muito importante, não só porque acolheu o ‘nascimento’ da banda, como também por todas as condições que nos têm permitido tocar regularmente e dar a conhecer o projeto a muitas pessoas.

Também fizemos uma apresentação do álbum no LoungeD do Casino do Estoril, onde foi possível reunir em palco os convidados do disco”.

 Em que se inspiraram para a composição do álbum?

“Não temos propriamente uma única mensagem ou inspiração neste disco. Este CD tem uma série de temas que falam de amor, da vida quotidiana e de algumas memórias.

Além das letras escritas pelo João Soares e pelo Miguel, há mais um tema escrito pelo Diogo, dois pela Maria João Abreu e um poema muito bonito (Uivo do Feiticeiro) escrito por uma grande amiga nossa, a Gigi Manzarra”.

 O tema contém treze temas, três dos quais consistem em novas versões de rock de canções vencedoras de Festivais da Canção. Por que decidiram optar por novas versões?

“Simplesmente quisemos perpetuar estes temas, mas com a nossa sonoridade. Incluir estes três temas teve a intenção de não nos deixar esquecer que o nosso caminho começou desta forma, a dar novas sonoridades a temas tão bem conhecidos do público”.

A atriz Maria João Abreu assina dois dos temas e interpreta em dueto o tema ‘Caminho’. Como foi trabalhar com a atriz?

“A Maria João acompanha-nos desde o primeiro dia neste projeto. Foi uma das principais pessoas a lançar este desafio que, mais tarde, viria a resultar nesta colaboração também na escrita e até neste dueto, Caminho, que foi recentemente incluído na Banda Sonora da novela Vidas Opostas da SIC”.

 O álbum tem, ainda, a participação de Simone de Oliveira. Como descreve a experiência?

“O convite surge no momento em que decidimos que a Desfolhadda Portuguesa seria um dos temas a integrar no disco. A Simone prontamente aceitou o nosso convite e foi muito generosa, sendo que é para nós uma enorme honra poder ter a sua participação”.

Por que optaram por escolher o tema ‘Lá Fora’ como single de apresentação?

“O tema fala do quotidiano, o nosso quotidiano, de todos nós… Fala sobre amor, ‘desamor’, sobre memórias, saudades e tudo o que se passa à nossa volta, sem que isso afete a nossa forma de estar na vida.

É um tema transversal e com a sonoridade mais próxima daquela que caracteriza os NAMORADOS DA CIDADE”.

 Desde o lançamento, há algum tema que tenha adquirido destaque por parte do público?

“É curioso que o público se divide muito bem nas preferências que tem relativamente aos temas. Talvez os temas ‘Um dia’ e ‘Lá Fora’ sejam os mais consensuais nesta escolha… Mas é difícil…”.

 De momento estão a desenvolver algum projeto?

“Neste momento temos o tema Caminho como parte integrante da novela Vidas Opostas da SIC e estamos a preparar o videoclip desta canção.

Também continuamos a trabalhar em novos temas para um próximo disco que gostávamos que fosse em breve”.

 Qual a vossa próxima atuação?

“No próximo dia 15 de maio vamos apresentar o CD na íntegra num concerto na Sala 2 do Cinema São Jorge às 21h30.

No dia 25 de maio vamos estar no Templários Bar a partir da meia noite”.

 

 

 

 

The Norton’s Project

The Norton’s Project editaram o seu primeiro álbum em 2013 e regressaram com o EP ‘It´s Time’.

 

Entrevista a António Norton

Como é que se formou a banda de cinco membros?

“Esta formação é recente. Data de 2016. Não é a mesma formação do primeiro álbum de 2013 ‘Happiness, Love and Despair’. Após este primeiro álbum, quis procurar uma nova sonoridade, pelo que fui procurar outros músicos que dessem a energia, o Groove, a dinâmica e a vida a estas novas canções que começaram a ser rodadas em 2016″.

Era claro que queria uma guitarra elétrica, ritmo que desse aquela energia do Funk aos temas e que pudesse rasgar nos solos. Para tal, convidei o João Diogo Roque para rodar as novas canções e gravar o EP.

Conheço o João desde os meus tempos de faculdade e foi o único músico da banda que também gravou o primeiro álbum. Tenho também um projeto com o João chamado António Norton Trio, onde tocamos covers de malta do Soul, do Blues, como Stevie Wonder, Ray Charles, BB king, Sting, etc. Portanto, a escolha do João foi óbvia para mim e, claramente a certa.

Também queria um saxofone e o Tiago Cordeiro era o nome perfeito. Tocamos juntos desde 2013. Também faz parte do meu trio.  Ele rodou o primeiro álbum juntamente comigo e com o João Diogo Roque e sempre gostei dos solos deles e dos apontamentos que davam aos temas.

Para o baixo convidei o João Delgado Nunes, que está comigo desde 2016, e houve logo sintonia. Começou logo a soar com o Groove dele e, portanto, gravou o EP e juntou-se à malta.

E, finalmente, a bateria ficou a cargo do Leonardo Miranda pela sua musicalidade e ritmo”.

 

Quando atuaram pela primeira vez e como foi a experiência?

“A primeira atuação foi em 2016, no jardim das Amoreiras para um festival de música em Lisboa chamado ‘Faz música lisboa’. Apresentámos os temas deste EP e tocámos algumas canções do primeiro álbum. Foi um sucesso. O pessoal que estava a assistir curtiu bastante. Gerou-se um bom ambiente com as pessoas a cantarem as canções e a vibrar com a sonoridade, os solos, o Groove e a energia”.

 

Em 2013, editaram o vosso primeiro álbum Happiness, Love and Despair. Como decorreu a experiência?

“Foi uma experiência agridoce porque o álbum foi editado com outra formação. Fomos para a estrada. Fizemos bastantes Fnacs e rodámos o álbum com algum entusiasmo por parte das pessoas que iam passando por lá e ficavam curiosas com o que ouviam. Além das Fnacs, tocámos no Festival das Cores em Santo André, no Teatro Malaposta, no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, na Pensão Amor, no Windsfurf Café, no Tokyo, entre outros sítios.

Enfim, fomos rodando o álbum, sobretudo por Lisboa, mas praticamente os singles não passaram na rádio. Não houve qualquer crítica em qualquer revista de música. Ainda fomos a uns programas na televisão e dei umas entrevistas na rádio, mas pouco. O resultado foi que o álbum não teve impacto, não furou, não chegou aos festivais e acabou por se perder.

Na minha opinião, o primeiro álbum tem temas fortes, mas acabou por cair no esquecimento e, por esse motivo, a experiência foi agridoce”.

 

Em que se inspiraram no desenvolvimento do primeiro álbum?

O primeiro álbum foi escrito em parceria com o músico e compositor António Neves da Silva. Como disse, a formação era outra. As canções são inspiradas na ideia de uma viagem em torno de algumas emoções. Justamente por esse motivo, o álbum chama-se Happiness, Love and Despair. Inspirei-me em fases da minha vida em que senti alegria e vontade de viver e de criar.

O primeiro álbum é dividido em três partes: Happiness, com as canções ‘Call me a liar’, que é o single. É um blues com um ambiente sedutor, de jogo, que expõe um pouco os papéis que temos no jogo da sedução.

O segundo single Stay for a while, que explora a ideia de quando estamos com a companhia certa e essa pessoa não está nem aí.

O My friend, que é um tema ‘à lá Kusturika’, sempre a ‘partir’ num ritmo frenético de ska. Uma espécie de bebedeira cigana com um funeral à mistura, que ainda pretende refletir sobre as pessoas que falam, falam e a vida passa-lhes ao lado.

A segunda parte do álbum explora um lado mais amoroso. O tal lado do ‘love’. É um registo mais de baladas, com dois temas: Slowly, que partilha a sensação quando começamos uma relação amorosa, como se estivéssemos a entrar numa valsa lenta e o My kind of woman, que é um retrato da minha mulher ideal.

Portanto a inspiração foi basicamente na minha vida e nas emoções que a vão colorindo”.

Das nove canções que compõem o álbum, há alguma que tenha adquirido destaque por parte do público?

“Eu diria o Call me a Liar, basicamente, porque é o single, porque fica no ouvido, porque tem um refrão forte, porque tem um videoclipe que ficou muito fixe. Outra canção forte é a My friend, a tal do delírio cigano que põe a malta toda aos pulos”.

 

Por que razão escolheram ‘Call me a Liar’ e ‘Stay for a While’ para singles do primeiro álbum?

“O Call me a Liar porque é um tema forte, bem gravado, bem construído, com um ótimo solo de Saxofone do Guto Lucena, um bom arranjo do António Neves da Silva, com um alto videoclipe feito pelo Papillon. Esses são os principais motivos. O Stay for a while porque também me pareceu um tema forte, que ficava no ouvido”.

 

Por que decidiram optar pelo Blues, Jazz, Reggae e Ska?

“Porque são estilos que eu adoro. O Blues vem mais de influências do meu pai e porque sempre dei por mim a vibrar com esta sonoridade.

O Jazz porque é a minha escola, a par da música clássica. Aprendi e aprendo Jazz durante vários anos e, naturalmente, tornou-se uma linguagem que queria usar. Eu não diria que é um álbum de Jazz, mas que tem as suas influências, o que é algo diferente.

O Reggae porque adoro esse estilo e cresci a ouvir e a cantar Bob Marley e o Ska porque aquele tema aciganado pedia essa energia que só o Ska tem”.

 

Que mensagem pretendem transmitir com a vossa música?

“Não existe propriamente uma única mensagem. Musicalmente gosto de explorar vários estilos de música e dar espaço para que os músicos possam solar à vontade.

Este EP tem uma mensagem de mudança, de começar algo novo, de seguir em frente, de acordar waking up, de dizer adeus goodbye my love, de dizer não I don´t want you porque It´s time.

A ideia é a de que chegou a hora de mudar e de acordar”.

Em 2018 deu-se uma viragem na vossa sonoridade com a aposta num registo mais Funk e Soul. Porquê?

“Passei a vida no Tokyo, que para mim é a catedral do Funk em Lisboa, fartei-me de ouvir essa sonoridade com altos músicos que por lá passam.

Digamos que o meu inconsciente foi-se povoando dessa energia e dessa sonoridade. Portanto, quando peguei em algumas das letras que tinha começou a sair este registo. Queria fazer uma cena mais Groove, com mais ritmo, mais festiva. Portanto, fiz por isso e juntei esta “crew” e agora estamos aí!”.

 

Este ano lançaram o EP ‘It’s Time’ que integra quatro temas. Como foi decorreu a experiência?

“A experiência em estúdio foi altamente. Não foram precisas muitas sessões de gravação, o ambiente foi ótimo.

Para este EP juntaram-se também as vozes da Filipa Coutinho e da Waya. Tive os teclados do Diogo Santos e um duo de sopros com o Rodrigo Lage e o Jorge Barroso. Todos estes músicos elevaram os temas e deram-lhes ainda mais força e carisma.

Ainda não tivemos o lançamento do EP, mas estou em crer que será uma festa”.

 

A que se deveu a escolha do nome do EP?

“Essencialmente, deveu-se à ideia de mudança. Acho que quero dizer It´s time, chegou a hora de mostrar a nossa música, a nossa sonoridade. O nome representa essa energia de mudança e também de mudança de estilo”.

 

De momento estão a desenvolver algum projeto?

“De momento estou a procurar agenciamento e a marcar concertos para começarmos aí a tocar em força. Tenho mais ideias e canções na calha, mas cada coisa tem o seu timing. ‘No rush’”.

“A nossa linha é a juventude!”

A Associação de Juventude da Ribeira Grande (AJRG) surgiu em janeiro de 2006. É uma Instituição Particular de Solidariedade Social que está ao serviço dos jovens daquele concelho. Jonas Carreiro é quem lidera a estrutura, cujos os projetos são desenvolvidos através da boa vontade e dedicação da direção e dos associados

 

Em que consiste AJRG e quais são os seus objetivos?

“A AJRG nasce com o propósito de promover iniciativas junto de famílias em situação de exclusão social – apoiar os jovens e as crianças em risco; intervir na educação e formação social e no apoio à empregabilidade de grupos sociais desfavorecidos; promover atividades intergeracionais e, ainda, projetos nas áreas do desporto, ambiente e cultura. Sendo uma associação de âmbito concelhio é, neste momento, objetivo dinamizar iniciativas de nascente a poente, promovendo uma participação ativa e responsável dos jovens ribeiragrandenses, valorizando-os tal e qual como são”.

 

De que forma se alcançam cada um dos objetivos da AJRG?

“Para 2018 definimos três pilares de atuação: a inclusão social juvenil, a prevenção, a sensibilização ambiental e a promoção da cultura. Com base nestes pilares foi elaborado o plano de atividades que engloba um conjunto de ações que visam a consciencialização e responsabilização de viver em sociedade. O contato direto e permanente com os jovens é fundamental. Procuramos ter uma postura informal, de proximidade e ir ao encontro daquilo que os jovens procuram”.

 

Qual o trabalho desenvolvido pela AJRG?

“Sem quadro de pessoal permanente ou efetivo na AJRG é muito complicado a realização de atividades de maior abrangência social. Tudo o que estamos a desenvolver é através da boa vontade e dedicação da direção e dos associados. Além disso, estamos a proceder a vários ajustes nos procedimentos internos que têm consumido imenso tempo à direção. E, ainda assim, neste momento estamos constantemente a promover, em parceria com outras instituições, porque só assim é que faz sentido, trilhos pedestres, encontros intergeracionais, participações em momentos comemorativos pelo concelho, entre muitas outras atividades”.

 

Qual a importância da AJRG?

“A AJRG, sendo uma Associação de Juventude inscrita na Rede Regional de Associações de Juventude da Direção Regional da Juventude e uma IPSS no Concelho mais jovem dos Açores, é óbvio que será uma mais-valia para a juventude da Ribeira Grande. O bom relacionamento institucional com várias instituições de Nascente a Poente e as fortes parcerias que estamos a firmar neste momento advinham ventos muito favoráveis para a instituição e, por consequente, para a sociedade juvenil. Em breve, seremos um pilar fundamental no crescimento dos jovens e das suas famílias”.

Quem integra e poderá integrar a AJRG?

“A AJRG é composta, felizmente, por associados de todas as idades e a média de idades dos atuais 100 ronda os 60% entre os 12 e 30 anos e os restantes 40% acima dos 30 anos e, curiosamente, 60% do total dos associados são do sexo feminino. Quanto a quem poderá ingressar na AJRG?! São todas as pessoas que se identifiquem com os princípios da AJRG e queiram contribuir ativamente para uma melhor promoção da cidadania e de uma juventude com bases sólidas e responsáveis”.

 

A AJRG conta com apoios financeiros públicos?

“Sim. A AJRG está inscrita na Rede Regional das Associações de Juventude da Direção Regional da Juventude que nos tem possibilitado a apresentação de diversas candidaturas anuais ao PIAJ (Plano de Incentivo ao Associativismo Juvenil) e a promoção de várias atividades ao logo do ano. Por outro lado, temos apoios pontuais mediante acordos previamente estabelecidos. Estas são as principais fontes de financiamento. No que confere aos tão badalados apoios às IPSS’s não estamos a usufruir pelo menos para já”.

 

Por que motivos optou por liderar a AJRG?

“Assumi o cargo por renúncia do antigo presidente. Desde há muitos anos que sou associado da AJRG e outros tantos em cargos nas sucessivas direções. A paixão que me move à causa pública começou em tenra idade. Sempre estive envolvido em vários grupos sociais na minha terra natal, a pacata freguesia de Lomba de São Pedro, a mais pequena e afastada da sede do concelho.

Quem vive em freguesias rurais, como a Lomba de São Pedro, sente dificuldades no acesso a inúmeros serviços e a revindicação e vontade de fazer mais pela nossa terra leva muitas vezes a participar em organizações que possam contribuir para o seu desenvolvimento.

A questão aqui foi que gostei tanto do ‘projeto AJRG’ que acabei por ir ficando e envolver-me, cada vez mais, ao ponto de pertencer a várias direções e assumir a direção num momento em que a organização mais precisava. No futuro pretendo apresentar um projeto e a minha candidatura à presidência da AJRG para continuar o trabalho que iniciamos há cerca de um ano. A AJRG precisa de estabilidade para conseguir desenvolver os seus projetos e focar-se nos jovens e nas suas especificidades”.

Qual a sua responsabilidade enquanto presidente da referida associação?

“Toda. De há um ano para cá, temos procedido a vários reajustes internos de grande importância, aos quais um presidente não pode descorar nem um minuto. Todos os membros da direção têm profissões exigentes e que ocupam muito do tempo de cada um de nós, mas com espírito de entreajuda temos conseguido levar este barco a bom porto. Foram alterações estatutárias, mudanças de pelouros e todas as implicações legais que acarreta para uma instituição, a continuação do plano já aprovado para 2017 e a preparação de 2018, o desenvolver das atividades e tudo isto realizado pelos membros da direção e vários associados porque, para já, a AJRG não possui quadro de pessoal”.

 

Como tem sido a experiência?

“’Quem corre por gosto não cansa’ é o espírito. Tem sido muito gratificante, tenho aprendido muito e reunido uma grande rede de contatos. A minha liderança ainda está no início e temos andado numa luta constante na aprendizagem de procedimentos, programas, atividades, reuniões… Uma vida muito preenchida, mas gratificante!”.

 

Desde que assumiu o cargo, que iniciativas desenvolveu? Qual a importância das mesmas?

“Estamos num processo de reorganização interna e, como é do conhecimento geral, estes processos são complexos e morosos e têm-nos consumido imenso tempo. São atividades invisíveis, mas de extrema importância. Quanto às atividades propriamente ditas foi a promoção e desenvolvimento das atividades que estavam contempladas no plano para 2017, foram trilhos pedestres, workshops, entre outros. As nossas atividades revestem-se sempre de uma importância base, a participação dos jovens e a a tradução das atividades em informações pedagógicas pertinentes à preservação, valorização e promoção do melhor de cada tema”.

 

Na sua opinião, há alguma iniciativa/projeto que se tenha destacado das restantes? Porquê?

“Em 2017, os projetos que me deram mais gozo preparar foram os trilhos pedestres, destacando a descida à Lagoa do Fogo com um grupo de entusiastas por natureza e natureza dos Açores”.

 

De momento está a desenvolver algum projeto?

“Muitos são os projetos que temos em mente… mas o que se destaca é, certamente, a procura constante de uma sede própria para a AJRG. Atualmente, a sede social é na sede da Junta de Freguesia da Ribeira Grande – Matriz o que, por vezes, torna difícil a conciliação das reuniões e atividades da AJRG com a agenda própria que existe. Na minha terra os mais velhos diziam o seguinte: ‘Quem casa quer casa’ e é precisamente isto que está acontecer à AJRG. Estamos num processo de mudança e a crescer a olhos vistos… precisamos do nosso próprio espaço!”.

 

Que iniciativas pretende vir a desenvolver?

“Como associação de juventude estamos a trabalhar na elaboração de vários projetos nesse sentido… a nossa linha é a juventude! A Juventude da Ribeira Grande precisa de uma instituição que olhe para ela tal e qual como ela é… jovem, irreverente, curiosa, cheia de vontade de aprender e conhecer coisas novas…  Para chegarmos até esta faixa etária temos de pensar como eles e é isso que estamos a fazer. Estilo de vida saudável, “turisticar”, reviver, responsabilizar e sensibilizar nas áreas do ambiente, cultura, desporto e cidadania são o foco”.

 

Quais as suas expectativas em relação ao futuro da AJRG?

A AJRG tem um logo caminho a percorrer enquanto instituição. Estamos a solidificar as bases e a notoriedade na sociedade ribeiragrandense. Somos e seremos uma associação do concelho e envolveremos jovens oriundos de todas as freguesias do Concelho. Dizer que o céu é o limite estaria a ironizar, mas estamos prontos para ajudar os jovens.

O ideal seria ter uma equipa de profissionais multidisciplinares para acompanhar os jovens e estes verem a AJRG como uma segunda casa… a CASA fixe! A CASA onde os jovens têm nome e não um número, onde são compreendidos e não obrigados a compreender, onde fazem o que gostam e não o que há para fazer! Pretendemos contribuir para que os jovens sejam responsáveis, focados e principalmente felizes e integrados…”

 

 

Comemoração do Dia Mundial da Árvore contou com mais de 600 alunos

Hoje mais de 600 alunos do 3º e 4º ano de escolaridade participaram em várias atividades lúdicas e pedagógicas na Reserva Florestal de Recreio no Pinhal da Paz, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Árvore.

Técnicos e guardas florestais orientaram os jogos didáticos, cuja temática assentou na floresta, tendo sido criado para o efeito um circuito rotativo, com várias estações.

“Este é um dia para brincar, mas também para aprender junto da Natureza. Estes momentos simbólicos servem para se reforçar a mensagem da importância de bem cuidar das nossas árvores e da nossa floresta junto das novas gerações” – salientou Anabela Isidoro, diretora regional dos Recursos Florestais.

O Dia da Árvore nas restantes ilhas será assinalado com diversas iniciativas que irão englobar cerca de 2400 crianças em ações de sensibilização e atividades, com a plantação e oferta de mais 5600 árvores.

Anabela Isidoro estará presente em diversas atividades lúdicas sobre a temática que irão decorrer amanhã em Angra do Heroísmo.

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