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Campeonato Europeu de Patinagem artística com impacto financeiro positivo

O Campeonato Europeu de Patinagem Artística, que decorreu na Lagoa de 31 de agosto a oito de setembro, obteve um retorno financeiro económico para a Região na ordem dos 1,3 milhões de euros.

Os números foram apresentados pelo economista Óscar Rocha que analisou o impacto financeiro do evento a pedido da Associação de Patinagem de São Miguel.

O retorno financeiro total de 1.350.760 euros resultou, entre diversos fatores, das passagens aéreas, transportes terrestres, alimentação e alojamento. De referir que, no que diz respeito ao investimento público, a direção regional do Turismo, a Câmara Municipal de Lagoa e a de Ponta Delgada orçaram um total de 54.000 euros.

Na ótica de Cristina Calisto, presidente da Câmara Municipal de Lagoa, o evento teve um impacto importante no concelho de Lagoa, designadamente na restauração, turismo e alojamento.

“Ainda que não exista nenhum estudo económico de referência que demonstre o retorno efetivo para a Lagoa, acredito que esta análise também evidencia aquilo que foi deixado no concelho, tanto a nível económico, como financeiro, principalmente no impacto que teve na restauração e alojamento lagoense”, frisou a presidente.

O Campeonato Europeu de Patinagem Artística também contribuiu para a divulgação da ilha de São Miguel e da Lagoa, visto que, através do canal de televisão online do campeonato, CERS TV, assistiram em direto ao evento 187.539 pessoas.

O evento integrou mais de 1065 pessoas, dos quais 465 participantes e mais de 600 acompanhantes, permitindo a promoção dos Açores, da ilha de São Miguel e do concelho de Lagoa.

Carolina Cardetas prepara-se para lançar novo single

‘Loiro, Moreno’ é o segundo single de Carolina Cardetas que será lançado a 26 de outubro.

No seu novo trabalho, a artista apostou numa sonoridade ‘electroswing’, tratando-se de uma canção sobre escolhas, muitas vezes, apressadas por parte de um coração adolescente.

O álbum será editado ainda este ano, numa abordagem ao estilo swing dos anos 20 em mistura com a atualidade através do uso de uma linguagem pop contemporânea.

Carolina Cardetas ficou conhecida do grande público com nove anos ao participar no programa ‘Uma Canção Para Ti’, onde foi finalista. Integrou, também, o programa ‘A Tua Cara Não Me é Estranha Kids’.

Desde 2012, a jovem é convidada a participar nos concertos da Orquestra Smooth, tendo passado pelo Casino Estoril. Atualmente estuda Jazz no Conservatório de Música de Coimbra e lançou o seu primeiro single ‘Amor de Verão’ em junho de 2018.

‘Quis o Amor’, o novo single de Yami

A dois de novembro, o artista Yami irá lançar o seu novo single intitulado ‘Quis o Amor’.

“É mais uma canção que não quis ficar na gaveta como muitas outras. Expressa o que eu sinto pelas pessoas que me são realmente próximas pois elas fazem-me sentir especial: a mais bela flor do seu jardim!”, salientou o artista acerca do seu novo trabalho.

Yami é intérprete, produtor, compositor e baixista, tendo colaborado com diversos artistas nacionais e internacionais, como Anna Maria Jopek, Demmis Roussus, Marito Marques, Rahani Krijna, Munir Hossn, Paulo de Carvalho, Ivan Lins, Sara Tavares, entre outros.

O single já se encontra em pré-venda no iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/quis-o-amor-single/1439243643?l=en.

As livrarias franciscanas na perspetiva dos especialistas

A 27 de outubro, pelas 16h00, no Museu do Oriente, em Lisboa, quatro especialistas em livros raros reúnem-se para discutir a importância do espólio da exposição ‘Olhares sobre a Livraria do Convento da Arrábida’.

A iniciativa apresenta entrada livre, apresentando um limite da capacidade da sala até 120 lugares.

“Um olhar sobre livros e leituras nos conventos da província da Arrábida” é o que sugere Fernanda Campos, especialista em livrarias conventuais franciscanas, ao traçar um historial dos conventos arrábidos em Portugal e com a apresentação de exemplos da importância atribuída aos livros e à leitura.

A conferência integra, também, a participação de Teresa Amaral, bibliotecária do Palácio Nacional de Mafra, numa intervenção em que dará a conhecer os autores e temáticas que constam do acervo das duas bibliotecas.

Por seu turno, Teresa Lança Ruivo, responsável pela área de conservação de coleções da Biblioteca Nacional de Portugal, abordará a importância do tratamento documental do acervo de livros pertencentes à Livraria do Convento da Arrábida.

 

Programa Estagiar “tem sido um caminho de sucesso”, defende Sérgio Ávila

Sérgio Ávila, vice-presidente do Governo Regional, destacou a significativa taxa de empregabilidade dos jovens que integraram os programas Estagiar na Região.

O anúncio foi feito após uma visita à Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo que, este mês, admitiu sete estagiários.

De acordo com o vice-presidente, 57% dos jovens foram contratados logo após o estágio, o que revela que o “programa Estagiar tem sido um contributo muito significativo para a entrada no mercado de trabalho”.

Parte das contratações foram efetuadas no âmbito do Programa de Incentivo à Inserção do Estagiar (PIIE), o qual permitiu a contratação de mais de 1860 jovens, por via da atribuição de prémios financeiros às entidades e empresas, tendo os restantes sido empregados sido empregados sem apoios públicos.

O vice-presidente também fez referência às alterações legislativas que conduziram à obrigatoriedade das entidades e empresas contratarem metade dos estagiários, a fim de poderem continuar a candidatar-se ao programa.

Com as alterações mencionadas, impediu-se a “utilização abusiva do programa Estagiar”, tendo o Governo dos Açores criado novas medidas de apoio que incentivam as empresas à contratação sem termo.

O programa visa possibilitar o exercício de funções em contexto real de trabalho, adquirindo experiência profissional e novas competências que potenciam a integração no mercado de trabalho.

Sérgio Ávila salientou que os constrangimentos impostos às condições e idade da reforma em toda a Europa, país e Região, têm dificultado uma maior inserção dos jovens no mercado de trabalho, justificando-se, assim, as medidas do Governo Regional.

Este mês 890 jovens açorianos iniciaram estágios em todas as ilhas ao abrigo do programa Estagiar L e T. Entre estes jovens, 319 são licenciados e 571 são titulares de um curso profissional.

 

Povoação alerta crianças para a importância de uma alimentação saudável

A Câmara Municipal da Povoação, através da sua biblioteca, assinalou o Dia da Alimentação com uma ação de sensibilização que teve lugar no Jardim de Infância da Escola Básica João Maurício Amaral Ferreira.

A ação de sensibilização, que incidiu na importância de uma alimentação saudável, foi dividida em duas sessões, tendo ocorrido no período da manhã para as crianças das salas do pré-escolar com a apresentação de um vídeo acerca dos alimentos mais apropriados para um crescimento saudável.

A iniciativa contou, também, com um momento lúdico assente na identificação, por parte das crianças, dos alimentos mais e menos saudáveis através da consulta de livros adequados à idade.

Por seu turno, o Centro de Apoio à Infância da Povoação abriu-se à comunidade e ofereceu fruta a quem passou perto dessa instituição.

Outra das entidades que assinalou a data foi o Observatório Microbiano dos Açores, por via de uma sessão de esclarecimento no Auditório Municipal da Povoação em que foi dada a conhecer a alimentação probiótica com respetivos exemplos práticos.

Madalena assinala Dia Mundial da Alimentação com os mais novos

O Município da Madalena celebrou ontem o Dia Mundial da Alimentação com palestras de nutrição infantojuvenil e demonstração de refeições saudáveis dirigidas à comunidade escolar.

As temáticas debatidas nas palestras assentaram na importância do pequeno-almoço, da adoção de uma dieta regrada e da prática de exercício físico. Na qualidade de oradoras surgiram Sandra Costa, nutricionista da Unidade de Saúde da ilha do Pico, e Sandra Azevedo, dietista da mesma entidade.

Após as palestras, alguns conceitos aprendidos foram postos em prática através da preparação de refeições, com o chef Luís Moisão, que mostrou aos estudantes da Escola Cardeal Costa Nunes e da Escola Profissional do Pico como preparar três pequenos-almoços nutritivos.

As sessões terminaram com uma degustação comentada de diversos tipos de pães, incentivando-se os mais jovens a adotar uma dieta equilibrada, combinando todos os nutrientes da Roda dos Alimentos.

O Dia Mundial da Alimentação foi instituído pela ONU em 1979, assinalando-se a 16 de outubro, numa lógica de fomentar a adoção de uma alimentação saudável.

Serviços de Gestão Académica da Universidade dos Açores indiferentes a abaixo-assinado dos alunos para a correção de horários da licenciatura de Informática – Redes e Multimédia

Artigo de opinião da autoria do Núcleo de Estudantes de Informática da Universidade dos Açores (NESTI).

A disponibilização tardia dos horários por parte dos Serviços de Gestão Académica da Universidade dos Açores dificultou a correção de qualquer problema nos mesmos, prejudicando a vida aos alunos que utilizam transportes públicos com manhãs completamente livres e aulas tardias, estas últimas fora dos horários que já vêm a ser habituais.

A menos de uma semana do início do ano letivo 2018/2019 foram disponibilizados os horários dos vários cursos oferecidos pela Universidade dos Açores. Esta divulgação tardia não permitiu, como já era habitual, correções propostas por parte dos professores e diretores de curso.

Com isto, após constatar que os interesses dos alunos, principalmente dos dependentes de transportes públicos, não tinham sido de maneira alguma tidos em conta na construção dos horários da licenciatura de Informática – Redes e Multimédia (IRM), reunimos alterações sugeridas por todos os alunos e realizamos várias reuniões com o diretor de curso, permitindo, assim, a elaboração de um pedido de alteração de horários acompanhado de um abaixo-assinado de mais de 45 alunos e dos professores que seriam afetados pelas alterações.

Posto isto, o pedido consiste num conjunto de mudanças que alteram aulas tardias (que acabam às 20h00) para as manhãs do mesmo dia, uma vez que se encontram completamente disponíveis, ou para dias adjacentes, reduzindo o fim do dia de aulas para os alunos. Como o pedido é da maior importância, este foi enviado dia sete de setembro e mais tarde reenviado, com novas alterações e acompanhado pelo já referido abaixo-assinado, no dia 20 de setembro.

Porém, e após a espera de uma primeira resposta que seria uma consideração acerca do pedido e não a efetivação do mesmo nos termos definidos pela instituição, entramos em contacto com o Provedor do Estudante (PE) no dia um de outubro, com a expectativa de receber alguma informação acerca do processo que já se alongava. Apenas recebemos a informação de que o PE estava também à espera de uma atualização acerca da situação. Este finalmente indicou, dia 12 de outubro, que os Serviços de Gestão Académica não iriam realizar a maior parte das alterações presentes no pedido, estando, no entanto, aberta a possibilidade de antecipar as aulas tardias.

Com isto, um dia após esta resposta, dialogamos com outros colegas universitários de faculdades que não a nossa (Faculdade de Ciências e Tecnologia) e fomos surpreendido com a informação de que vários outros cursos, também com problemas nos horários, realizaram abaixo-assinados e depararam-se com professores descontentes perante a situação. Fomos informados também que todos os abaixo-assinados estão igualmente estagnados.

De facto, constata-se que o processo gerou-se devido à má estruturação dos horários e tornou-se moroso, por parte dos Serviços de Gestão Académica, mesmo após vários contactos e um abaixo-assinado dos alunos da licenciatura de IRM. Infelizmente, esta não é a primeira vez que o silêncio dos Serviços de Gestão Académica da UAç se faz sentir, uma vez que no caso de IRM, os alunos e professores frequentemente elaboram pedidos para a realização de aulas de programação e outras em salas que as suportem (com tomadas, internet e computadores).

Para além disso, no ano letivo anterior existiram também embaraços realizados no ato de matrícula por não estarem disponíveis as unidades curriculares opcionais no ano em questão e, mesmo após a tardia disponibilização, obrigaram os alunos a pagar 50€ pela alteração de matrícula, uma vez que uma unidade curricular, por alguma razão, afinal não permitia alunos de IRM.

Passadas várias semanas uma possível resolução, sugerida pelos Serviços de Gestão Académica, foi finalmente apresentada aos alunos da licenciatura.

Concluímos que apesar dos alunos serem uma grande parte do rendimento da Universidade dos Açores, situações como as descritas levam os mesmos a acreditar que as estruturas administrativas da instituição não prezam pelos interesses dos estudantes nem se mostram eficazes na resolução de problemas que estas próprias criaram.

Alguns alunos deslocados para os Açores questionam-se acerca da decisão que tomaram e os alunos em geral questionam-se relativamente à realização de aulas de programação em salas não preparadas para as mesmas, à má cobertura de rede Wireless no Campus e à morosidade na resolução de problemas nos horários. Assim sendo, coloca-se a seguinte questão: Será que os alunos têm qualquer tipo de voz na universidade após os Serviços de Gestão Académica apresentarem uma atitude de silêncio total perante uma situação urgente e da maior importância?

A melhor solução atualmente debruça-se sobre a estrutura máxima, a reitoria, que deve iniciar o diálogo com os vários representantes dos cursos afetados e, efetivamente, iniciar a resolução (tardia) de todas as alterações presentes em cada abaixo-assinado, uma vez que, como colegas de vários alunos universitários da instituição, temos a certeza de que quem está a representar o seu curso com o abaixo-assinado tomou as medidas necessárias para realizar alterações coesas e baseadas em certezas recolhidas dos diversos diálogos com colegas, professores e funcionários.

 

Atletas açorianos em destaque no Algarve

O micaelense Válter Tapia alcançou uma nova vitória, sagrando-se campeão no 3.º Grande Prémio de Supino e Levantamento de Terra, na categoria de +110 kg.

A competição ocorreu no Pavilhão Desportivo Municipal de Loulé, no Algarve, tendo o atleta levado o nome dos Açores além-fronteiras com apoios da Junta de Freguesia da Fajã de Baixo, da loja de suplementos SSR Fitness, do ginásio Vilafit, e da Pizzaria Lua do Sul.

Em destaque na mesma modalidade ficou também outro açoriano, Pedro Sá, que atingiu o quarto lugar na categoria até aos 82 kg. No segundo dia, Pedro Sá conseguiu o segundo lugar do pódio, à semelhança de Válter Tapia.

“Foi um prazer competir pela terceira vez em Loulé. É um orgulho sermos os únicos açorianos a competir nessas provas com mais de 10 presenças no pódio em várias provas nessa modalidade”, garantiu Pedro Sá à MegaJovem.

O atleta Pedro Sá alertou para a desvalorização que na Região é conferida à modalidade, pelo que é necessário “mais divulgação e atenção por parte das entidades”.

Novos rumos, novas oportunidades

É natural da ilha de São Miguel, mais propriamente da freguesia de Furnas. Romeu Bairos começou por adquirir uma ligação à música por influência da avó materna e da mãe.

“A minha avó e a minha mãe sempre foram ligadas ao fado, ao folclore e à música popular portuguesa em geral e eu sempre cantei com elas em casa. O gosto pelo Jazz começou devido a uma coleção de cd’s da Readers Digest”, garantiu Romeu Bairos à MegaJovem.

A sua primeira atuação remonta ao ano de 1998, na Gala Caravela D’Ouro, que ocorreu no concelho da Povoação. “A música era a sinfonia dos animais e fiquei em primeiro lugar com o meu irmão”, relembrou o jovem.

Com seis anos, ingressou no Conservatório Regional de Ponta Delgada, onde se manteve até aos 17 anos, facto acerca do qual reforçou que “a formação é importante em qualquer área”.

Incapaz de quantificar as inúmeras atuações realizadas, o músico descreveu a sensação de estar em palco como “estar em casa”. Por vezes, as suas atuações a solo têm por base originais, como ‘Terreiro do espaço’, ‘Quantas asas tem os ventos do teu nome’, ‘Meu amigo anda sozinho’ e ‘Zé’.

Na qualidade de vocalista integra, desde 2013, a banda ‘BLIF à regional’ que é composta por Tiago Franco, na guitarra, João Freitas, na bateria, e pelo ‘Terrível’ no baixo. Na altura, “os outros membros tinham a banda ‘Rock n’covers’, procuravam outro vocalista e abordaram-me no Facebook”, explicou. Ultimamente, confessou o jovem, a banda tem atuado com menos frequência porque “a malta tem outros projetos”.

Dois anos depois, já em 2015, o jovem participou no programa ‘The Voice Portugal’, experiência da qual gostou e que lhe transmitiu um maior conhecimento acerca do funcionamento da programação televisiva.

Atualmente, é músico a tempo inteiro, o que, a seu ver, “é tão difícil como outro trabalho qualquer”. Os Açores, segundo Romeu Bairos, não são propícios à afirmação de músicos, razão pela qual deixou a ilha, há quatro anos, na busca de oportunidades em Lisboa. “Há mais concertos e mais pessoas para poder iniciar projetos. A experiência tem sido boa até agora”, adiantou, referindo-se a Lisboa.

Está para breve o lançamento do seu primeiro EP/mini-disco que foi gravado recentemente. Os pormenores serão revelados futuramente, mas considerou que “adora estar em estúdio”, sendo que as suas expectativas futuras são “fazer sempre música, gravá-la, editá-la e tocar pelo mundo inteiro”.

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