Todos os posts de MegaJovem

Serão criados mais 11 clubes de programação e robótica nas escolas açorianas

Gui Menezes, secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, assegurou que o executivo irá aumentar o número de clubes de programação e de robótica nas escolas do arquipélago.

O secretário regional falava no âmbito de uma visita ao Clube de Programação e Robótica da ENTA, Escola de Novas Tecnologias dos Açores, onde garantiu que este mês serão assinados protocolos com mais 11 escolas da Região para a constituição de clubes de programação e robótica, num investimento de 60 mil euros.

Na qualidade de estabelecimentos de ensino abrangidos pelos novos protocolos surgem as escolas básicas integradas da Maia, Ribeira Grande, Roberto Ivens e Canto da Maia, em São Miguel, Francisco Ferreira Drummond, em Angra do Heroísmo, bem como, as escolas profissionais das Capelas e da Ribeira Grande em São Miguel.

As escolas básicas e secundárias de São Roque do Pico, e da Lagoa, do Nordeste e da Povoação, em São Miguel, também serão incorporadas nos protolocos.

“Tínhamos previsto até ao final do ano criar mais quatro clubes, mas vamos um pouco mais além”, salientou Gui Menezes, explicando que o Governo dos Açores tem recebido um “feedback positivo” desta iniciativa que visa “incentivar a educação para a ciência e para as tecnologias”.

Este ano será disponibilizado um curso na área de programação para os professores que trabalham nos referidos clubes para também garantir a sua qualidade. De acordo com o secretário regional, esta iniciativa, em 2019, irá chegar a todas as escolas, integrando a programação e a robótica nos planos de atividades escolares

A criação de clubes de robótica nas escolas açorianas foi uma das medidas destacadas por Gui Menezes no âmbito da apresentação do Plano e Orçamento para 2018, com o objetivo de despertar o interesse dos mais jovens para as áreas ligadas à ciência e à tecnologia.

 

‘Juventude em Perspetiva’, a moção temática da JSD/Açores

‘Juventude em Perspetiva’ assim se intitula a moção temática que a Juventude Social Democrata Açores (JSD) irá apresentar ao 23.º Congresso Regional do PSD/Açores.

A moção “concentra o leque de propostas políticas relativas a problemáticas relacionadas com a juventude açoriana que temos apresentado ao longo deste mandato, revelando as suas preocupações e anseios”, frisou Flávio Soares, líder da JSD/Açores.

O documento mencionado assume-se como um pacote de propostas que vai desde o Emprego, à Educação, Habitação, Saúde e ao Conselho de Juventude dos Açores.

Na área do emprego, os jovens social democratas reforçam a sua proposta de modificação nos tempos de pagamento aos integrados nos programas ESTAGIAR, lutando por períodos de pagamento da compensação pecuniária mais céleres e pelo aumento das equipas de fiscalização ao desempenho de funções nos programas.

A regressão das últimas modificações ao programa regional Estagiar U assume-se como outra das propostas.

No âmbito da Habitação, defendem a criação de programas de apoio ao proprietário para o arrendamento jovem a preços de mercado descontados, tendo em conta que na maioria dos casos o arrendamento a estudantes limita-se aos quartos.

Indicam, também, a criação de programas de reabilitação destinados ao alojamento estudantil nas cidades açorianas com maior procura, visto que em zonas com elevada carga turística começa a ser um relevante problema.

Outra das propostas da JSD/Açores prende-se com a Educação e com as questões sociais, reivindicando a integração, em todas as escolas públicas regionais, de assistentes sociais porque o contexto sociofamiliar é um fator limitador da aprendizagem.

Pretendem, ainda, a independência partidária do Conselho de Juventude dos Açores, defendendo a modificação do seu funcionamento ao atribuir a presidência do mesmo aos jovens responsáveis associativos que teriam a responsabilidade de convocar e coordenar os trabalhos.

É urgente, na ótica da JSD/Açores, desenvolver um debate sério e alargado com os encarregados de educação, professores e alunos sobre o papel que desejariam para os profissionais de saúde nas escolas, sobre o aumento das dotações financeiras para a área que permitam a formação de equipas multidisciplinares dedicadas em cada Unidade de Saúde de Ilha.

A moção ‘Juventude em Perspetiva’ será apresentada pelo líder da JSD/Açores, Flávio Soares, indo a discussão no 23.º Congresso Regional do PSD/Açores que ocorrerá no próximo fim de semana, em Vila Franca do Campo.

Museu do Oriente com oficinas para os mais novos

Nos fins de semana do mês de novembro, decorrerá no Museu do Oriente as oficinas do serviço educativo que integram a dramatização de histórias e lendas, a criação de origamis e um vasto espólio dedicado à Ásia.

As oficinas apresentam um preço de quatro euros por participante.

A três de novembro terá lugar a primeira oficina ‘Vou Viajar’ que se dirige a bebés até aos 12 meses, numa atividade que pretende transportar os participantes para terras distantes, onde poderão escutar novos sons. A atividade repete-se no dia 20.

No domingo, dia quatro, a história de ‘Amaterasu ou eclipse solar?’ ganha vida numa oficina que conjuga lendas com artes manuais para famílias com crianças com idade superior a cinco anos.

Para bebés entre os 12 e os 36 meses sugere-se a ‘Papelada’, uma oficina tátil de exploração e invenção para testar movimentos e a destreza das mãos e dedos, agendada para o dia dez de novembro.

No dia seguinte, irá realizar-se a oficina ‘Em conversa com as peças!’ que apresenta como protagonista o Biombo Namban e destina-se a crianças com mais de seis anos que, por via da observação e argumentação, irão aprender como se desenvolveram as trocas culturais entre Portugal e o Japão.

‘Primeiras Descobertas’, a 17 de novembro, é a oficina para crianças entre os três e os cinco anos que irá ensinar uma prática japonesa amiga do ambiente, o furoshiki. Os pequenos artesãos irão aprender a pintar os tecidos para criarem os seus próprios exemplares destes tecidos de algodão que servem para transportar e embrulhar outros objetos.

Uma visita performativa ao Museu do Oriente é a sugestão para domingo, dia 18 de novembro. Em ‘Folheando o Oriente!’, figuras de escritores juntam-se aos participantes para uma visita inesquecível por via de objetos, palavras e testemunhos.

No último sábado do mês, dia 24 de novembro, famílias com crianças a partir dos cinco anos irão descobrir as origens de uma família japonesa e construir o seu próprio brasão.

No referido dia, mas da parte da tarde, será dada a conhecer a filosofia japonesa Wabi Sabi que crê na beleza em tudo o que é simples e imperfeito. Após uma visita às galerias do museu, os participantes, entre os sete e os 12 aos, poderão dar asas à imaginação e reproduzir os conceitos aprendidos em trabalhos manuais.

 

Bruma Project apresenta CD em cinco ilhas açorianas

A tour de apresentação do disco de estreia dos Bruma Project passará por cinco ilhas açorianas.

O concerto de lançamento terá lugar no Centro Cultural e de Congressos, em Angra do Heroísmo, no próximo dois de novembro, seguindo-se o Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, a três de novembro.

A nove de novembro encontra-se agendada a atuação no Auditório Municipal das Velas, sendo que a dez de novembro a passagem será pelo Auditório Municipal da Madalena, no Pico. A tour termina a onze de novembro, no Teatro Faialense, na Horta.

A par dos convidados especiais para cada concerto, estarão em palco Sara Miguel na voz, Roberto Rosa, no fliscorne e trompete, Luís Senra, no saxofone tenor, Zeca Sousa na guitarra e viola da terra, Michael Ross, no contrabaixo, Gonçalo Moreira no piano e Mário Costa na bateria.

Os Bruma Project assumem-se como um projeto de confluência atlântica que une a música insular a sonoridades do Jazz e à improvisação. O grupo surgiu do objetivo de apresentar uma visão diversa sobre a música açoriana tradicional e de autor.

A Associação MiratecArts apoia a estreia do Bruma Project com a presença da Viola da Terra do Cordas. Bruma Project faz parte da campanha Hoje Açores Today, lançada este mês, e que leva o nome de 20 projetos musicais açorianos além-fronteiras.

 

Estudo mostra como reduzir os impactos ambientais das embalagens farmacêuticas

O estudo pioneiro em curso na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) intitulado ‘Avaliação de Ciclo de Vida e Ecodesign de Embalagens de Medicamentos’ visa analisar o impacto ambiental deste tipo de embalagens.

De acordo com os primeiros resultados do estudo, a aposta no ecodesign permitiria à indústria farmacêutica reduzir até cinco vezes os impactos ambientais do ciclo de vida das embalagens de medicamentos.

Um dos objetivos prende-se, assim, com a sensibilização da indústria farmacêutica para a importância de introduzir o ecodesign que integra os aspetos ambientais no design dos produtos.

A equipa liderada por Fausto Freire, do Centro para a Ecologia Industrial da FCTUC tem vindo a avaliar diferentes tipos de embalagens farmacêuticas, a fim de identificar os pontos críticos e propor as melhores alternativas de ecodesign.

“Se a indústria farmacêutica apostar na melhoria do desempenho ambiental do ciclo de vida das embalagens de medicamentos, nomeadamente na redução de volume e materiais utilizados nas embalagens, nos processos de produção, transporte e valorização de resíduos, terá também benefícios económicos”, frisou Fausto Freire, docente do Departamento de Engenharia Mecânica da FCTUC.

O estudo, que deverá concluído no próximo ano, é financiado pela VALORMED, Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens e Medicamentos.

Para o diretor-geral da entidade gestora, Luís Figueiredo, “apesar da indústria farmacêutica ter tido sempre grandes preocupações para com as questões ambientais, concretamente em relação ao tipo de materiais utilizados no fabrico dos seus produtos, muito terá ainda a fazer no que respeita a este assunto”.

‘Mar Me Quer’ no Estúdio 13

A três de novembro, pelas 21h30, o Estúdio 13 – Espaço de Indústrias Criativas irá acolher o espetáculo ‘Mar Me Quer’, uma produção do Alpendre Grupo de Teatro da ilha Terceira.

O espetáculo tem por base um texto de Mia Couto e integra no elenco nomes como Belarmino Ramos, Luís Cabral, Markus Trovão, Paula Andrade e Soraia Aguiar.

“Esta é uma estória sobre cada uma das meninas dos nossos olhos. Meninas com olhos cor de mar durante a noite, que se afogam no desejo de o olhar, que se despem da vida e despedem dos homens, deixando-os doidos até à loucura de os apagar”, refere-se acerca do espetáculo.

Os bilhetes, sob um custo de 7,5 euros, podem ser adquiridos no Estúdio 13 e as reservas devem efetuadas através do e-mail: estudio13.geral@gmail.com.

“Numa altura em que é tão bom visitar os Açores, custa-me a crer que não seja bom estudar nos Açores”.

Entrevista a Marcos Bicho, atual presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores (AAUA) desde dezembro de 2017. Antes da liderança, integrou a associação, aquando do mandato de Luís Pimentel e Rui Paiva, na qualidade de coordenador do setor cultural.

 

Por que motivos optaste por desempenhar esse cargo?

“Esta foi uma posição que tive de assumir, dado o meu histórico na instituição e o conhecimento interno necessário para gerir a AAUA no momento.

A AAUA, apesar de ter dito um ano muito ativo, continua com fortes problemas financeiros e de gestão interna, alguns deles resolvidos durante este mandato, outros que só com a continuidade conseguem ser resolvidos para fazer da AAUA a instituição forte e respeitada que era há alguns anos atrás.

Já se vê uma aproximação dos alunos completamente diferente da que tínhamos nos anos menos ativos da associação e só assim é que faz sentido, uma academia direcionada para os seus alunos e para os futuros alunos”.

Esses problemas financeiros rondam que valor e decorrem de que aspetos?

“Os problemas financeiros estão relacionados com incumprimentos contratuais e faltas de pagamentos. Em 2017 os valores transitados em dívida eram cerca de 126.000 mil euros”.

Como é que tem sido a experiência?

“Intensa… Foi um mandato muito ativo para a associação, com várias presenças e posições sociais muito vincadas, tal como tinha de ser, dados os problemas estruturais que temos na UAc e na própria associação.

No entanto, não tenho qualquer dúvida de que se fez o que tinha de ser feito. Foram decisões algumas delas complicadas de tomar, mas que contou sempre com a minha direção e respetivos coordenadores quando assim foi necessário.

Como resultado, temos uma associação académica mais forte e que os alunos identificam como sendo a sua representação. Não se consegue esta identificação fazendo apenas festas… é preciso ouvir os alunos e promover um trabalho próximo deles, lutando sempre pela defesa dos seus direitos”.

Qual é a importância da AAUA?

“A AAUA é o órgão máximo de representação dos alunos da UAc, tendo de se assumir e, para isso, necessita de expor os verdadeiros problemas dos seus alunos. Um problema de um aluno da UAc tem de ser encarado como um problema da associação e tem de ser resolvido.

A importância e responsabilidade social da associação tem de ser forte no meio em que ela se insere, tal como os estudantes da UAc têm de ter importância social no meio em que se enquadram, o que muita vez não se verifica tanto nos concelhos em que estão inseridos como na própria Região”.

De que forma é que a AAUA apoia os estudantes, defende os seus direitos e luta pelos seus interesses?

“Tal como fizemos durante o corrente mandato, agora a terminar, a associação promove um trabalho próximo dos alunos, cria condições para que seja melhor estudar na UAc e luta socialmente para que seja possível criar essas condições.

Um problema de um aluno tem de ser obrigatoriamente um problema da AAUA e, como tal, a associação tem de lutar para que estes problemas deixem de ser problemas”.

 Quais são os teus deveres enquanto representante da AAUA?

“Enquanto presidente da direção, as minhas obrigações são sempre a gestão da associação. Acho que um presidente da associação tem de ser próximo dos alunos, ouvindo os seus problemas e as suas reivindicações e promover a sua solução.

Além disso, é indispensável a responsável gestão financeira e a parte mais complicada que é, efetivamente, tomar decisões, aceitando e dando a cara pelas suas consequências, o que, por vezes, não é fácil, mas é uma obrigação de quem assume este tipo de posições”.

Desde que assumiste a presidência, que iniciativas desenvolveste?

“Além dos já habituais eventos da associação, cada vez com maior importância e relevo no panorama cultural da Região, foi desenvolvido durante este ano uma Feira de Emprego na UAc em parceria com a MOVE ONG.

Tratou-se de uma semana aberta que envolveu cerca de 200 alunos dos ensinos básicos e secundários da ilha. Promovemos mais e melhores parcerias com empresas, no âmbito do Cartão Académico dos Açores, criando melhores condições de estudo para os estudantes da UAc

Promovemos uma entrega de livros a várias Instituições Particulares de Solidariedade Social da ilha, melhoramos a comunicação da associação através de um site e de uma presença mais forte nas redes sociais.

Trouxemos, novamente, os blusões de curso para os estudantes da UAc, entre outras atividades que promovemos, sendo a mais ambiciosa a alteração estatutária, que há muito se anseia. Pois bem, hoje a AAUA tem também uma estrutura estatutária mais profunda e forte!”.

Em que é que consistiu a alteração estatutária?

Os estatutos desde a fundação nunca foram atualizados essencialmente porque apesar de toda a gente falar que estavam desatualizados e irregulares, nunca se mobilizaram a sério nem procuraram uma forma efetiva de o fazer.

Nós este ano arranjamos forma legal de o fazer que mais tarde junto de um advogado foi indicado que nem era necessário esse argumento legal, uma vez que de acordo com a lei atual os estatutos tinham de ser alterados porque estavam blindados e, como tal, eram ilegais.

Mudou muita coisa. A direção passa de sete para 15 pessoas, as eleições passam de fevereiro para outubro, estão contemplados núcleos de estudantes e secções académicas que antes não eram incluídos e estão contempladas as competências e funcionamentos internos.

No que respeita à Universidade dos Açores  que aspetos devem ser melhorados?

“A oferta da letiva tem de ser revista. É um problema antigo e que se teima em não se trabalhar na sua resolução. A promoção da UAc tem de ser revista, não basta entregar panfletos às escolas e não ir ao encontro dos alunos ou trazer os alunos e dar a conhecer a UAc.

Precisamos de uma universidade mais aberta à cidade, um acesso mais facilitado às instalações com mais portas abertas, um horário mais alargado para os alunos poderem estudar ao fim de semana.

Uma maior abertura às atividades dos alunos, para que seja possível os alunos estudarem com mais vida na UAc.

Os alunos é que fazem a universidade, mas se a universidade não estiver aberta aos alunos… é uma questão de tempo até a mesma deixar de existir.

 Foram 430 os estudantes colocados na UAc na primeira fase de acesso ao ensino superior. Da segunda fase registam-se 178 vagas por preencher. O que tem a dizer acerca destes números?

“Espectável… A promoção da UAc ganhou apenas uma variável durante o último ano letivo: a semana aberta promovida pela associação académica, tudo o resto foi apenas o que sempre foi feito.

A oferta letiva está desatualizada, a universidade está fechada em si mesma e não se promove em escala numa Futurália, por exemplo. Numa altura em que é tão bom visitar os Açores, custa-me a crer que não seja bom estudar nos Açores”.

 Em Ponta Delgada, o alojamento para estudantes é escasso. Denunciaste esta situação?

“A AAUA fez questão de expor em vários meios esta situação, para nós é lamentável a falta de interesse que Ponta Delgada tem em acolher os estudantes e o Alojamento Local (AL) é um dos grandes culpados desta falta de interesse.

Não deixa de ser lamentável que a taxação, quer seja no âmbito regional ou autárquico, ainda não tenha sofrido qualquer alteração, quando já vamos para três anos de crescimento turístico.

Ponta Delgada começa a ser só e apenas para os turistas, sendo que os habitantes não conseguem pagar as rendas que o mercado pede, muito em culpa do AL”.

 A AAUA expôs diversas situações de incumprimento do regime jurídico das instituições de ensino superior e do decreto de lei nº23/2006.  Essas situações mantêm-se?

“A situação não só se mantém, como a resposta pela UAc foi muito pouca.

Um ponto que se alterou de forma positiva, pelo menos aparente, foi o facto de a AAUA, voltar a ter espaço no pavilhão desportivo para realizar as suas atividades desportivas”.

 As eleições para a AAUA já estão a decorrer, certo?

“O período eleitoral começou no dia 16 de outubro, sendo a data prevista para as eleições a doze de novembro. Só depois disso, a associação pode dizer o que tem reservado para o futuro.

Em primeiro lugar, a AAUA ou os alunos sócios efetivos da associação terão de decidir o que querem para o futuro da mesma. Até lá muitas serão as novidades e com certeza, muitos serão os projetos propostos”.

 

Jornadas da Juventude Empreendedora em novembro

No próximo mês de novembro realiza-se a quarta edição das Jornadas de Juventude Empreendedora, uma iniciativa da Câmara Municipal da Horta que visa dar voz aos mais novos nas mais variadas vertentes, desde as artes, à economia e ao desporto.

O anúncio foi efetuado por José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta, no âmbito da sessão de assinatura de um contrato de colaboração entre a Escola Secundária Manuel de Arriaga, a APADIF – Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da ilha do Faial, a Urbhorta, entre outras entidades.

“A sinergia de todas estas entidades para que se faça um programa de motivação para que cada um de vós consiga realizar o vosso e se inserir numa atividade profissional é muito relevante. Todos podem e devem, dentro da sua vocação dar o seu máximo. Isso é que é importante, isso é que nos cativa”, referiu o edil aos alunos dos Cursos de Formação Vocacional.

Na ótica de José Leonardo Silva, os cursos mencionados visam a aquisição de conhecimentos essenciais em disciplinas estruturantes e, simultaneamente, possibilitam um primeiro contacto com diferentes atividades vocacionais, potenciadoras do desenvolvimento de capacidades.

Concurso Juvenil de Poesia: Açores, Cabo Verde, Canárias e Madeira

A CRIAMAR – Associação de Solidariedade Social para o Desenvolvimento e Apoio a Crianças e Jovens lança, pelo quinto ano consecutivo, o concurso CriaPOESIA – Encontro Juvenil do Atlântico.

A iniciativa é dirigida a alunos do terceiro ciclo e secundário dos arquipélagos da Madeira, Açores, Cabo Verde e Canárias e consiste num concurso de poesia e poesia visual.

O concurso, para além da valorização da Língua Portuguesa e da expressão artística dos jovens poetas insulares, visa reunir no mesmo espaço geográfico todos os participantes, num fim de semana, de 11 a 12 de maio, focado na poesia e no diálogo entre as várias culturas da Macaronésia.

A data limite para inscrição e entrega de trabalhos é até ao dia nove de janeiro de 2019 e o ‘fim de semana poético’, em que se realiza a cerimónia de entrega de prémios terá lugar no Funchal de 11 a 12 de maio.

No ano letivo 2015/2016, a organização juntou cerca de 200 participantes entre alunos e professores e contou com apadrinhamento por parte do poeta José Agostinho Baptista. Já em 2016/2017, o número de participantes na viagem aumentou para 300 madeirenses e açorianos, sendo o padrinho dessa edição o escritor Válter Hugo Mãe.

No ano letivo transato, a iniciativa bateu o recorde de 600 concorrentes a bordo do navio ‘Lobo Marinho’, de vários concelhos da Madeira, Açores e Cabo Verde.

Esta iniciativa é promovida no âmbito do protocolo de cooperação estabelecido com as Secretarias de Educação das Regiões mencionadas.

De referir que a CRIAMAR – Associação de Solidariedade Social para o Desenvolvimento e Apoio a Crianças e Jovens, reconhecida oficialmente como instituição de utilidade pública, é uma proposta de intervenção de cariz humanista, nascida em 2007.

Bolieiro destaca importância dos escuteiros

José Manuel Bolieiro, presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, referiu-se aos escuteiros como o exemplo “de voluntariado, de educação, de formação cívica e de ajuda ao próximo” em matérias como a sensibilização ambiental e a proteção civil.

O edil falava da cerimónia de encerramento da estação radioamador do CNE Micaelense, que decorreu ontem, no âmbito da 61.ª edição da atividade internacional JOTA, Jamboree On The Air.

O intercâmbio integrou, durante o fim de semana, na Casa do Escuteiro, em Ponta Delgada, mais de 160 crianças e jovens de quatro agrupamentos, designadamente de São Pedro, Fajã de Baixo, Marítimos de São José e São Sebastião.

O JOTA congrega anualmente no terceiro fim de semana de outubro, através do rádio e da internet a família espalhada pelo mundo, que ultrapassa os 35 milhões de membros. Funciona, assim, como um meio para aproximar os escuteiros, mas também para ajudá-los a crescer.

×