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Tema ‘Haja Saúde’ em destaque no International Portuguese Music Awards

Créditos de imagem: Google Imagens.

Zé Duarte, natural da ilha do Pico e radicado em São Diego, Califórnia, destacou-se nos International Portuguese Music Awards.

O artista venceu na categoria ‘Música Popular’ com o seu tema intitulado ‘Haja Saúde’. O evento, que decorreu em New Bedford, Massachusetts, visa reconhecer a qualidade musical de artistas com ascendência portuguesa.

‘Trio Origens’ com dois concertos de entrada livre

O ‘Trio Origens’ irá realizar dois concertos, a 28 e 29 de abril, com entrada livre.

A primeira atuação decorrerá a 28 de abril, pelas 21h, no Centro Municipal de Atividades Culturais do Nordeste. Por seu turno, a 29 de abril, pelas 17h:30 irá realizar-se a segunda atuação no Museu Municipal de Vila Franca do Campo.

Rafael Carvalho, Carolina Constância e César Carvalho compõem o trio que junta a Viola da Terra, Violino e Violão. O concerto do ‘Trio Origens’ tem por base um repertório tradicional de várias ilhas açorianas, incluindo, também, peças tradicionais de outros países.

Jorge Courela

O seu gosto pela música surgiu desde cedo. Jorge Courela é músico, educador musical e autor dos livros e álbuns ‘As Canções do Professor Jorge’, ‘Zé Maria Catatua’ e ‘Capitão Miau Miau’

 

Como surgiu o seu gosto pela música?

“Surgiu desde muito cedo, lembro-me de, aos cinco anos, esconder um pequeno rádio branco a pilhas debaixo da almofada. Quando a minha mãe se despedia, apagava a luz do quarto e encostava a porta. Eu ligava esse rádio, colocava o volume baixinho e ouvia o meu programa preferido intitulado ‘Cinco Minutos de Jazz’. Lembro-me de anos mais tarde comprar o Thriller de Michael Jackson e ficar horas a ouvir as canções, totalmente fascinado com as ilustrações e com as letras”.

Qual o seu estilo de música preferido? Porquê?

“De momento não tenho preferência de estilo. Não me interessa se é pop, rock, metal, sinfónico, jazz, world music ou fado. O que me interessa é ter uma excelente melodia, um ritmo interessante e, no caso de não ser música instrumental, uma letra que me faça sentir algo especial, de preferência algo único”.

Porquê a dedicação aos mais novos?

“Um dia fizeram-me uma proposta para apresentar um projecto de música para creche e jardim de infância. De início recusei porque achei que não conseguiria fazer um bom trabalho. Já passaram quase nove anos e muita coisa aconteceu, sinto que foi a vida que me foi encaminhando para onde estou”.

Qual a importância da música para as crianças?

“A minha resposta é tão complexa que os leitores acabariam por ficar aborrecidos de tanto ler. Prefiro responder com algumas perguntas: Tudo no Universo vibra, se vibra tem som, se tem som, tem uma nota específica. Seremos todos instrumentos cada qual a tocar a sua nota? Juntos poderemos ser a mais bela sinfonia do Universo? Estaremos todos a tocar afinados?”.

Qual tende a ser reação das crianças do ensino pré-escolar face à música?

“Maravilhadas, fascinadas. Quem assiste às minhas sessões de música, pais ou crianças, sente que está a assistir a um momento único, belo, mas simples. Nota-se no olhar de cada criança não só uma alegria imensa, mas também o olhar de quem se está a lembrar do que já sabe, como se fizesse uma ligação a algo que já está nela. É mágico”.

Quando atuou pela primeira vez? Como foi a experiência?

“As minhas primeiras atuações aconteceram numa roda de amigos, numa praia que se chama ‘Cova do Vapor’. Fazíamos uma fogueira, cantávamos e tocávamos músicas dos The Doors. Algumas noites foram realmente especiais. Éramos todos muito miúdos”.

Como descreve o seu processo criativo?

“É complexo e nunca igual. O piano e a guitarra estão sempre presentes. Mais o piano, apesar de não ser pianista. Invisto muito tempo na melodia, na harmonia e no ritmo. Ainda mais tempo na história, no encadeamento dos personagens dos musicais e das peças de teatro. Desenho esboços, storyboards, penduro tudo na parede, ficam lá meses. Faço esculturas em barro, em massa de moldar. Deito tudo fora, começo de novo.

Por vezes as histórias ou as canções gritam para sair cá para fora, outras escondem-se tão bem que tenho de escavar fundo. Agora ando com um personagem que não me larga, mas eu já lhe disse: – Fica quieto que ainda não é hora. E ele lá está, com a sua vida para contar. Ainda agora espreitei e vi-o sentado a olhar para mim, de braços cruzados, a bater o pé direito, à minha espera”.

Tendo em conta que o seu público-alvo são os mais novos, exige-lhe um maior empenho em termos de criatividade?

“Creio que a minha obra não é só para crianças, no caso do Capitão Miau Miau, por exemplo, os pais gostam tanto como os filhos. Esse equilíbrio é algo que penso ser a minha marca. Às crianças devo uma única coisa, a sinceridade e o respeito. Elas sentem o que é verdadeiro e o que é fingido. Dentro desse Universo de verdade posso escrever tudo, sempre com o intuito de estimular e divertir, causar espanto e mistério, criar um momento de enorme tristeza para depois resgatar uma imensa alegria. Não é assim a própria vida?”.

O que pretende transmitir com as suas músicas?

“Alegria, memórias de uma plenitude já existente, celebração, vida”.

Qual tem sido a reação face aos álbuns ‘As Canções do Professor Jorge’, ‘Zé Maria Catatua’ e ‘Capitão Miau Miau’?

“Bastante positivo. As canções são ouvidas em todo o mundo, a Farol Música é responsável pela sua distribuição e tem feito um bom trabalho. É preciso lembrar que os álbuns são um seguimento do trabalho literário. Existem os livros, a Soregra Editores, as peças de teatro, o magnífico trabalho do encenador Fernando Gomes, da companhia de maravilhosos atores do Teatroesfera. Já são muitas as pessoas que estão ligadas ao meu trabalho. É maravilhoso e uma grande responsabilidade”.

Qual dos seus trabalhos musicais adquiriu um maior destaque?

“O Capitão Miau Miau. É um fenómeno interessante. Vale a pena descobrir. Sem vaidade penso que já é um clássico”.

‘Capitão Miau Miau’ está em cena. Teve oportunidade de assistir?

“É sempre o público que pede que a peça volte. Hoje, aquando esta entrevista (domingo 21 abril), estará às 15 horas no Time Out Market (Mercado da Ribeira Cais do Sodré Lisboa). Já vi sim, fiquei muito emocionado e orgulhoso por toda a equipa”.

A seis de abril apresentou o tema ‘Eu pinto Um Desenho’. Como tem sido a reação por parte do público?

“Bastante boa, é um tema que uso nos meus concertos, distribuo lenços coloridos, fitas pelo público. Quem sabe um dia terei um convite para fazer um concerto nos Açores?”.

 Está a desenvolver algum projeto?

“Tenho o meu novo livro/cd/musical pronto e já ilustrado. Espero que esteja pronto no início do próximo ano lectivo. É belo”.

 Quais são as suas expectativas futuras a nível musical?

“A vida ensinou-me a deixar de parte todas espectativas. É maravilhoso viver um dia de cada vez, fazendo o melhor que se pode. Estar atento. Receptivo ao milagre de cada dia. As coisas simples”.

The Code vencem prémios no International Portuguese Music Awards

A banda açoriana ‘The Code’ venceu duas categorias no International Portuguese Music Awards.

Os ‘The Code’ estavam nomeados para quatro categorias e venceram o ‘Melhor Tema Rock’ e o ‘Melhor Tema do Ano’ com ‘Fly Higher’. A entrega dos prémios realizou-se nos Estados Unidos da América, a 21 de abril.

Oficinas de Genealogia para os mais novos

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada promove Oficinas de Genealogia para apelar os mais novos a conhecer temáticas e documentos que integram o Arquivo.

A oficina irá integrar jogos lúdico-pedagógicos e destina-se a alunos do quinto e do sexto ano de escolaridade, a partir dos dez anos. Em 90 minutos, as crianças irão adquirir alguns conhecimentos e conceitos sobre a genealogia e história da família.

A participação deverá ser efetuada previamente para o contacto telefónico 296 30 50 40 ou para o e-mail socioeducativo.bparpd@azores.gov.pt.

Esta iniciativa é promovida pela direção regional da Cultura através da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada.

António Zambujo na ilha do Pico

A oito de maio, no Auditório da Madalena, realiza-se um novo concerto de António Zambujo.

Os bilhetes, no valor de 15 euros, já se encontram à venda na receção do referido auditório e podem ser adquiridos nos dias úteis das 8h30 às 13h:00 e das 14h:00 às 16h:00.

Caminhada pela prevenção dos maus tratos na infância com mais de 230 crianças e jovens

A caminhada pela prevenção dos maus tratos na infância integrou a participação de mais de 230 crianças e jovens, em Ponta Delgada.

A caminhada foi organizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ponta Delgada e contou com o apoio e participação da Câmara Municipal de Ponta Delgada.

Sob lema ‘Cuidar e proteger, ajuda-nos a crescer’, a caminhada iniciou-se na Avenida Antero de Quental, passando pelas ruas São Francisco Xavier, Coronel Silva Leal, Machados Santos e António José de Almeida.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ponta Delgada efetua, com o apoio do município, diversas iniciativas de sensibilização, com o intuito de promover os direitos das crianças e dos jovens.

Oficina para Bebés no Museu Francisco de Lacerda

A 28 de abril decorrerá a Oficina para Bebés no Museu Francisco de Lacerda, em São Jorge.

A oficina destina-se a crianças do um aos três anos, acompanhadas por um adulto, e visa a exploração sensorial. Catarina Dias da Rosa irá orientar a atividade com início às 10h30, estando a participação sujeita a inscrição prévia que deverá ser efetuada através do e-mail museu.flacerda.info@zores.gov.pt ou do telefone 295 416 323.

A oficina explora o sentido da visão, no âmbito da exposição ‘Visões’, e convida os participantes a explorar outros sentidos.

Esta é uma iniciativa promovida pela direção regional da Cultura através do Museu Francisco de Lacerda.

Apresentação do Gap Year Portugal na Universidade dos Açores

Hoje, no Anfiteatro Norte da Aula Magna na Universidade dos Açores,  decorrerá, pelas 14h, a apresentação do Gap Year Portugal.

Fernando Vaz estará presente na apresentação, a fim de partilhar a sua experiência que consistiu numa viagem por 30 países e cinco continentes, sem pagar transporte ou alojamento.

“Queremos transmitir a quem nos ouve que é importante não desistir de amar”

Os A.M.A. são um duo. Ele fascinado por pianos, teclados e por tudo o que seja digital, ela por cantar. O casal Zé Tó Lemos e Joana Andrade embarcou numa aventura musical com base no Synthpop. 

 

Os ‘A.M.A.’ são um duo. Quando é que se conheceram e decidiram juntar-se numa aventura musical?

“Foi num ensaio, o nosso primeiro encontro, há 12 anos atrás. A minha banda estava à procura de uma vocalista e a Joana foi fazer um casting. Desde então, a nossa aventura nunca mais teve fim”.

 

A que se deveu a escolha do nome do duo?

“O nosso nome só podia ser este! Somos um casal, apaixonados um pelo outro, assim como pela música e tudo o que fazemos. Amor, ‘Amar’ e cada vez ‘Mais Agora’ é a nossa forma de estar e de viver. Decidimos usar o acrónimo (A.M.A) porque adoramos o nome.

Por vezes, somos confrontados com facto de ser um nome muito próximo de D.A.M.A.

Não levamos a mal…não os conhecemos pessoalmente, mas gostamos do trabalho deles que também é muito bem feito.

Esperamos que eles também não levem a mal…nunca pensamos que nos identificassem por causa deles, nem queremos que isso aconteça. Mas para nós, faz todo sentido que o nosso nome seja como é”.

 

Como está a decorrer a experiência?

“Fantástica. Já andamos desde 2008 à procura do nosso som. Agora que o encontramos, só podíamos estar a adorar tudo o que de bom tem acontecido”.

 

Por que decidiram optar pela vertente digital para lançarem temas?

“Sabemos que o formato digital é o mais usado hoje em dia. Mas, a seu tempo, teremos todo o gosto em ter um CD físico nas lojas”.

 

Quais os vossos estilos musicais preferidos?

Synthpop, Jazz e Soul, sem sombra de dúvida”.

 

Porquê a aposta na música eletrónica, Pop e R&B?

“Foi um longo percurso até encontrar o nosso caminho. Não pensamos no estilo, procuramos algo que nos identificasse e surgiu rasgos desses estilos musicais. Mas penso que o Synthpop é o que mais nos define”.

 

Zé Tó Lemos, como surgiu o seu gosto pelo piano e pela música em geral?

“Foi o meu primeiro instrumento oferecido pelo meu pai, um teclado da Yamaha. Desde então, tudo que tiver teclas é a minha praia. Com o passar do tempo e com uma grande ligação pessoal e emotiva à marca, acabei por ser endorser da prestigiada marca Yamaha. É com muito orgulho que falo disto. Sou um apaixonado por pianos, teclados e tudo que seja digital”.

Joana Andrade, como surgiu o seu gosto pela música?

“Sempre gostei de música e de cantar.

Desde pequena que os palcos me fascinam. Cantava na sala de casa para um público imaginário, depois passei pelo coro da igreja, ainda pequena. Com 13 anos, comecei a cantar em público em vários tipos de eventos. Foi uma paixão que cresceu comigo e que se foi tornando cada vez mais prioritária”.

 

São naturais de Santa Maria da Feira?

“Zé Tó Lemos é natural do Porto e está a “viver em Santa Maria da Feira, cidade em que me orgulho de viver, por todo o ativo desenvolvimento cultural”, afirma o músico.

Já Joana Andrade exclamou “Eu sou ‘fogaceira’ de gema!”.

 

Qual foi a primeira atuação dos ‘A.M.A.’? Onde decorreu a atuação e como descrevem a experiência?

“Foi incrível! Fizemos um concerto privado no estádio do dragão, onde a recetividade foi muito boa”.

 

Até ao presente, quantas atuações já realizaram, aproximadamente? Já atuaram fora de Portugal?

“Fora de Portugal nunca, mas era algo que adorávamos fazer. Lançamos os A.M.A para a estrada em janeiro deste ano e fizemos apenas três concertos. Recordamos, com muito carinho e um misto de emoções, um concerto da Joana. Foi no festival da Juventude, onde falhou o gerador logo na primeira música (risos). Ficamos parados duas horas, enquanto a organização resolvia o problema, e quando voltamos ao palco, tínhamos aproximadamente duas mil pessoas a aguardar a reentrada das bandas. Fomos a primeira a subir ao palco e foi incrível. Sentimos as pessoas em total êxtase e foi dos melhores concertos que demos”.

 

Como é que o público tem vindo a reagir face ao vosso trabalho?

“Muito bem. Temos escolhido bem os palcos onde passamos. Ter a sensibilidade de perceber os ambientes onde a nossa música se ‘encaixa’ é importante. As críticas têm-nos chegado da forma mais simpática possível, sendo através das redes sociais, rádios e mesmo nos poucos concertos que já fizemos! É gratificante perceber que as pessoas gostam de nos ouvir!”.

 

Como é estar em palco?

“Impossível descrever. É sentir um sonho no presente. O respeito pelo palco faz sentir sempre um nervoso miudinho…mas saudável. Adoramos”.

 

As letras das músicas incidem, sobretudo, em histórias de amor. Porquê?

“A essência do nosso trabalho é mesmo o amor.  Queremos transmitir a quem nos ouve que é importante não desistir de amar, ainda que por vezes tudo se torne mais difícil! Amar de todas as formas. Insistir. Não desistir. No fundo, contam um pouco de nós e, com certeza, um pouco de todos aqueles que nos ouvem”.

 

Paralelamente ao amor, quais são as vossas fontes de inspiração?

“Histórias de vida. Vamos anotando algumas experiências que passam por nós e por aqueles que nos rodeiam!”.

 

Se pudessem escolher uma música vossa, qual seria? Porquê?

“’Faltou-nos um Beijo’, pela estética musical, e AMA, pela letra que foi feita a pensar na nossa relação pessoal”.

 

Como é que funciona vosso processo criativo?

“Por norma, criamos e desenvolvemos ideias de músicas com o piano com base no nosso estúdio. Dedicamos e estipulamos tempo para a composição. As letras são, na grande maioria, escritas depois de termos um ‘rascunho’ da música. Muitas outras vezes, surgem-nos ideias que gravamos no telefone e depois vamos aperfeiçoando”.

 

Enquanto duo, torna-se difícil equilibrar opiniões?

“Não. Somos muito cúmplices é isso faz com que tudo flua de forma muito natural! Nada é complicado porque qualquer opinião contrária é tida como fator a ponderar para melhorar sempre mais!”.

 

São músicos a tempo inteiro?

“Sim. Eu [Zé Tó Lemos] sempre me dediquei à música a tempo inteiro. A Joana interrompeu temporariamente outro projeto de uma área distinta na vida dela e, neste momento, também se dedica apenas à música”.

Acham que Portugal é um país favorável à afirmação de músicos? Porquê?

Não. Achamos que, finalmente, se ouve mais música portuguesa, mas somos um povo que continua a consumir e a valorizar muita música estrangeira e isso não ajuda. Alguma dela injetada que quase nos obriga a gostar com a quantidade de vezes que passa nas rádios nacionais, embora pudéssemos desligar o rádio, o que acaba por não acontecer e elas vão entrando, vão entrando, vão entrando… e, com o tempo, acabam por entranhar, por vezes até, musicas horríveis comparadas com a boa música que por cá se faz.

Vou dar um exemplo dos nossos vizinhos Espanhóis que têm um mercado muito forte. Eles só consomem o que é latino. Até no cinema é quase tudo dobrado. Um bom exemplo aqui ao lado de casa. Em relação a novos artistas, continua a ser muito difícil de vencer pois acabamos por não ter espaço nas rádios nacionais.

Outro dos aspetos que também não se encontram a favor de novos projetos é a importância de ter uma agência, também essas, se encontram lotadas de artistas sem capacidade logística para mais…”.

 

De momento estão a desenvolver algum projeto?

“Estamos a preparar novos temas, o próximo vamos lançar em breve e podemos adiantar desde já, que será uma música muita fresca que antecipa o verão com o nome de ‘O Melhor Lugar’”.

 

Qual a vossa próxima atuação?

“Para já dia 3 novembro no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. Neste concerto iremos apresentar o palco com banda. Mas estamos convencidos que antes disso ainda podem surgir mais datas, pelo menos em formato diminuto. Esperamos no próximo ano ter agência e mais datas para vos informar numa próxima entrevista”.

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