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‘Quis o Amor’, o novo single de Yami

A dois de novembro, o artista Yami irá lançar o seu novo single intitulado ‘Quis o Amor’.

“É mais uma canção que não quis ficar na gaveta como muitas outras. Expressa o que eu sinto pelas pessoas que me são realmente próximas pois elas fazem-me sentir especial: a mais bela flor do seu jardim!”, salientou o artista acerca do seu novo trabalho.

Yami é intérprete, produtor, compositor e baixista, tendo colaborado com diversos artistas nacionais e internacionais, como Anna Maria Jopek, Demmis Roussus, Marito Marques, Rahani Krijna, Munir Hossn, Paulo de Carvalho, Ivan Lins, Sara Tavares, entre outros.

O single já se encontra em pré-venda no iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/quis-o-amor-single/1439243643?l=en.

As livrarias franciscanas na perspetiva dos especialistas

A 27 de outubro, pelas 16h00, no Museu do Oriente, em Lisboa, quatro especialistas em livros raros reúnem-se para discutir a importância do espólio da exposição ‘Olhares sobre a Livraria do Convento da Arrábida’.

A iniciativa apresenta entrada livre, apresentando um limite da capacidade da sala até 120 lugares.

“Um olhar sobre livros e leituras nos conventos da província da Arrábida” é o que sugere Fernanda Campos, especialista em livrarias conventuais franciscanas, ao traçar um historial dos conventos arrábidos em Portugal e com a apresentação de exemplos da importância atribuída aos livros e à leitura.

A conferência integra, também, a participação de Teresa Amaral, bibliotecária do Palácio Nacional de Mafra, numa intervenção em que dará a conhecer os autores e temáticas que constam do acervo das duas bibliotecas.

Por seu turno, Teresa Lança Ruivo, responsável pela área de conservação de coleções da Biblioteca Nacional de Portugal, abordará a importância do tratamento documental do acervo de livros pertencentes à Livraria do Convento da Arrábida.

 

Orquestra de Violas da Terra no Nordeste

No sábado, dia 27 de outubro, pelas 18h00, a Orquestra de Violas da Terra da ilha de São Miguel fará o seu concerto anual do Centro Municipal de Atividades Culturais de Nordeste.

É a primeira vez que a orquestra mencionada se apresenta em concerto no Nordeste, sendo um objetivo da Associação de Juventude Viola da Terra tentar motivar a prática do instrumento naquele concelho, onde se encontram poucos tocadores de viola.

O concerto de entrada livre irá integrar cerca de três dezenas de tocadores, com idades entre os 11 e os 70 anos, oriundos de diversas Escolas de Violas da ilha de São Miguel, de grupos folclóricos ou até músicos que aprenderam a tocar sozinhos ou com familiares e amigos.

Carolina Constância, no violino, Eduarda Braga, na voz, Gianna de Toni, no contrabaixo, e Sílvia Oliveira, na flauta, também se irão juntar à orquestra.

A Orquestra de Violas da Terra foi criada em 2011 e resultou de uma atividade de final de ano letivo no Conservatório Regional de Ponta Delgada, iniciada em 2009 e intitulada ‘Dia da Viola da Terra’.

 

 

‘O Sonho do Miguel’ no Estúdio 13

A 27 e 28 de outubro o Estúdio 13 – Espaço de Indústrias Criativas acolhe o espetáculo ‘O Sonho do Miguel’.

Nove crianças, dos cinco aos 12 anos, e três adultos prometem conduzir o público numa aventura com música, luz e ação.

Direcionado para toda a família, ‘O Sonho do Miguel’ assume-se como uma janela aberta para o imaginário infantil, sob direção de Mário Moniz e produção da Associação Musiquim, Associação Musicoteatral dos Açores.

A 27 de outubro, o espetáculo decorrerá às 16h30, enquanto no dia 28 está agendado para as 11h, sob duração de 45 minutos e num custo de 7,5 euros.

Os bilhetes encontram-se à venda no Estúdio 13, localizado na Rua das Laranjeiras, armazém nº. 13, sendo possível reservar e solicitar informações pelo e-mail estudio13.geral@gmail.com.

O espetáculo integra o apoio à produção do Estúdio 13, da Câmara Municipal da Ribeira Grande, da Pontilha e da AME – Escolinha de Ballet.

A Musiquim – Associação Musicoteatral dos Açores, sob direção de Mário Moniz e André Melo, é responsável por projetos como os ‘Du-Dé-Du’, ‘Crescer com Música’, ‘Música Bebé’, ‘Música na Infância – Formação de práticas artísticas’, entre muitos outros.

Mário Moniz é licenciado em Ciências Musicais pela Universidade Nova de Lisboa e pós-graduado em formação educacional para o ensino da música, sendo a área disciplinar nuclear o Ensino da música para bebés e crianças em idade pré-escolar.

É mestre em Práticas Culturais para Municípios, Mário frequenta formações na área artística e pedagógica na Casa da Música no Porto, participando, anualmente, nos Encontros Internacionais de Arte para a Infância, na Fundação Calouste Gulbenkian,

André Melo é licenciado em comunicação e mestrando em teatro pela Universidade de Évora. Participou em diversas peças de teatro nos Açores e em Portugal Continental, tendo encenado mais de 15 espetáculos.

É formador de Expressão Dramática, Corporal e Música em Diversos estabelecimentos de Ensino Infantil e Profissional.

‘9 Ilhas, 2 Corações’ na Ribeira Quente

O músico açoriano Rafael Carvalho apresentou na Ribeira Quente, freguesia natal, o seu recente trabalho musical intitulado ‘9 Ilhas, 2 Corações’.

Este é o quarto álbum editado que visa homenagear todos os que se dedicaram e continuam a dedicar à música tradicional nas nossas ilhas.

Na ocasião, Rui Fravica, vereador da Cultura da Câmara Municipal da Povoação, elogiou o papel preponderante que o músico desempenha na representação da viola da terra, destacando o orgulho que é ter um filho da terra a levar o bom nome além-fronteiras.

‘9 Ilhas, 2 Corações’ engloba 80 temas de todas as ilhas dos Açores executados a solo numa viola da terra.

Com o seu recente trabalho, o músico pretende deixar registado um repertório que possa ser ouvido e estudado por todos os que gostam, procuram conhecer e aprofundar conhecimentos sobre a tradição musical açoriana.

A apresentação contou com Rafael Carvalho, na viola da terra, César Carvalho, no violão, e Carolina Constância, no violino. O evento ocorreu na sede da Junta de Freguesia da Ribeira Quente, onde se ouviram algumas músicas novas, outras portuguesas da atualidade e outras brasileiras.

Sessão de leitura para bebés no Museu Francisco de Lacerda

No Museu Francisco de Lacerda, em São Jorge, terá lugar uma sessão de leitura para bebés entre os seis e os 24 meses.

A iniciativa, agendada para as 15h00 do dia 27 de outubro, será orientada por Ana Janeiro, numa lógica de fomentar o desenvolvimento da linguagem, da criatividade e da imaginação. Para tal, serão utilizados objetos simples e do quotidiano, utilizando sons, música, fantoches e livros adequados ao público.

A participação na atividade é limitada, pelo que as inscrições deverão ser efetuadas para os e-mails museu.flacerda.indo@azores.gov.pt ou Catarina.D.Rosa@azores.gov.pt, através do telefone 295 416 323 ou diretamente no Museu.

MiratecArts promove música regional além fronteiras

A Associação MiratecArts está a promover a campanha ‘Hoje Açores Today’ para promover a produção musical regional no mundo.

Cerca de vinte projetos musicais, integrando bandas e artistas a solo, aliaram-se à campanha, cuja primeira apresentação ocorrerá nas Canárias de 24 a 28 de outubro.

“A campanha inclui presença em conferências internacionais, criação de vídeos e apresentação de concertos locais. Arrancamos na maior feira de músicas do mundo, Womex, que este ano acontece em Las Palmas e estou contente porque vamos conseguir promover estes projetos musicais a mais de 1500 profissionais, dos quatro cantos do mundo”, adiantou Terry Costa, diretor artístico da MiratecArts.

Cada projeto evidenciou uma música original, clássica ou tradicional que será promovida em diversos programas durante os próximos dois anos.

“A realidade é que a indústria musical ainda não conhece os grandes talentos e a diversidade que as nossas ilhas produzem. Este é apenas um pequeno primeiro passo para começar a ultrapassar essas barreiras, com o intuito de que alguém será ‘descoberto’ por entidades estrangeiras e contratado”, salientou Terry Costa.

Na qualidade de participantes incluem-se Bia, Bruma Project, Bruno da Rosa, Fat of the Land, Horta G, Hugo Almeida, João da Ilha, King John, Luís Alberto Bettencourt, Luís Barbosa, Myrica Faya, Nina, Rafael Carvalho, Raquel Dutra, Ronda da Madrugada, Sara Cruz, Sonasfly, Swift Trigga, e WE SEA.

Todos os artistas participantes já produziram, no mínimo, um EP ou CD, apresentaram-se em público além da sua localidade e fazem parte da MiratecArts através da rede http://www.discoverazores.org/

Nuno Costa regressa aos palcos com ‘Alcina, The #privatejoke show!’

‘Alcina’ assim se intitula a personagem humorística e satírica representada por Nuno Costa e que está de regresso após dez anos de ausência nos palcos regionais e internacionais.

Com 50 anos, Alcina é uma mulher falida, mas chique que agora regressa aos palcos sob compromisso de efetuar uma análise minuciosa às realidades regional e nacional e de apresentar as suas peripécias.

De acordo com Nuno Costa, a crítica à atualidade incidirá, sobretudo, em política, sendo que a representação será adaptada a cada localidade. “Além disso, Alcina conta situações caricatas que surgem no seu dia a dia, do seu falecido marido, do seu atual pretendente e da sua filha celeste que será interpretada por Celso Pereira”, garantiu Nuno Costa à MegaJovem.

Criada em 2005 por Nuno Costa, ‘Alcina’ surgiu aquando da criação do grupo de Teatro e Dança intitulado ‘k9’, na freguesia da Salga, concelho de Nordeste. A representação de ‘Alcina’ continuou, não obstante o grupo referido, orientado por Nuno e Cátia Maurício, ter terminado por volta de 2007.

“Alcina era o nome de uma senhora que me ministrava injeções quando era pequeno…tinha imenso medo dela! (risos). Vigiava e esperava a hora da sua chegada e dizia ‘Aí vem ela!’”, explicou o Nuno à MegaJovem.

Pouco tempo depois, o jovem foi “forçado” a parar de representar Alcina pelo falecimento do pai, vítima de doença prolongada, e por dedicação aos estudos e à empresa de construção civil que teve de gerir na altura.

O seu gosto pelo teatro surgiu desde tenra idade, uma vez que o gosto pelas artes sempre esteve presente no seio da família. Foi no quinto ano de escolaridade que descobriu o gosto pela representação com o professor Eduardo Jorge Lima Melo, na peça ‘Rato Sabichão’.

“Porque me apeteceu… tinha saudades!” é a justificação de Nuno Costa para o regresso da Alcina. Recentemente, o jovem gravou, no The Lince Nordeste Country and Nature Hotel, na Vila de Nordeste, o vídeo promocional de ‘Alcina, The #privatejoke show!’.

“O hotel demonstrou interesse em colaborar com o projeto e, sendo a Alcina do Nordeste, resolvemos gravar lá sob direção da Dra. Marisa Dias, licenciada em Cinema”, frisou.

A apresentação do show decorrerá no Nordeste em data a anunciar, sendo que as expectativas do jovem são, acima de tudo, divertir-se e fazer o público rir.

https://www.youtube.com/watch?v=rpi4ycnQl90

https://www.facebook.com/nuno.costa.927980/videos/2445858095454189/?t=0 

Single dos ‘Cambraia’ a 26 de outubro

O novo single dos ‘Cambraia’ denomina-se ‘Nua e Crua’ e estará disponível em formato digital no dia 26 de outubro.

“O que é que se diz ser nua e crua? A verdade, pois é. E este novo tema está cheio dela. Antes de mais nada, verdade na letra. Esta canção nasceu depois dela. Verdade na música que nasceu tão rápida e espontaneamente. E finalmente verdade na entrega do piano, do violoncelo, do violino e da voz que lhe deram vida”, salienta o grupo a propósito do seu novo trabalho.

Com origem em 2017, os ‘Cambraia’, visam explorar tradições da música portuguesa e compor música moderna. O cómico, o sonho, a dor, a alegria e o espanto são alguns dos elementos que se encontram bem patentes na sua música.

Em 2015 lançaram o álbum ‘Concordar Com Gente Grande’ e agora estão de regresso com o novo single ‘Nua e Crua’.

Exposição ‘Sorrisos de Pedra’ de volta ao Faial

A exposição ‘Sorrisos de Pedra’, com esculturas por Helena Amaral e fotografia por Pedro Silva, regressa à ilha do Faial.

Amanhã, pelas 15h00, encontra-se agendada a abertura oficial do evento, onde estarão presentes artistas na Sala Polivalente da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta.

Sorrisos de Pedra de Helena Amaral consistem em esculturas de bombas de lava da ilha montanha. Formadas de bagacina e basalto, a artista esculpe com a rebarbadora.

“É no rosto, no olhar, no sorriso de cada um de nós que as emoções explodem, desenham e gravam as rugas das alegrias e tristezas da vida. Sorrir é comunicar sentimentos íntimos. Sorrisos de Pedra pretende oferecer o enorme potencial que é o sorriso nos rostos das crianças, dos adultos e dos mais velhos”, salientou a artista Helena Amaral que estará presente no evento de abertura.

De salientar que ‘Sorrisos de Pedra’ de Helena Amaral assume-se como um projeto da MiratecArts que arrancou há três anos, na ilha do Pico.

Desde exposições, palestras e workshops em redor do projeto, também foi criada uma dança contemporânea, uma exposição fotográfica, um roteiro que enquadra 160 esculturas e uma exposição itinerante.

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