Archive for Maio, 2018

Artistas regionais debateram a ‘música nos Açores’

Ontem, no Cais da Sardinha, realizou-se o debate ‘A música nos Açores’, uma iniciativa do Grupo Anjos que serviu de comemoração dos seus 10 anos de existência.

A escolha da temática deveu-se, na ótica do empresário Rui Anjos, ao facto de a música “refletir” a essência do Grupo Anjos. “A música acaba por ser a imagem de marca do próprio grupo e para todos nós, sociedade civil, a música toca-nos”, garantiu Rui Anjos à MegaJovem.

O debate desenrolou-se com base no património musical regional, no marketing da música dos Açores e nas dificuldades dos artistas.  O folclore assumiu-se como uma das temáticas refletidas por Maria Luísa Bairros, formada no âmbito cultural, que o definiu como “mais do que uma dança”.

O folclore “é uma dança que envolve a música, o traje, as representações sociais e todo o quotidiano de vivências. É uma forma de arte, de expressão das comunidades”, explicou Maria Luísa Bairros.

O músico açoriano Luís Alberto Bettencourt também participou na iniciativa, onde destacou o tratamento desigual dos artistas regionais face aos nacionais “quer no pagamento, quer nas viagens”. Neste sentido, Luís Alberto Bettencourt concluiu que não existem janelas de promoção que permitam aos artistas expandir o seu trabalho.

“Levamos quatro, cinco meses e talvez um ano para receber o produto do nosso trabalho quando outros artistas que vêm de fora recebem 50% à entrada e 50% antes do concerto”, explicou o músico.

A inexistência de resposta assumiu-se como outro dos obstáculos que foi apresentado por Ricardo dos Santos, membro da banda Morbid Death. “Acho uma enorme falta de respeito quando tentamos entrar em contacto com organizações e não obter sequer uma resposta. Pelo menos um sim, um não, talvez.. Ignorar é o pior que se pode fazer”, frisou o artista.

 

Para mais informações sobre o debate ‘A Música nos Açores’, consulte a edição de junho da NO Revista, a qual estará brevemente nas bancas.

Museu do Oriente acolhe oficinas para crianças

No Museu do Oriente terão lugar as oficinas do Serviço Educativo durante os sábados do mês de junho, destinando-se a famílias com crianças até aos 12 anos.

A dois de junho terá lugar a oficina para bebés, com repetição no dia 19, decorrendo a 9 de junho a oficina dramatizada as ‘Inquietas Marionetas!’ para bebés entre os 12 e os 24 meses. Esta última alia a componente teatral à diversidade de estímulo.

A oficina ‘Cresce, floresce e aparece!’, para crianças dos 3 aos 5 anos, visa promover a descoberta do ‘eu’, o diálogo com o outro e fortalecer os laços entre criança e adulto pela partilha de experiências.

A 23 de junho decorrerá a iniciativa ‘Histórias de um Kamishibai!’ assente num teatro de papel para criar histórias com imagens, devendo os pais e filhos construir o seu próprio exemplar. No dia mencionado também será realizada a oficina ‘Patuá di Macau, únde ta vai?’ desenvolvida para crianças dos 7 aos 12 anos, visando uma abordagem lúdico-pedagógica às coleções do museu.

 

Abertas inscrições para a formação ‘Comunicação como Viagem’

Estão abertas as inscrições para a formação ‘Comunicação como Viagem’, uma iniciativa da direção regional da Juventude que contará com a presença do jornalista da SIC Augusto Madureira.

A formação terá lugar a dois de junho na Academia de Juventude da ilha Terceira e a nove de junho no Teatro Micaelense, na ilha de São Miguel. A inscrição tem um valor de 35 euros, havendo um desconto de 10 euros para os detentores do Cartão Interjovem.

Os interessados devem enviar e-mail para: joao.pb.resende@azores.gov.pt ou telefonar para 296 304 470.

Yami Aloelela

É cantor, produtor, compositor e baixista. Colaborou com diversos artistas nacionais e acompanha a fadista Mariza. Yami Aloelela apresentou, recentemente, o tema ‘Eu Amo-te’.

 

Como surgiu o seu gosto pela música?

“Descobri por mero acaso que era musico aos 17 anos de idade no liceu”.

Porquê o baixo?

“Descobri, também, paralelamente, o fascínio que tinha pelo som Grave e daí escolher naturalmente o baixo”.

Como descreve a sua primeira atuação?

“Sem dúvida alguma a atuação que mais me marcou foi mesmo a primeira, apesar de não ser profissional ainda. Foi na ESA liceu da Amadora com uma banda de garagem.

Foi o início desta grande aventura”.

Colaborou com diversos artistas, como Anna Maria Jopek e Demmis Roussus. Como foi a experiência?

“Poder trabalhar com nomes grandes do estrangeiro só me serviu mais ainda de motivação ao longo dos anos pois, para além destes dois grandes nomes, tive também o privilégio de colaborar com Ivan Lins, Rahani Krija (Sting), Mino Cinelu (Peter Gabriel & Miles Davis), Dominic Mancuso ….. e etc.”.

Como baixista acompanha Mariza. Como é atuar ao lado da fadista?

“Trabalhar com a Mega Artista Mariza é, realmente, um privilégio pois, sem desmérito para com os artistas com quem já colaborei, a Mariza é a estrela maior que já tive e tenho o prazer de acompanhar pois é uma artista com A grande. É absolutamente fantástica”.

Editou os álbuns ‘Aloelela’ e ‘Beijo da Luz’. Qual tem sido a reação por parte do público?

“Os meus dois álbuns fizeram o caminho deles. Eu nunca fui um artista de grandes massas e, por isso mesmo, eles passaram um pouco ao lado dos média e do grande público, daí eu continuar a ser um artista ainda atrás do pano apenas conhecido pelo universo dos músicos”.

Qual a mensagem que pretende transmitir com os dois álbuns?

“A mensagem é só uma, a verdadeira razão que me move na vida o AMOR”.

YAMI ALOELELA

Em fevereiro lançou o single ‘Eu Amo-te’. Como foi a experiência?

“A canção “EU AMO-TE” é pessoal pois fiz para oferecer à minha mulher no dia dos namorados a 14 de fevereiro, mas não consegui coincidir a data… saiu uma semana depois e foi uma agradável surpresa para ela, o que também me deixou muito feliz. Mas, a partir do momento que a canção foi editada, passou a ser de todo o mundo”.

A canção foi uma surpresa para a sua esposa. Como é que ela reagiu?

“[risos] ela ficou muito feliz sim, apesar de ter reclamado pois a canção não tem o nome dela … [risos] No próximo álbum já vou remediar isso”.

A que se deveu a escolha do guitarrista Phelipe Ferreira dos D.A.M.A. para a colaboração do single?

“A escolha do Phelipe foi super natural pois ele é muito musical é um músico excecional e as nossas energias combinam na perfeição pois o que o move na vida também é o AMOR”.

É cantor, compositor e produtor. De tudo isto, o que mais lhe fascina?

“Todas estas vertentes fazem o Yami que sou hoje e completam-me. Sinto-me realizado em todas estas frentes”.

Está a trabalhar em algum projeto?

“Sim, estou a gravar o meu terceiro e novo álbum que ainda não tem data de lançamento.

Mas, antes disso, ainda irei lançar um novo single antes do verão. Surpresa [risos]”.

O que espera para o futuro a nível musical?

“No futuro espero melhores ventos, sempre na esperança e acreditando que o homem vai aprendendo com os seus erros e assim melhorando de forma justa e equilibrada pois eu acredito que o AMOR muda tudo para melhor na vida”.

https://www.youtube.com/watch?v=7ft2GSSdMcM&feature=youtu.be

 

Associados dos Amigos dos Açores visitam ilhas das Flores e Corvo

Entre 31 de maio a 3 de junho, a associação ecológica ‘Amigos dos Açores’ irá integrar uma visita de estudo às ilhas das Flores e Corvo.

As visitas mencionadas apresentam interesse ambiental, assentando nos percursos pedestres e no ecoturismo. O programa da visita engloba a realização de diversos trilhos pedestres e visitas interpretativas a diversos pontos de interesse nas duas ilhas do Grupo Ocidental.

No primeiro dia decorrerá o trilho Ponta Delgada/Fajã Grande e a visita à Aldeia da Cuada. O segundo dia irá conferir destaque à ilha do Corvo, com passagem pela costa Nordeste e das Flores, visita às grutas, à casa do Bote e moinho de vento típico. Também se encontra agendado o trilho na cratera do Caldeirão na ilha referida.

Na ilha das Flores, a dois de junho, será efetuado o trilho Miradouro das Lagos/Poço do Bacalhau, com visita ao Poço da Ribeira do Ferreiro, ao moinho de água da Fajazinha, à Fábrica da Baleia do Boqueirão e ao Centro de Interpretação Ambiental do Boqueirão.

Para o último dia da visita de estudo encontra-se agendado um trilho pedestre entre a zona do Pico da Sé, com passagem pela Reserva Florestal de Recreio Luís Paulo Camacho e pela barragem da Central Hídrica de Além Fazenda.

Future Stranger apresenta álbum de estreia

No próximo dia um de junho, Future Stranger apresentará o single You’re My Religion que marca a sua estreia no âmbito musical.

Future Stranger é o nome artístico de Gheorghe Nastas, cantor, compositor e produtor musical natural da Moldávia. O artista estabeleceu o seu primeiro contacto com a música aos 16 anos ao compor música eletrónica. Posteriormente, dedicou-se ao estudo de produção musical, acabando o curso na Universidade Solent de Southampton, em Inglaterra.

O músico descreve o single como sendo “pop erótico-romântico que apela ao lado primitivo, um lado obcecado com venerar e amar alguém”. O trabalho revela, assim, o lado carnal do homem.

You’re My Religion já se em encontra em pré-venda no iTunes: https://itunes.apple.com/pt/album/youre-my-religion-single/1383257907?l=en

Aplicação mobile ‘Lagoa na Rota do Futuro’ apresenta informações úteis sobre o município

Aplicação mobile ‘Lagoa na Rota do Futuro’ permite explorar e conhecer o que o município da Lagoa tem para oferecer.

A aplicação funciona como um guia do concelho, integrando informações e contactos úteis para os lagoenses acerca de restaurantes, alojamentos e eventos culturais.

Será possível consultar o mapa com a localização atual de todos os locais de interesse, trajetos via GPS, sugestões de rotas, eventos do concelho, informações e contatos úteis. As sugestões de rotas estão catalogadas por diversos grupos, designadamente rota natureza, rota cultural, rota arquitetónica, rota tecnológica e rota mar.

Na rota cultural sugere, no âmbito da rota natureza, a realização do trilho pedestre ‘Janela do Inferno’, no Lugar dos Remédios, com direção para a vila de Água de Pau, com paragem no Miradouro do Pisão.

A Cerâmica Vieira, a oficina do Ferreiro Ferrador de João Benevides, Convento dos Franciscanos, Casa da Memória e a Biblioteca Municipal Tomaz de Borba Vieira assumem-se como algumas das sugestões enquadradas na rota cultural.

A autarquia, através desta aplicação, pretende, numa ótica de Smart City, fornecer a todos os lagoenses e turistas informações úteis acerca do concelho.

Inscrições para o MadalenAventura arrancam no próximo mês

A Câmara Municipal da Madalena desenvolveu um programa de ocupação de tempos livres, em regime de acampamento.

A programa destina-se a jovens dos 6 aos 15 anos, estando abertas as inscrições a partir de quatro de junho, no serviço de Ação Social e Educação da Câmara Municipal da Madalena.

Faial acolhe segunda edição do Festival Maravilha

De 7 a 10 de junho decorrerá mais uma edição do Maravilha, um festival multidisciplinar que integra diversos tipos de artes de rua.

Artes performativas, teatro, música, acrobacia, dança e artes plásticas irão marcar o evento mencionado, cuja primeira edição remonta a 2016. Durante os quatro dias, a marina da Horta acolherá artistas internacionais, nacionais e regionais.

O primeiro dia do festival terá início no Teatro Faialense, pelas 21h, e contará com dois espetáculos de abertura. A primeira parte integrará ‘Eos’, um espetáculo das francesas Lise e Soizic inspirado numa viagem de 16 meses a velejar pelo Mediterrâneo e pelo Atlântico Norte. A segunda parte contará com ‘Megahertz’, numa mistura de beatbox, teatro de movimento, clown e vocalismo.

O cartaz completo do evento será apresentado a 30 de maio, no Clube Naval da Horta e terá presença de artistas convidados.

Temporada de Violas da Terra inicia-se no próximo mês

A um de junho irá realizar-se a Temporada de Violas da Terra 2018, uma iniciativa da Associação de Juventude Viola da Terra.

A Temporada terá início, pelas 18h, na Igreja do Colégio, com uma Audição da Classe de Viola da Terra do Conservatório Regional de Ponta Delgada. Os alunos têm idades entre os oito e os 14 anos, integrando-se ainda a participação especial da Escola de Violas da Fajã de Baixo. O evento visa promover a partilha de conhecimentos e revelar o trabalho desenvolvido ao longo dos anos pelos alunos.

A 20 de junho, às 20h:00, no Salão Nobre da Junta de Freguesia da Fajã de Baixo, terá lugar a ‘Apresentação de Final de Ano da Escola de Violas da Fajã de Baixo’. A segunda parte da iniciativa contará com a presença do trio ‘Música Nostra’, constituído por Ana Medeiros, Rafael Carvalho e Ricardo Melo.

A oitava edição do evento ‘Violas do Atlântico’ contará com o músico Chico Lobo com a Viola Caipira do Brasil, ao qual se juntará Rafael Carvalho com a Viola da Terra. Juntos irão atuar a 26 de junho, pelas 21h, no Centro Social e Paroquial da Ribeira Grande e a 27 de junho no Salão Nobre do Teatro Micaelense.

A Temporada de Violas da Terra engloba o apoio do Governo dos Açores, por via da direção regional da Cultura, direção regional da Juventude, do Turismo, das Comunidades e da Associação Portas do Mar.

 

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