Archive for Abril, 2018

António Zambujo na ilha do Pico

A oito de maio, no Auditório da Madalena, realiza-se um novo concerto de António Zambujo.

Os bilhetes, no valor de 15 euros, já se encontram à venda na receção do referido auditório e podem ser adquiridos nos dias úteis das 8h30 às 13h:00 e das 14h:00 às 16h:00.

Caminhada pela prevenção dos maus tratos na infância com mais de 230 crianças e jovens

A caminhada pela prevenção dos maus tratos na infância integrou a participação de mais de 230 crianças e jovens, em Ponta Delgada.

A caminhada foi organizada pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ponta Delgada e contou com o apoio e participação da Câmara Municipal de Ponta Delgada.

Sob lema ‘Cuidar e proteger, ajuda-nos a crescer’, a caminhada iniciou-se na Avenida Antero de Quental, passando pelas ruas São Francisco Xavier, Coronel Silva Leal, Machados Santos e António José de Almeida.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ponta Delgada efetua, com o apoio do município, diversas iniciativas de sensibilização, com o intuito de promover os direitos das crianças e dos jovens.

Oficina para Bebés no Museu Francisco de Lacerda

A 28 de abril decorrerá a Oficina para Bebés no Museu Francisco de Lacerda, em São Jorge.

A oficina destina-se a crianças do um aos três anos, acompanhadas por um adulto, e visa a exploração sensorial. Catarina Dias da Rosa irá orientar a atividade com início às 10h30, estando a participação sujeita a inscrição prévia que deverá ser efetuada através do e-mail museu.flacerda.info@zores.gov.pt ou do telefone 295 416 323.

A oficina explora o sentido da visão, no âmbito da exposição ‘Visões’, e convida os participantes a explorar outros sentidos.

Esta é uma iniciativa promovida pela direção regional da Cultura através do Museu Francisco de Lacerda.

Apresentação do Gap Year Portugal na Universidade dos Açores

Hoje, no Anfiteatro Norte da Aula Magna na Universidade dos Açores,  decorrerá, pelas 14h, a apresentação do Gap Year Portugal.

Fernando Vaz estará presente na apresentação, a fim de partilhar a sua experiência que consistiu numa viagem por 30 países e cinco continentes, sem pagar transporte ou alojamento.

“Queremos transmitir a quem nos ouve que é importante não desistir de amar”

Os A.M.A. são um duo. Ele fascinado por pianos, teclados e por tudo o que seja digital, ela por cantar. O casal Zé Tó Lemos e Joana Andrade embarcou numa aventura musical com base no Synthpop. 

 

Os ‘A.M.A.’ são um duo. Quando é que se conheceram e decidiram juntar-se numa aventura musical?

“Foi num ensaio, o nosso primeiro encontro, há 12 anos atrás. A minha banda estava à procura de uma vocalista e a Joana foi fazer um casting. Desde então, a nossa aventura nunca mais teve fim”.

 

A que se deveu a escolha do nome do duo?

“O nosso nome só podia ser este! Somos um casal, apaixonados um pelo outro, assim como pela música e tudo o que fazemos. Amor, ‘Amar’ e cada vez ‘Mais Agora’ é a nossa forma de estar e de viver. Decidimos usar o acrónimo (A.M.A) porque adoramos o nome.

Por vezes, somos confrontados com facto de ser um nome muito próximo de D.A.M.A.

Não levamos a mal…não os conhecemos pessoalmente, mas gostamos do trabalho deles que também é muito bem feito.

Esperamos que eles também não levem a mal…nunca pensamos que nos identificassem por causa deles, nem queremos que isso aconteça. Mas para nós, faz todo sentido que o nosso nome seja como é”.

 

Como está a decorrer a experiência?

“Fantástica. Já andamos desde 2008 à procura do nosso som. Agora que o encontramos, só podíamos estar a adorar tudo o que de bom tem acontecido”.

 

Por que decidiram optar pela vertente digital para lançarem temas?

“Sabemos que o formato digital é o mais usado hoje em dia. Mas, a seu tempo, teremos todo o gosto em ter um CD físico nas lojas”.

 

Quais os vossos estilos musicais preferidos?

Synthpop, Jazz e Soul, sem sombra de dúvida”.

 

Porquê a aposta na música eletrónica, Pop e R&B?

“Foi um longo percurso até encontrar o nosso caminho. Não pensamos no estilo, procuramos algo que nos identificasse e surgiu rasgos desses estilos musicais. Mas penso que o Synthpop é o que mais nos define”.

 

Zé Tó Lemos, como surgiu o seu gosto pelo piano e pela música em geral?

“Foi o meu primeiro instrumento oferecido pelo meu pai, um teclado da Yamaha. Desde então, tudo que tiver teclas é a minha praia. Com o passar do tempo e com uma grande ligação pessoal e emotiva à marca, acabei por ser endorser da prestigiada marca Yamaha. É com muito orgulho que falo disto. Sou um apaixonado por pianos, teclados e tudo que seja digital”.

Joana Andrade, como surgiu o seu gosto pela música?

“Sempre gostei de música e de cantar.

Desde pequena que os palcos me fascinam. Cantava na sala de casa para um público imaginário, depois passei pelo coro da igreja, ainda pequena. Com 13 anos, comecei a cantar em público em vários tipos de eventos. Foi uma paixão que cresceu comigo e que se foi tornando cada vez mais prioritária”.

 

São naturais de Santa Maria da Feira?

“Zé Tó Lemos é natural do Porto e está a “viver em Santa Maria da Feira, cidade em que me orgulho de viver, por todo o ativo desenvolvimento cultural”, afirma o músico.

Já Joana Andrade exclamou “Eu sou ‘fogaceira’ de gema!”.

 

Qual foi a primeira atuação dos ‘A.M.A.’? Onde decorreu a atuação e como descrevem a experiência?

“Foi incrível! Fizemos um concerto privado no estádio do dragão, onde a recetividade foi muito boa”.

 

Até ao presente, quantas atuações já realizaram, aproximadamente? Já atuaram fora de Portugal?

“Fora de Portugal nunca, mas era algo que adorávamos fazer. Lançamos os A.M.A para a estrada em janeiro deste ano e fizemos apenas três concertos. Recordamos, com muito carinho e um misto de emoções, um concerto da Joana. Foi no festival da Juventude, onde falhou o gerador logo na primeira música (risos). Ficamos parados duas horas, enquanto a organização resolvia o problema, e quando voltamos ao palco, tínhamos aproximadamente duas mil pessoas a aguardar a reentrada das bandas. Fomos a primeira a subir ao palco e foi incrível. Sentimos as pessoas em total êxtase e foi dos melhores concertos que demos”.

 

Como é que o público tem vindo a reagir face ao vosso trabalho?

“Muito bem. Temos escolhido bem os palcos onde passamos. Ter a sensibilidade de perceber os ambientes onde a nossa música se ‘encaixa’ é importante. As críticas têm-nos chegado da forma mais simpática possível, sendo através das redes sociais, rádios e mesmo nos poucos concertos que já fizemos! É gratificante perceber que as pessoas gostam de nos ouvir!”.

 

Como é estar em palco?

“Impossível descrever. É sentir um sonho no presente. O respeito pelo palco faz sentir sempre um nervoso miudinho…mas saudável. Adoramos”.

 

As letras das músicas incidem, sobretudo, em histórias de amor. Porquê?

“A essência do nosso trabalho é mesmo o amor.  Queremos transmitir a quem nos ouve que é importante não desistir de amar, ainda que por vezes tudo se torne mais difícil! Amar de todas as formas. Insistir. Não desistir. No fundo, contam um pouco de nós e, com certeza, um pouco de todos aqueles que nos ouvem”.

 

Paralelamente ao amor, quais são as vossas fontes de inspiração?

“Histórias de vida. Vamos anotando algumas experiências que passam por nós e por aqueles que nos rodeiam!”.

 

Se pudessem escolher uma música vossa, qual seria? Porquê?

“’Faltou-nos um Beijo’, pela estética musical, e AMA, pela letra que foi feita a pensar na nossa relação pessoal”.

 

Como é que funciona vosso processo criativo?

“Por norma, criamos e desenvolvemos ideias de músicas com o piano com base no nosso estúdio. Dedicamos e estipulamos tempo para a composição. As letras são, na grande maioria, escritas depois de termos um ‘rascunho’ da música. Muitas outras vezes, surgem-nos ideias que gravamos no telefone e depois vamos aperfeiçoando”.

 

Enquanto duo, torna-se difícil equilibrar opiniões?

“Não. Somos muito cúmplices é isso faz com que tudo flua de forma muito natural! Nada é complicado porque qualquer opinião contrária é tida como fator a ponderar para melhorar sempre mais!”.

 

São músicos a tempo inteiro?

“Sim. Eu [Zé Tó Lemos] sempre me dediquei à música a tempo inteiro. A Joana interrompeu temporariamente outro projeto de uma área distinta na vida dela e, neste momento, também se dedica apenas à música”.

Acham que Portugal é um país favorável à afirmação de músicos? Porquê?

Não. Achamos que, finalmente, se ouve mais música portuguesa, mas somos um povo que continua a consumir e a valorizar muita música estrangeira e isso não ajuda. Alguma dela injetada que quase nos obriga a gostar com a quantidade de vezes que passa nas rádios nacionais, embora pudéssemos desligar o rádio, o que acaba por não acontecer e elas vão entrando, vão entrando, vão entrando… e, com o tempo, acabam por entranhar, por vezes até, musicas horríveis comparadas com a boa música que por cá se faz.

Vou dar um exemplo dos nossos vizinhos Espanhóis que têm um mercado muito forte. Eles só consomem o que é latino. Até no cinema é quase tudo dobrado. Um bom exemplo aqui ao lado de casa. Em relação a novos artistas, continua a ser muito difícil de vencer pois acabamos por não ter espaço nas rádios nacionais.

Outro dos aspetos que também não se encontram a favor de novos projetos é a importância de ter uma agência, também essas, se encontram lotadas de artistas sem capacidade logística para mais…”.

 

De momento estão a desenvolver algum projeto?

“Estamos a preparar novos temas, o próximo vamos lançar em breve e podemos adiantar desde já, que será uma música muita fresca que antecipa o verão com o nome de ‘O Melhor Lugar’”.

 

Qual a vossa próxima atuação?

“Para já dia 3 novembro no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira. Neste concerto iremos apresentar o palco com banda. Mas estamos convencidos que antes disso ainda podem surgir mais datas, pelo menos em formato diminuto. Esperamos no próximo ano ter agência e mais datas para vos informar numa próxima entrevista”.

“A nossa linha é a juventude!”

A Associação de Juventude da Ribeira Grande (AJRG) surgiu em janeiro de 2006. É uma Instituição Particular de Solidariedade Social que está ao serviço dos jovens daquele concelho. Jonas Carreiro é quem lidera a estrutura, cujos os projetos são desenvolvidos através da boa vontade e dedicação da direção e dos associados

 

Em que consiste AJRG e quais são os seus objetivos?

“A AJRG nasce com o propósito de promover iniciativas junto de famílias em situação de exclusão social – apoiar os jovens e as crianças em risco; intervir na educação e formação social e no apoio à empregabilidade de grupos sociais desfavorecidos; promover atividades intergeracionais e, ainda, projetos nas áreas do desporto, ambiente e cultura. Sendo uma associação de âmbito concelhio é, neste momento, objetivo dinamizar iniciativas de nascente a poente, promovendo uma participação ativa e responsável dos jovens ribeiragrandenses, valorizando-os tal e qual como são”.

 

De que forma se alcançam cada um dos objetivos da AJRG?

“Para 2018 definimos três pilares de atuação: a inclusão social juvenil, a prevenção, a sensibilização ambiental e a promoção da cultura. Com base nestes pilares foi elaborado o plano de atividades que engloba um conjunto de ações que visam a consciencialização e responsabilização de viver em sociedade. O contato direto e permanente com os jovens é fundamental. Procuramos ter uma postura informal, de proximidade e ir ao encontro daquilo que os jovens procuram”.

 

Qual o trabalho desenvolvido pela AJRG?

“Sem quadro de pessoal permanente ou efetivo na AJRG é muito complicado a realização de atividades de maior abrangência social. Tudo o que estamos a desenvolver é através da boa vontade e dedicação da direção e dos associados. Além disso, estamos a proceder a vários ajustes nos procedimentos internos que têm consumido imenso tempo à direção. E, ainda assim, neste momento estamos constantemente a promover, em parceria com outras instituições, porque só assim é que faz sentido, trilhos pedestres, encontros intergeracionais, participações em momentos comemorativos pelo concelho, entre muitas outras atividades”.

 

Qual a importância da AJRG?

“A AJRG, sendo uma Associação de Juventude inscrita na Rede Regional de Associações de Juventude da Direção Regional da Juventude e uma IPSS no Concelho mais jovem dos Açores, é óbvio que será uma mais-valia para a juventude da Ribeira Grande. O bom relacionamento institucional com várias instituições de Nascente a Poente e as fortes parcerias que estamos a firmar neste momento advinham ventos muito favoráveis para a instituição e, por consequente, para a sociedade juvenil. Em breve, seremos um pilar fundamental no crescimento dos jovens e das suas famílias”.

Quem integra e poderá integrar a AJRG?

“A AJRG é composta, felizmente, por associados de todas as idades e a média de idades dos atuais 100 ronda os 60% entre os 12 e 30 anos e os restantes 40% acima dos 30 anos e, curiosamente, 60% do total dos associados são do sexo feminino. Quanto a quem poderá ingressar na AJRG?! São todas as pessoas que se identifiquem com os princípios da AJRG e queiram contribuir ativamente para uma melhor promoção da cidadania e de uma juventude com bases sólidas e responsáveis”.

 

A AJRG conta com apoios financeiros públicos?

“Sim. A AJRG está inscrita na Rede Regional das Associações de Juventude da Direção Regional da Juventude que nos tem possibilitado a apresentação de diversas candidaturas anuais ao PIAJ (Plano de Incentivo ao Associativismo Juvenil) e a promoção de várias atividades ao logo do ano. Por outro lado, temos apoios pontuais mediante acordos previamente estabelecidos. Estas são as principais fontes de financiamento. No que confere aos tão badalados apoios às IPSS’s não estamos a usufruir pelo menos para já”.

 

Por que motivos optou por liderar a AJRG?

“Assumi o cargo por renúncia do antigo presidente. Desde há muitos anos que sou associado da AJRG e outros tantos em cargos nas sucessivas direções. A paixão que me move à causa pública começou em tenra idade. Sempre estive envolvido em vários grupos sociais na minha terra natal, a pacata freguesia de Lomba de São Pedro, a mais pequena e afastada da sede do concelho.

Quem vive em freguesias rurais, como a Lomba de São Pedro, sente dificuldades no acesso a inúmeros serviços e a revindicação e vontade de fazer mais pela nossa terra leva muitas vezes a participar em organizações que possam contribuir para o seu desenvolvimento.

A questão aqui foi que gostei tanto do ‘projeto AJRG’ que acabei por ir ficando e envolver-me, cada vez mais, ao ponto de pertencer a várias direções e assumir a direção num momento em que a organização mais precisava. No futuro pretendo apresentar um projeto e a minha candidatura à presidência da AJRG para continuar o trabalho que iniciamos há cerca de um ano. A AJRG precisa de estabilidade para conseguir desenvolver os seus projetos e focar-se nos jovens e nas suas especificidades”.

Qual a sua responsabilidade enquanto presidente da referida associação?

“Toda. De há um ano para cá, temos procedido a vários reajustes internos de grande importância, aos quais um presidente não pode descorar nem um minuto. Todos os membros da direção têm profissões exigentes e que ocupam muito do tempo de cada um de nós, mas com espírito de entreajuda temos conseguido levar este barco a bom porto. Foram alterações estatutárias, mudanças de pelouros e todas as implicações legais que acarreta para uma instituição, a continuação do plano já aprovado para 2017 e a preparação de 2018, o desenvolver das atividades e tudo isto realizado pelos membros da direção e vários associados porque, para já, a AJRG não possui quadro de pessoal”.

 

Como tem sido a experiência?

“’Quem corre por gosto não cansa’ é o espírito. Tem sido muito gratificante, tenho aprendido muito e reunido uma grande rede de contatos. A minha liderança ainda está no início e temos andado numa luta constante na aprendizagem de procedimentos, programas, atividades, reuniões… Uma vida muito preenchida, mas gratificante!”.

 

Desde que assumiu o cargo, que iniciativas desenvolveu? Qual a importância das mesmas?

“Estamos num processo de reorganização interna e, como é do conhecimento geral, estes processos são complexos e morosos e têm-nos consumido imenso tempo. São atividades invisíveis, mas de extrema importância. Quanto às atividades propriamente ditas foi a promoção e desenvolvimento das atividades que estavam contempladas no plano para 2017, foram trilhos pedestres, workshops, entre outros. As nossas atividades revestem-se sempre de uma importância base, a participação dos jovens e a a tradução das atividades em informações pedagógicas pertinentes à preservação, valorização e promoção do melhor de cada tema”.

 

Na sua opinião, há alguma iniciativa/projeto que se tenha destacado das restantes? Porquê?

“Em 2017, os projetos que me deram mais gozo preparar foram os trilhos pedestres, destacando a descida à Lagoa do Fogo com um grupo de entusiastas por natureza e natureza dos Açores”.

 

De momento está a desenvolver algum projeto?

“Muitos são os projetos que temos em mente… mas o que se destaca é, certamente, a procura constante de uma sede própria para a AJRG. Atualmente, a sede social é na sede da Junta de Freguesia da Ribeira Grande – Matriz o que, por vezes, torna difícil a conciliação das reuniões e atividades da AJRG com a agenda própria que existe. Na minha terra os mais velhos diziam o seguinte: ‘Quem casa quer casa’ e é precisamente isto que está acontecer à AJRG. Estamos num processo de mudança e a crescer a olhos vistos… precisamos do nosso próprio espaço!”.

 

Que iniciativas pretende vir a desenvolver?

“Como associação de juventude estamos a trabalhar na elaboração de vários projetos nesse sentido… a nossa linha é a juventude! A Juventude da Ribeira Grande precisa de uma instituição que olhe para ela tal e qual como ela é… jovem, irreverente, curiosa, cheia de vontade de aprender e conhecer coisas novas…  Para chegarmos até esta faixa etária temos de pensar como eles e é isso que estamos a fazer. Estilo de vida saudável, “turisticar”, reviver, responsabilizar e sensibilizar nas áreas do ambiente, cultura, desporto e cidadania são o foco”.

 

Quais as suas expectativas em relação ao futuro da AJRG?

A AJRG tem um logo caminho a percorrer enquanto instituição. Estamos a solidificar as bases e a notoriedade na sociedade ribeiragrandense. Somos e seremos uma associação do concelho e envolveremos jovens oriundos de todas as freguesias do Concelho. Dizer que o céu é o limite estaria a ironizar, mas estamos prontos para ajudar os jovens.

O ideal seria ter uma equipa de profissionais multidisciplinares para acompanhar os jovens e estes verem a AJRG como uma segunda casa… a CASA fixe! A CASA onde os jovens têm nome e não um número, onde são compreendidos e não obrigados a compreender, onde fazem o que gostam e não o que há para fazer! Pretendemos contribuir para que os jovens sejam responsáveis, focados e principalmente felizes e integrados…”

 

 

Trilho urbano da cidade de Lagoa “representa uma oferta turística”

Este sábado, a Câmara Municipal de Lagoa irá inaugurar o trilho urbano da cidade de Lagoa.

A concentração está prevista para as 9h:30, sendo que o regresso ocorrerá por volta da hora de almoço. O trilho, de aspeto circular, tem um comprimento de 7,82 quilómetros e irá iniciar-se no lugar da Atalhada, junto à Pousada da Juventude, estendendo-se pela orla marítima até à Igreja de Santa Cruz.

A ‘Cerâmica Vieira’, a ‘Casa da Cultura Carlos César’ e a ‘ Casa do Ferreiro Ferrador’ são alguns dos pontos de interesse que poderão ser visitados durante o percurso.

Nelson Santos, vereador da Câmara Municipal e responsável pela área do Turismo, adianta que “este trilho representa mais uma oferta turística a quem nos visita, numa ótica onde, para além de se dar a conhecer património cultural e natural, estimula-se, igualmente, a prática de atividade física, numa caminhada aprazível que dá a conhecer recantos da cidade de Lagoa”.

Os ‘Banho Maria’

Pop, folk e fado são a aposta dos ‘Banho Maria’, uma banda de seis elementos que se juntaram há três anos.

 

Seis membros. Como se conheceram e quando decidiram formar banda?

“Os Banho Maria acontecem na sequência do trabalho realizado numa banda de covers chamada “Devolta”, da freguesia de Atouguia, em Ourém.  Quatro elementos dessa banda, a Cláudia, o Tomané, o Paulo e o Tiago, motivados por uma vontade conjunta de criar originais, decidiram criar os Banho Maria em 2015. O João, que em adolescente havia criado alguns temas originais com o Tomané e que conta com experiência do meio, e o Miguel, violinista, juntaram-se ao grupo e em 2016 decidiram gravar uma seleção de alguns temas em que trabalharam durante 1 ano”.

 

É difícil alcançar consenso numa banda numerosa?

“A relação tem sido muito boa, considerando o facto de serem seis pessoas, naturalmente com personalidades e idades diferentes. Claro que num determinado momento pode haver algum episódio de tensão, mas nada que tenha posto em causa o consenso em tudo o que envolve a banda, nem que se opte pela via do voto democrático”.

 

Como está a decorrer a experiência?

“Está a correr bem acima das expectativas, uma vez que já fizemos o que não imaginaríamos para uma banda, que não é das grandes cidades e que aparece sem grande alarido e pouca experiência num primeiro disco”.

Porquê a aposta no pop, folk e fado?

“Porque é o somatório da música que nos toca, que nos influencia e aquela onde nos sentimos mais confortáveis no momento da criação. Sendo estilos diferentes, tentamos de certa forma e, com a ajuda preciosa do produtor Nuno Roque, cruzar estes estilos dando-lhes um toque ‘Banho Maria’ apoiado na voz personalizada da Cláudia e na introdução do violino pelo Miguel”.

 

Onde atuaram pela primeira vez?

“As primeiras apresentações foram para amigos e família. Depois, surgiu uma apresentação singela no programa “masterclass” da RTP, com o João Gil, apenas em dueto da Cáudia e Tomané, Mas a primeira apresentação pública com reportório e banda completa decorreu no Castelo de Ourém, numa noite gelada de verão, em julho do ano passado. A experiência foi muito boa, marcante e por isso mesmo inesquecível”.

 

Qual a vossa atuação preferida?

“Precisamente a da apresentação no Castelo de Ourém por tudo e, desde logo, pelo público, local e envolvência”.

 

Como está a ser a reação do público face ao vosso álbum de estreia ‘Casa do Castelo?

“A nossa experiência dessa reação do público passa por avaliarmos os nossos concertos, aparições nas televisões e presenças nas redes sociais e, nestas situações, só poderemos estar satisfeitos. Claro que a partir dum certo momento queremos mais e nem sempre tudo acontece ao ritmo que desejaríamos, nomeadamente no que respeita à divulgação da música nova nas rádios generalistas, mas os Banho Maria não têm pressa e acreditam na música que fazem e no potencial para essa música agradar a um público vasto”.

 

Que elementos foram responsáveis pela escrita das músicas?

“Essencialmente o Tomané e a Cláudia mas com participação estendida aos restantes elementos nos arranjos e produto final”.

 

Em que se inspiraram para a realização do álbum?

 “A amizade e os laços familiares, os amores, boa parte deles ingénuos, as dúvidas existenciais, a mistura do rural e urbano”.

 

‘Procuro uma linha reta/ com alguns desvios’. O que pretendem transmitir? 

Não pretendemos apelar à transgressão, mas antes questionar se aquilo que é muitas vezes estabelecido como correto ou atitude correta o é efetivamente”.

Foram selecionados para a bolsa do Outonalidades – Circuito português de musica ao vivo 2018. Um grande marco, certo?

“Numa fase de afirmação e início de carreira qualquer reconhecimento para nós é muito importante. Esperemos que possa dar frutos pois a nossa vocação é precisamente a dos espetáculos ao vivo”.

 

De momento estão a desenvolver/pretendem vir a desenvolver algum projeto a nível musical?

“Estamos no início da criação de novos temas para um trabalho e a ensaiar empenhados em garantir bom espetáculos ao vivo deste nosso álbum estreia ‘Casa do Castelo’.

 

14) Quais são as vossas expectativas futuras no âmbito musical?

“Consolidar os Banho Maria como um projeto válido da música nacional”.

Açores Challenge de Patinagem Artística na Lagoa

De 21 a 22 de abril, decorrerá na Lagoa uma prova desportiva no âmbito do Açores Challenge de Patinagem Artística, iniciativa que conta com sete edições.

A prova irá englobar cerca de 98 atletas e terá lugar no Pavilhão da Escola Secundária da Lagoa, iniciando-se às 14h. No sábado o torneio será disputado pelos escalões de Benjamins, Infantis e Iniciados, sendo o domingo destinado a escalões de Cadetes, Juvenis, Juniores e Seniores. A iniciativa integrará seis clubes locais e três de Portugal Continental.

Organizado pelo Clube de Patinagem de Santa Cruz, o evento consiste num torneio aberto à participação de todos os atletas de patinagem artística de São Miguel, divididos pelos sete clubes existentes.

O torneio visa fomentar a mobilidade em diversas localidades da ilha, aumentar o ritmo competitivo dos atletas e prepará-los para as provas oficiais regionais e nacionais.

As edições anteriores foram realizadas na Povoação, Maia, Ponta Garça, Ribeira Grande, Ginetes e Lagoa.

Sessão de cinema no Teatro Micaelense

Hoje, pelas 21h30, será exibido o filme ‘Ida Nebe Fa’an Pulsa, O Vendedor de Pulsa’ de Francisco Rosas e Ricardo Dias.

A sessão contará com a presença dos autores, sendo a entrada gratuita, mediante levantamento de convite. A exibição enquadra-se no âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e do Ano Europeu do Património Cultural 2018.