Archive for Abril, 2018

Azores Trail Run com apoio da Câmara da Horta

A Câmara Municipal da Horta celebrou um protocolo de cooperação financeira com o Clube independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), no valor de dez mil euros.

O protocolo visa a organização da prova internacional Azores Trail Run. José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta, destacou a importância da iniciativa em questão enquanto prova que promove os Açores e, sobretudo, a ilha do Faial, envolvendo meios de comunicação social de diversos países.

“É fundamental crescermos ao nível do turismo se queremos ter mais economia e mais gente. Temos de encarar isto como um desafio que vai beneficiar o Faial” – concluiu o autarca.

Cartão Interjovem “é muito mais do que um passaporte para os jovens se deslocarem aos vários festivais de verão”

Berto Messias, secretário regional dos Assuntos Parlamentares, defendeu que o Cartão Interjovem se apresenta como um “importante passaporte para a mobilidade juvenil” e como “um forte instrumento de coesão regional”.

No âmbito da apresentação do Cartão Interjovem, em Angra do Heroísmo, o secretário regional adiantou que a coesão regional também resulta de instrumentos como o cartão em questão, o qual “fomenta a mobilidade interna, contrariando divisionismos”.

Na ótica de Berto Messias, “quanto maior for a mobilidade juvenil dentro dos Açores, mais unida e coesa será a Região no futuro”. A deslocação dos jovens a outras ilhas permite, de acordo com o secretário regional, que se adquira uma perceção das características inerentes a cada ilha.

O Cartão Interjovem “é muito mais do que um passaporte para os jovens se deslocarem aos vários festivais de verão que ocorrem na Região” – frisou.

O cartão deste ano passará a ser disponibilizado para compra através de aplicação para smartphone, fornecendo descontos no que respeita a passagens aéreas e acessibilidades marítimas, descontos em estadias e acesso gratuito aos centros interpretativos, aos museus e aos parques naturais da Região.

A validade do cartão Interjovem dura um ano a partir da sua aquisição, apresenta um custo de 40 euros e destina-se a jovens entre os 13 e os 30 anos.

Romeu Bettencourt

Natural de São Miguel, Romeu Bettencourt é um jovem designer que se tem destacado pela criação de joias aerodinâmicas.

O gosto pela joalharia surge ao frequentar o Curso Tecnológico de Ourivesaria, na Escola Secundária Artística Soares dos Reis, no Porto.

 

“Quando fiz a candidatura para a escola, tinha de fazer uma seleção através dos cursos que tinham e então decidi experimentar. No início não sabia bem no que me tinha metido. Atirei-me à experiência, mas facilmente ganhei o gosto. Nada acontece por acaso e nunca pensei gostar tanto.” – salientou o jovem.

 

Romeu confessa que a experiência no Porto foi positiva. “É uma escola muito boa e de grandes referências nacionais. Acolhedora e onde fiz grandes amigos. Foi uma formação bastante intensa, mais prática do que teórica, o que nos preparava para integrar no mercado de trabalho”.

Em 2006, através do programa Leonardo da Vinci, partiu para a Escócia, onde estudou na North Glasgow College. “Uma cidade, uma escola e uma língua diferente. Na altura eram técnicas mais evoluídas que depois fortaleceram-me bastante quando voltei para Portugal. Foi uma experiência bastante enriquecedora e que me deixa com um pouco de saudades”.

Um ano mais tarde, Romeu optou por integrar a licenciatura de Joalharia na Escola Superior de Artes e Design, em Matosinhos. “Primeiro queria ir para a universidade e depois porque soube que havia a licenciatura em Joalharia em Portugal. Como tinha criado um intenso gosto, achava que seria a opção mais acertada”.

‘Slice’ assim se intitula a primeira coleção do jovem designer, numa junção entre o clássico e o contemporâneo. Regra geral, Romeu tenta incorporar quatro peças nas suas coleções, designadamente anéis, colares, brincos e pulseiras, o que nem sempre é possível.

 

“Muitas vezes não consigo integrar uma pulseira ou um anel na coleção, simplesmente porque a forma pode não ser tão ergonómica. Nem sempre é fácil conseguir uma ou outra peça devido à complexidade do projeto”.

 

Romeu foi um dos 60 finalistas da Shmuck 2011, uma exposição anual que engloba diversos artistas e designers de joias de todo o mundo, selecionados por um júri. O jovem concorreu com o seu projeto final de licenciatura. “Uma seleção é sempre uma surpresa, até porque não sabia quais eram os critérios de escolha. Deu-me orgulho de ter sido dos poucos portugueses selecionados e, ainda, por ter sido o único aluno selecionado desde que existe a licenciatura em Portugal”.

São os brincos que lhe conferem um gosto superior no processo criativo. “São desafiantes por ter de se aplicar um limite ao peso, mas a nível construtivo permitem dar asas à criação”.

Quando atingiu parte dos seus objetivos, o jovem sentiu-se preparado para lançar a sua marca de joalharia em 2015, numa aposta em peças aerodinâmicas. “Essa aposta tem a ver com o gosto que tenho pela arquitetura moderna, pela engenharia mecânica e pela aviação”.

O processo criativo de Romeu inicia-se com um esboço de formas. “Depois, dependendo da complexidade do projeto, vejo se consigo fazer diretamente as peças à mão ou se é necessário fazer um protótipo, recorrendo à impressão em 3D”.

O negócio superou as expectativas do joalheiro.

 

“Tem sido melhor do que estava à espera. Sempre senti o risco de fazer joias aerodinâmicas, até porque o mercado português sempre esteve muito voltado para joias tradicionais, mas a recetividade e a procura tem sido bastante boa”.

 

Um ano após o lançamento da sua marca, Romeu ganhou o prémio ‘Designer de Revelação em Joalharia’ sem candidatura prévia. O prémio foi atribuído por um grupo de jurados convidados pela Portojóia através de uma seleção de trabalhos de diversos designers portugueses.

Romeu admite não existir uma peça em específico que se destaque por parte dos clientes, mas, sim, o seu trabalho em geral. “Tenho clientes que gostam do meu trabalho e, por isso, vêm ter comigo porque querem que desenvolva uma peça única”.

De momento, o jovem dedica-se ao lançamento de três coleções e espera aumentar o número de pontos de venda em Portugal e no estrangeiro.

Candidaturas ao Concurso Regional de Empreendedorismo a partir de maio

De 1 de maio a 15 de junho decorrerá o período de candidaturas ao Concurso Regional de Empreendedorismo, promovido pela vice-presidência do Governo Regional.

A iniciativa destina-se a pessoas com mais de 18 anos, individualmente ou em grupo, que apresentem projetos que se destinam à criação de negócios inovadores, exequíveis e que respondam às necessidades do mercado.

Prevê-se a entrega de um vídeo, onde se expõe a ideia de negócio, bem como, a realização de uma curta de apresentação por parte de cada equipa perante o júri. De 1 de setembro a 15 de outubro terá lugar a segunda fase do concurso, que assenta na formação específica e consultadoria aos concorrentes selecionados, com vista ao desenvolvimento das ideias de negócio apresentadas.

Os planos de negócio serão entregues durante o período de 16 a 30 de outubro, sucedendo-se o processo de seleção pelo júri, onde serão apurados três projetos vencedores.

Será atribuído um prémio de 25 mil euros ao primeiro classificado, de 20 mil euros ao segundo e de 15 mil euros ao terceiro.

O concurso visa, sobretudo, a criação de empresas nos Açores a partir dos projetos a concurso, a par do fomento da capacidade de iniciativa, da criatividade e do comportamento empreendedor.

Docente açoriano entre os candidatos ao ‘Nobel da Educação’

Nelson Jorge Cardoso Soares, docente na Escola Básica e Secundária de Vila Franca do Campo, é candidato ao Global Teacher Prize Portugal.

O açoriano está entre os 10 candidatos finalistas à atribuição do prémio que visa destacar o trabalho dos docentes e os seus contributos para a profissão. A gala de entrega decorrerá a 16 de maio, sendo 111 os docentes que concorreram a nível nacional.

Nelson Soares apresentou um artigo científico acerca da investigação-ação que tem vindo a desenvolver na educação pré-escolar sobre o fomento de uma educação para os afetos e sexualidade. É, também, autor do livro de literatura infantil ‘Pipi e Popó – apenas para quem educa!’ que tem por intuito conhecer estereótipos de género, identificar atos e discursos discriminatórios e, ainda, favorecer a reflexão da criança.

Inauguração da segunda loja ‘Sê Bella’ decorreu hoje

Hoje, junto à Rádio Popular, decorreu, pelas 9h30, a inauguração da segunda loja de ‘Sê Bella’ com uma abrangência superior de produtos de cosmética.

“Principalmente na marca It Style temos uma variedade superior de produtos. O mesmo acontece com a gama L.A. Girl, sobretudo no que respeita aos lábios e ao rosto em termos de maquilhagem e de produtos de limpeza de pele” – explicou Beatriz Dâmaso, responsável pelo estabelecimento.

A escolha da localização da segunda loja deveu-se à acessibilidade do local, havendo facilidade no estacionamento e, também, ao facto de Beatriz considerar Ponta Delgada como um “ponto turístico”.

O negócio da jovem empreendedora está a obter resultados positivos não só a nível de venda de cosméticos, como também de serviços de estética na Ribeira Grande. “O negócio tem corrido bem e já temos os nossos clientes fixos!” – adiantou.

As expectativas de Beatriz Dâmaso em relação à sua segunda loja são razoáveis. “Estamos com esperança de que tudo dê certo e vamos ver como corre (risos). Contamos hoje com a presença de muitos amigos nossos e clientes da nossa primeira loja” – concluiu.

Portugueses em destaque no ‘International Portuguese Music Awards’

A 21 de abril realizou-se a sexta edição dos Prémios Internacionais da Música Portuguesa, evento destinado a artistas internacionais de ascendência portuguesa.

O prémio de ‘Vídeo Clip do Ano’ foi atribuído ao tema ‘Games’ de Nikita Afonso, tendo sido realizado por Jony Roy e Cezar White. Ricardo Martins destacou-se na categoria ‘Instrumental’ com ‘Corre Corre Corridinho’, tendo Cremilda Medina ganho o prémio ‘World Music’ com ‘Divôrce Um’ Ca Ta Sená’.

Na categoria ‘Tradicional’ surgiu Suzi Silva com ‘Fado Mestiço – Amanhã’ e Sónia Bettencourt na secção ‘Fado’ com ‘Fado Meu’. Sir Matty foi o vencedor da categoria ‘Dança’ com ‘Elemental (ft. Lyon Hart)’, sendo o tema ‘Espírito de Leão (ft. Lioness)’, de Jayjezz,  o vencedor do prémio ‘Rap/ Hip-Hop’.

Os ‘The code’ venceram nas categorias ‘Rock’ e ‘Canção do Ano’ com o seu tema ‘Fly Higher’. O tema ‘Solid Ground’, de Rebecca Correia, foi o vencedor da categoria ‘Pop’, tendo o prémio ‘Música Popular’ sido atribuído a Zé Duarte. Justine Martins recebeu o prémio de ‘Novo Talento’, enquanto os Xutos & Pontapés receberam o prémio ‘Carreira’.

A primeira noite do International Portuguese Music Awards consistiu numa gala e o segundo foi dedicado à entrega de prémios de acordo com diversas categorias mencionadas.

Ciro Cruz

Ciro Cruz é um baixista brasileiro que partilhou o palco com diversos artistas, como Fagner, Ed Motta, Banda Black Rio e Gabriel o Pensador. Em outubro do ano passado editou o álbum ‘Fénix’ e o seu novo single intitula-se ‘Rio de Janeiro’.

Como surgiu o seu gosto pelo baixo?

“Foi por acaso. Eu tocava bateria numa banda do colégio quando tinha uns 16 anos e o baixista faltou à nossa primeira atuação. Eu assumi o baixo, adorei e não larguei mais”.

 

Qual o seu estilo de música preferido? Porquê?

“Gosto muito do Funk por ser um estilo em que o baixo se destaca muito”.

Quais as suas fontes de inspiração?

“Inspiração? A vida, o convívio com as pessoas”.

Onde atuou pela primeira vez? Como foi a experiência?

“A minha primeira atuação a sério foi em um teatro em Recife com a minha primeira banda ‘Ave Noturna’. Muito nervosismo!”.

Quantas atuações já realizou até ao presente?

“Com certeza milhares”.

 Qual a sua atuação preferida? Porquê?

“A minha atuação preferida foi com o Gabriel o Pensador quando fizemos a primeira parte do concerto dos U2, em São Paulo. Tocamos para um estádio lotado”.

No Brasil atuou ao vivo com artistas como Fagner, Ed Motta, Banda Black Rio, Gabriel o Pensador, entre outros. Como decorreu a experiência?

“Uma experiência incrível, aprendi muito e fiz muitos amigos para a vida”.

Como foi partilhar o estúdio com Stewart Copeland, Delmar Brown e Howard Levy?

“Partilhar estúdio com artistas desse nível é um grande impulso para a carreira. Deixa-nos mais confiantes e a certeza de que o caminho que estamos a escolher é o certo”.

Trabalhou com artistas de origem distinta. O que lhe despertou atenção na forma de se valorizar a música nos diferentes países?

“A musica é uma linguagem universal. Toca as pessoas e não há diferença entre povos ou países. A cultura pode ser diferente, mas a emoção de ouvir música é igual para todos”.

Em 2005 mudou-se para Portugal. Porquê?

“Mudei-me para Portugal para resgatar as minhas raízes. Meu pai nasceu cá e houve uma altura da minha vida em que precisei experimentar novos desafios”.

‘Fénix’ é o seu quarto álbum. Como foi trabalhar com João Barradas, MC Big Papo Reto e Raphael Lopes?

“São grandes músicos e grandes amigos principalmente. Muito fácil e tranquilo”.

A que se deveu a escolha do nome do álbum?

“A escolha do título ‘Fénix’ foi para assinalar o final de um período de muita luta a nível pessoal. Passei por um momento muito difícil com um diagnóstico de um problema de saúde muito grave e, depois de quatro anos, consegui ultrapassar e vencer esta luta”.

‘Rio de Janeiro’ é o se novo single. Apresenta um tom nostálgico?

“Sim, um pouco de nostalgia e boas lembranças das grandes bandas Cariocas”.

 Como tem sido a reação do público face ao seu novo single?

“Tenho recebido boas críticas e muitos elogios pelas redes sociais. Estou muito contente com o resultado”.

De momento está a desenvolver algum projeto? 

“Sim, já estou a compor para o quinto álbum que devo gravar no próximo verão”.

Quais são as suas expectativas futuras no âmbito musical?

“Eu quero fazer música simplesmente por fazer. Acho que prefiro não ter grandes expectativas. Fazer música, trabalhar e seguir em frente…”.

Abertas candidaturas ao programa Porta 65 Jovem

Até ao dia 21 de maio encontram-se abertas as candidaturas ao programa Porta 65 Jovem, um sistema de apoio financeiro ao arrendamento por jovens.

O programa destina-se a jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 34 anos. Todavia, é admitido o prolongamento até aos 37 anos de idade, no caso de se tratar de casais de jovens que reúnam um conjunto de condições.

O casal deve ser titular de um contrato de arrendamento celebrado no âmbito do Novo Regime do Arrendamento Urbano (https://dre.pt/application/dir/pdf1sdip/2006/02/041A00/15581587.PDF) ou do regime transitório previsto no seu título II do capítulo I. A par disso, o casal jovem não pode usufruir, cumulativamente, de quaisquer subsídios ou de outra forma de apoio público e ser proprietário ou arrendatário de outro prédio. Outra das condições prende-se com o facto de nenhum dos membros do agregado poder ser parente ou afim do senhorio.

O programa Porta 65 – Jovem consiste num sistema de apoio financeiro ao arrendamento por jovens, isolado, constituídos em agregados ou em coabitação, sendo regulado por diplomas legais.

 

 

Candidaturas ao programa Estagiar U irão decorrer em maio

De 1 a 31 de maio decorrerão as candidaturas ao programa Estagiar U que se destina a jovens estudantes residentes na Região que frequentem o ensino universitário.

O programa mencionado compõe-se de estudantes com idades até aos 30 anos até à data de apresentação da candidatura e que frequentem o ensino universitário em cursos que confiram o grau de licenciatura ou mestrado. Destina-se, também, a jovens que integram curso de pós-graduação.

A iniciativa tem a duração de um mês por candidato e decorre em julho, agosto ou setembro, apresentando início e fim no próprio mês. O Estagiar U desenvolve-se em 20 horas semanais, sendo a remuneração de 304,5 euros.

O programa Estagiar U visa conferir aos jovens um estágio profissional no contexto real de trabalho e fomentar a transição do percurso escolar para a vida ativa.

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