Archive for Março, 2018

Estão abertas as inscrições para o concurso ‘Escola Alerta!’

Até ao dia 16 do presente mês estão abertas as candidaturas para o concurso ‘Escola Alerta!’ que visa mobilizar os alunos para a superação da discriminação.

Sob orientação pedagógica de docentes, o concurso mencionado tem por base a divulgação de trabalhos realizados por alunos, onde sejam definidas as barreiras com que todos são confrontados nos espaços públicos em geral e as respetivas propostas de solução.

A iniciativa destina-se a alunos do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário público e privado. Também se podem candidatar crianças e jovens que frequentam centros educativos do Instituto de Reinserção Social ou outras instituições educativas sob tutela do Ministério do Emprego, da Solidariedade e da Segurança Social.

Os trabalhos a concurso devem englobar textos descritivos, acompanhados de suportes audiovisuais, realizados pelas crianças e jovens. A par disso, os participantes podem recorrer a desenhos, fotografias, CD, DVD e PowerPoint.

A avaliação dos trabalhos desenvolve-se em duas fases, sendo que a primeira consiste na apreciação por parte do júri da escola e a segunda por parte do júri nacional.

Na categoria um, respeitante ao 1º e 2º ciclos do ensino básico, e na categoria dois, composto pelo 3º ciclo do ensino básico e secundário, são atribuídos três prémios no valor de 2000, 1000 e 750 euros. Os prémios têm por objetivo a aquisição de material bibliográfico e informático para a escola que beneficie diretamente os alunos.

O concurso ‘Escola Alerta!’ assume-se como uma iniciativa do Instituto Nacional para a Reabilitação em colaboração com os Governos Civis, Direções Regionais de Educação do Continente e Regiões Autónomas e das Câmaras Municipais.

 

 

Já estão agendados os encontros de participação pública do Orçamento Participativo de Ponta Delgada

De 3 a 30 de abril irão decorrer os Encontros de Participação Pública no âmbito da 5º edição do Orçamento Participativo de Ponta Delgada.

A iniciativa dedica-se aos cidadãos a partir dos 16 anos de idade, aos quais é conferida a possibilidade de apresentar propostas que visam melhorar as suas ruas, desenvolver as suas freguesias e concelho.

As propostas serão apresentadas nos Encontros de Participação Pública, cujo agendamento já se encontra disponível. O primeiro encontro, relativo aos Arrifes e à Covoada, irá realizar-se a 3 de abril, pelas 20h no Salão Liga de Amigos. O último encontro irá efetuar-se a 30 de abril e será dedicado às freguesias de São José e Santa Clara. Todos os locais dos encontros são acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida.

 

Jovens açorianas embarcam por seis meses no navio ‘Thalassa’

Mariana Rosa e Miriam Pinto, velejadoras do clube naval da Horta, são as duas jovens faialenses que aderiram ao projeto educativo internacional holandês ‘School at Sea’, uma experiência de seis meses.

O projeto mencionado consiste numa vivência a bordo no navio ‘Thalassa’ durante um semestre e reúne jovens de todo o mundo, com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos.

Em outubro do ano passado, os jovens partiram de Amesterdão, na Holanda, tendo passado por Tenerife, Cabo Verde, São Martin, Santo Eustáquio, Saba, Dominica, ilha de Curaçao, Aruba Panamá, Providência, Cuba e Bermuda. O projeto termina em abril, na Holanda, sendo que a paragem na ilha do Faial é a penúltima antes da conclusão da iniciativa.

O diretor regional destacou o “caráter pedagógico e a riqueza das experiências que estas jovens passaram e que decorreram sem prejudicar os estudos e até, eventualmente, beneficiando-os”.

“Mariana Rosa e Miriam Pinto são um perfeito exemplo para a juventude açoriana, pela sua postura e pela coragem de avançar e de fazer diferente. Seguramente sairão mais ricas com esta experiência e com novos horizontes” – concluiu Lúcio Rodrigues.

Projetos na área da juventude: um investimento de cerca de 206 mil euros

O Governo dos Açores aprovou mais de uma centena de projetos na área da juventude, num investimento superior a 206 mil euros.

As iniciativas aprovadas enquadram-se nas áreas da criatividade, incentivo ao associativismo, mobilidade dos jovens e ocupação de tempos livres.

“Dizer que o futuro dos jovens não é um cliché ou uma frase de circunstância, é uma verdade inquestionável que materializamos na nossa ação política. O investimento que fazemos agora no apoio aos projetos que nos foram apresentados mostra isso mesmo” – salientou Berto Messias, secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares.

Cerca de quatro projetos, envolvendo 470 jovens, foram aprovados na área da Cidadania e Voluntariado Local e Internacional. No âmbito da Mobilidade Jovens, que fomenta a mobilidade regional, nacional e internacional dos jovens, foram aprovados 66 projetos.

Um total de 42 jovens açorianos irão deslocar-se para os Estados Unidos da América, Eslováquia e Inglaterra na sequência da aprovação de três projetos relativos à Mobilidade Internacional.

Na área da criatividade destacam-se 30 projetos aprovados no que se refere ao programa ‘Põe-te em Cena’. Por seu turno, foram aprovados oito projetos no âmbito da Ocupação de Tempos Livres.

Turquia: Mais do que os critérios de Copenhaga, uma questão religiosa?

Na passada segunda-feira, em Varna, na Bulgária, decorreu a cimeira União Europeia – Turquia que se debruçou sobretudo nas questões prementes: Migrações e Direitos Humanos. Erdogan reafirmou que a Turquia não procura ser um país parceiro, mas sim um membro de plenos direitos da UE. Não é uma novidade, mas também não deixa de ser uma utopia.

A introdução dos critérios de Copenhaga, em 1993, de cumprimento obrigatório para os Estados candidatos à União Europeia, foi um duro golpe nas ambições turcas que desde 1963, mantêm uma relação institucional com a organização supranacional. Passadas décadas, o critério político continua a impedir a adesão da Turquia, não só por razões endógenas ao país de Ataturk, bem como pelo próprio interesse dos grandes Estados Europeus, tendo em consideração que o poder na União Europeia consubstancia-se no princípio da proporcionalidade degressiva. Depois da Alemanha, a Turquia seria o Estado com mais assentos no Parlamento Europeu, bem como o segundo Estado-membro com maior poder no Conselho em matérias políticas, onde o voto por maioria qualificada seja usado, em virtude de ser o segundo Estado-membro mais populoso. Onde ficaria a França no meio deste cenário? Não obstante, o presente artigo não procura analisar a dimensão política, mas sim a dimensão religiosa.

Aquando das negociações para a elaboração do Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa, o antagonismo entre secularistas e religiosos agudizou-se devido à referência ou não da religião cristã, no preâmbulo. O impasse político traduziu-se na morte prematura da constituição, mas não invalida a acuidade do debate em torno do papel da religião na União Europeia, particularmente na esfera académica.

Apesar das posições divergentes entre secularistas e religiosos, é consensual entre ambos que o Cristianismo é um elemento importante para compreender a história do continente Europeu. A divergência resume-se ao papel da religião na atualidade e não na sua importância histórica. Portanto, partimos da premissa que o Cristianismo, com as suas diferentes ramificações, é a religião dominante na Europa. Talvez por isso, Marián Kuna introduziu na defesa à referência cristã no preâmbulo da Constituição, o termo de self- sustaining nature, ou seja, uma referenciação natural, em consequência da influência do Cristianismo na sociedade europeia, particularmente, no passado.

Um dos trabalhos académicos mais pertinentes para responder à questão em epígrafe é o da autoria de J. Paul Barker, especialista na convergência entre os assuntos internacionais e a religião, intitulado de Turkish religious Identity and the Question of European Union Membership (2012). Neste trabalho, o académico dividiu a Europa em duas: A thick, uma Europa alicerçada nos valores cristãos e a thin, onde se encontra a amálgama normativa da União Europeia.

Barker vai contrapor a ideia secularista que afirma que a religião não tem influência na esfera pública. Para tal vai utilizar um estudo realizado por três académicos, Dostal, Akcali e Antonsich que debruçaram a sua investigação na análise aos dados do Eurobarómetro, relativos à herança cultural Europeia (2005/2006). Nesta altura, o anti-islamismo, que tem sido instrumento político por parte dos nacionalistas não tinha tanta pujança e por isso mesmo podemos, em opinião pessoal, aferir que os resultados obtidos teriam o mesmo fecho, caso se procedesse a um estudo sobre esta matéria, hoje.

Numa das questões, procurou-se compreender se a adesão da Turquia à União Europeia iria favorecer a compreensão dos valores europeus e islâmicos. Os resultados a esta indagação expressaram a relutância dos Estados-membros em relação à adesão da Turquia. Para os três investigadores a conclusão era óbvia. Mesmo que a Turquia cumprisse os critérios normativos exigidos para a adesão, os Estados-membros iriam negar a sua entrada, tendo em consideração a dimensão thick acima descrita.

Em suma, a cimeira UE- Turquia não contribuiu com uma alteração significativa numa relação institucional sinuosa. É importante na nossa perspetiva compreender que no âmago da questão há uma panóplia de fatores que condicionam a entrada do país na UE para além dos problemas políticos existentes. A religião pode ou não, dependendo da perspetiva de cada cidadão ser um fator condicionante. Consequentemente indagava os leitores, até que ponto a religião não é uma fronteira impermeável para os Estados candidatos à União Europeia, que como a Turquia, não partilham o Cristianismo como religião dominante?

Paulo Freitas, jovem de 23 anos.  Paulo frequenta o mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais com especialização em Estudos Europeus, na Universidade Nova de Lisboa

 

Jovens… precisam-se!

A conversa do costume? Em parte. Vejamos: os jovens são o futuro. Certo. Mas também fazem parte do presente. Todos nós, jovens, já ouvimos/dissemos isto. Esta constatação, desiluda-se o iludido, não possui por objetivo privilegiar uma faixa etária. Esta lengalenga é, portanto, pura e simplesmente uma forma de abrir os olhos a tod@s @s jovens de forma a que se assumam como cidadãos.

Nós, jovens, somos o grupo social que respira mais dinamismo. Essa é a nossa força. Podemos marcar a diferença: olhemos para o movimento estudantil dos anos sessenta! A esmagadora maioria dos indivíduos tem a sorte de passar por esta idade, depois, às vezes, esquece-a. Daí a necessidade de jovens ativos na nossa sociedade: compensar a falta de visão e dinamismo. Jovens é o sinónimo de progresso.

A rebeldia da juventude torna uma sociedade democrática autêntica ao nível da pluralidade, da tolerância e da honestidade. Esta altura da vida é aquela onde a realidade é encarada de forma veemente. Somos honestos e sinceros nas nossas opiniões e pretendemos expressá-las livremente. Não existe medo pela diferença. Mesmo apesar do mundo ao nosso redor se estar a pintar de ódio. Somos a esperança de uma sociedade melhor, mais igual, mais plural e justa. Temos de nos fazer ouvir de novo!

Já referi os anos sessenta, a forma relativamente intensa com que os jovens se interessavam por ser uma parte integrante e ativa da sua sociedade, isto na segunda metade do século XX. Parece que a partir daí perdemos o rumo. É compreensível: a nossa democracia tornou-se refém de árbitros políticos que, com todas as desvirtudes que os desportivos possuem, descredibilizam a política. No entanto, cabe-nos rejuvenescer e reerguer a nossa democracia. Algo que, aos poucos, já se tem visto de novo.

Agora, quando este movimento ressurge, aparecem com ele dois problemas:

Ou os decisores políticos aproveitam a deixa, fazendo discursos, vangloriando-se da sua abertura para com os jovens e, depois, atrás das câmaras, voltam ao que é habitual e o movimento desaba;

Ou os jovens são integrados nas estruturas institucionais políticas, as juventudes partidárias.

O primeiro problema é simples de perceber e possui uma gravidade considerável, até porque vai ao encontro dos interesses próprios, à desonestidade e à inação.

O segundo problema é-o porque estes tipos de juventudes já são um manual de introdução na politiquice do costume. Aqui, os jovens poderão pôr em causa a sua irreverência e dinamismo, sendo sugados por uma máquina partidária. Aqui, os jovens já são programados a defender os interesses próprios estabelecendo redes de contactos. Aqui, os jovens são hierarquizados e comandados.

É esta a diferença que o Bloco de Esquerda apresenta: não possui uma juventude partidária institucional. O que o BE tem são jovens aderentes que continuam a ser jovens.

Claro que, apesar dos jovens serem por natureza progressistas, podem entender rever-se numa ideologia, por vezes, difícil de compreender na perspetiva do dinamismo juvenil.

Não afirmo que existem melhores movimentos juvenis do que outros, tenham eles conotação política ou não. Não afirmo que se deva desistir por existirem obstáculos, nomeadamente a nossa sociedade ser uma rede de vícios. Afirmo, sim, que nos devemos unir e refundá-la sobre os ideais democráticos. O espaço político açoriano contará com a presença de mais um movimento juvenil: os jovens do BE/Açores.

Pretendemos estabelecer pontes. Pretendemos avançar e progredir para uma sociedade melhor.

Por isto, sinto que posso afirmar:

Bloquistas, comunistas, socialistas, sociais-democratas, cristãos: jovens de toda a Região, uni-vos!

 

Artigo de opinião da autoria de Pedro Amaral, estudante de 16 anos e aderente do Bloco de Esquerda.

Título europeu viabiliza candidatura de Portugal na Rússia?

A estreia da Seleção Nacional no Campeonato do Mundo 2018 acontece a 15 de junho, frente à Espanha, no Olimpiyskiy Stadion Fisht, em Sochi, cidade localizada no sudoeste russo, junto ao mar Negro. Faltam, portanto, menos de três meses para o início da prestação lusa naquela que é a maior competição internacional na história do futebol. Após os “jogos-teste” contra Egito e Holanda, é hora de fazer um pequeno balanço ao que Fernando Santos mostrou e àquilo que Portugal poderá – e deverá – fazer na Rússia.

Se contra o Egito a falta de pontaria do ataque adversário e a magia da parelha ‘Quaresma-Ronaldo’ mascarou a má exibição – e até parecia ter deixado a sensação que CR7 seria a solução para todos os problemas… -, o jogo com a Holanda deixou a imagem de uma equipa apática, com um futebol previsível, lento, sem dinâmica. Acaba por ser, de certa forma, natural, tendo em conta que o selecionador apostou em várias caras ‘novas’ e é impossível meter um coletivo que não está rotinado a jogar a grande nível. No entanto – e aqui isto não deveria mesmo ter acontecido –, na primeira parte a Holanda faz três golos nas três oportunidades claras que cria. E porquê? A culpa foi da falta de entrosamento entre as unidades defensivas que estavam em campo? As falhas foram meramente táticas? Não. E aí está o problema. Nos três golos, mas especialmente no 3-0 de Virgil van Dijk, todo o coletivo demonstrou uma passividade gritante, imprópria de um conjunto que ostenta o título de campeão europeu e que, há dias, veio assumir publicamente o objetivo de chegar à final e conquistar o cetro inédito.

Numa geração de enorme qualidade no setor do meio-campo, fazem falta centrais de top e mais soluções credíveis para a frente do ataque. Na baliza, acredito que estamos bem servidos com o trio que deverá ser convocado (Patrício, Beto, Anthony Lopes). Nas laterais da defesa, soluções como Nélson Semedo, Cédric, João Cancelo, Raphaël Guerreiro, Fábio Coentrão ou Antunes deixam-me bastante tranquilo. Um meio-campo que se dá ao luxo de poder dispensar os serviços de Pizzi e que continua a ter boas individualidades nas ausências de William e Danilo dispensa apresentações. Até nas alas do ataque, com Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva (relegando um “sempre” útil Quaresma para o banco), temos do melhor que o futebol mundial tem. Contudo, no eixo da defesa e do ataque as coisas complicam-se. Pepe já não é o “monstro” que foi. Bruno Alves, para mim, futebolisticamente a este nível já não acrescenta, tal como Rolando – não acompanho a Ligue 1 e os jogos do Marselha, mas nos primeiros 45 minutos de ontem foi um dos piores, senão o pior, em campo. José Fonte é bom, mas não passa disso e é só um. Luís Neto idem. Acredito muito num futuro com Rúben Dias, jovem de 20 anos que se tem notabilizado esta época ao serviço do Benfica, mostrando imensa qualidade numa altura em que ainda terá larga margem de progressão e atirando o capitão Luisão para o banco de suplentes, formando com Jardel – outra alternativa muito credível, pode seguir os exemplos de Deco, Pepe e Liedson e naturalizar-se – uma dupla de respeito. Resta saber se Fernando Santos terá a coragem de o convocar sem ter jogado pelos AA – foi chamado agora e ia estrear-se nesta dupla jornada com Egito e Holanda, mas lesionou-se.

O maior problema está na frente ofensiva. André Silva não tem tido muito espaço no AC Milan, apesar da inegável qualidade e margem de progressão que tem. Duvido da sua capacidade para ser titular indiscutível nesta altura, por força da falta de oportunidades que tem tido no campeonato italiano e da falta de rodagem que só prejudica o rendimento. Mas não existem alternativas e o 4x4x2 “à Espanha” de 2010 que Fernando Santos tentou ontem definitivamente não resulta. Ronaldo começa como ponta-de-lança e deambula constantemente nas faixas, para fletir para dentro, e deixa um buraco na grande área contrária. Éder tem o valor inestimável pelo golo que nos valeu o Europeu em Paris, mas as dúvidas mantêm-se sobre a sua qualidade e o registo de 11 jogos e 3 golos ao serviço do Lokomotiv de Moscovo no campeonato russo não convence. Restam Gonçalo Paciência, que Sérgio Conceição chamou de volta no mercado de janeiro e que vai tendo uns minutos no FC Porto, mas não é dono de lugar no onze inicial.

Será que o espírito de grupo e a coesão defensiva que empurraram Portugal até à final do Campeonato da Europa 2016 continuam incutidos no seio do grupo orientado por Fernando Santos e serão suficientes para fazer frente ao poderio de Alemanha, Brasil, França e Argentina?

Artigo de opinião da autoria de Hugo, jovem de 26 anos

XXIV Torneio Centenário de Voleibol começou ontem com ação de promoção de Água de Pau

A Câmara Municipal da Lagoa realizou, ontem, um peddy paper aquando da receção dos atletas de voleibol que vão integrar o torneio comemorativo dos 100 anos da modalidade, de forma a conhecerem melhor a vila de Água de Pau.

“Esta iniciativa também mostra a transversalidade que o desporto tem com outras áreas tidas como essenciais para o desenvolvimento da Lagoa, nomeadamente cultura e turismo, contribuindo também para o desenvolvimento económico, trazendo também uma dinâmica diferente à habitual na freguesia de Água de Pau”, afirmou Ricardo Martins Mota, vice-presidente da Câmara lagoense e líder do setor desportivo da autarquia.

peddy paper contou com a participação de 82 jovens, entre os 14 e os 16 anos de idade, de sete equipas, e deu a conhecer património local como a Casa do Pescador, a mercearia Central-Casa Tradicional, os tanques das lavadeiras, o núcleo museológico da junta de freguesia de Água de Pau e a ermida de N. Sra. Do Monte.

Durante o dia de hoje, está previsto um passeio pedestre à Janela do Inferno, bem como a presença de 30 crianças do Centro de Atividades de Tempos Livres de Lagoa  no pavilhão da Escola Básica e Integrada de Água de Pau para a prática de voleibol. O XXIV Torneio Centenário termina amanhã.

Escola Secundária Antero de Quental acolheu sessões-debate do NESUA

O Núcleo de Estudantes de Sociologia da Universidade dos Açores (NESUA) promoveu duas sessões-debate na Escola Secundária Antero de Quental.

O objetivo da iniciativa consistiu na divulgação da Sociologia enquanto ciência que possibilita um olhar diferente em relação à sociedade. Procedeu-se, ainda, ao estabelecimento de uma ligação entre a génese da Sociologia enquanto ciência e as transformações sociais da Europa e no mundo a partir dos séculos XVIII e XIX.

Nas sessões, os participantes realizaram um exercício de distanciamento crítico face à realidade, estabelecendo, assim, uma rutura com as suas experiências sociais.

Sob orientação do professor doutor Álvaro Boralho, Joana Almeida, Joana Ferraz, Mário Chaves Gouveia e Teresa Ferreira do NESUA organizaram as sessões que decorreram a 15 e a 19 de março.

‘9 Ilhas, 2 Corações’, o novo CD de Rafael Carvalho com temas de todas as ilhas açorianas

‘9 Ilhas, 2 Corações’ assim se intitula o quarto CD de Rafael Carvalho com temas tradicionais dedicados a todas as ilhas dos Açores.

São dezenas os temas elaborados com recurso à viola da terra, a solo, com o objetivo de compilar temas de todas as ilhas, deixando um registo da história cultural aliada à música tradicional dos Açores.

Rafael Carvalho explica que o CD surge como uma necessidade, visto que tem sido desenvolvido um grande trabalho de valorização e divulgação da viola da terra e que os seus três álbuns anteriores têm “servido como um cartão de visita às pessoas que querem conhecer” a viola da terra.

“Neste momento, em que já se conseguiu esta atenção e entusiasmo para a viola, é necessário dar a conhecer o nosso repertório” – salientou o músico.

As gravações do CD terminam nas próximas semanas, sendo que a edição está prevista para o início do verão. Rafael Carvalho pretende apresentar o CD, ainda este ano, em algumas ilhas dos Açores. Em 2019, o músico espera organizar diversos concertos para divulgar o seu novo CD.